Os 10 melhores comebacks da música pop em videoclipes

Confira o nosso novo especial com as melhores voltas ao meio musical de grandes artistas que passaram por poucas e boas.

Sabe quando você está naqueles dias em que tudo parece dar errado? E quando você enfrenta fases difíceis de sua vida, seja no trabalho ou no namoro, por exemplo, em que nada parece ter uma solução? Agora você pega os seus problemas e multiplica por mais 10.000, soma 10.000 câmeras te perseguindo até a esquina ou 10.000 sites e blogs divulgando tudo isso pra outras 10.000 pessoas lerem só pra ter algo “interessante” para passar suas horas vagas. Provavelmente foi isso que as 10 pessoas listadas abaixo passaram, mais de uma vez, em momentos distintos de suas vidas e carreiras.

Entretanto, sempre chega uma hora em que cansamos de tanto baixo astral e resolvemos dar um “up” na autoestima, não é mesmo? São em nossos momentos de superação que ficamos mais sóbrios, mais radiantes e mais receptivos para novas vibrações. Novos caminhos são abertos instantaneamente, novas pessoas surgem para nos prestigiar e, como bem diria Taylor Swift “and the haters gonna hate, hate, hate”. Foi divagando com meus próprios botões que resolvi escrever o especial abaixo e trazer pra vocês os 10 melhores videoclipes do pop que melhor retrataram um comeback de ouro para nossas tão perseguidas celebridades desesperadas por um pouco mais de privacidade. Vamos lá:

10. I LOOK TO YOU – WHITNEY HOUSTON

Álbum: “I Look To You” / Ano: 2009 / Diretor: Melina Matsoukas / Comeback após: drogas e casamento conturbado.

Whitney Houston foi por muitos anos consagrada como uma das maiores vocalistas a ter pisado no planeta Terra, momento em que aproveitou da ocasião para dominar as décadas de 80 e 90 com seus sucessos esmagadores ao lado de Céline Dion e Mariah Carey. Dona de uma voz única e poderosa, foi com “I Will Always Love You” que chegou ao ápice de sua carreira, quebrando zilhões de recordes e se estabelecendo como uma diva contemporânea. Porém, como nem tudo é um mar de rosas, por volta de 2002 a vida da cantora passou a desandar de vez. Mergulhando de cabeça em manchetes escandalosas, o envolvimento com drogas e o conturbado casamento com o cantor Bobby Brown ofuscaram em muito o brilho de nossa estrela hollywoodiana.

Vivendo em uma luta interna, Whitney pôs um fim aos problemas e trouxe para seus fãs o inédito “I Look To You”, álbum produzido pelos maiores produtores da época (Stargate, Akon). Dando um pontapé no passado obscuro, foi com a faixa-título que a veterana decidiu voltar aos holofotes – uma balada romântica inspirada no gospel já conhecido de seus trabalhos anteriores. Linda e deslumbrante, ela aparece no maior clima de paz e amor em um lugar que nos remete ao tão sonhado paraíso celestial dos cristãos. Uma pena que Houston não mais se encontre entre nós, meros mortais, para nos abençoar com sua voz angelical, não concordam?


9. ON THE FLOOR – JENNIFER LOPEZ

Álbum: “Love?” / Ano: 2011 / Diretor: TAJ Stansberry / Comeback após: fracasso comercial do disco “Brave”.

“É uma nova geração” entoa JLo logo no início da música que mais dominou o ano de 2011. E não é que ela estava certa? Após o fracasso comercial de “Brave”, de 2007, três anos depois a morena assinou contrato com a gravadora “Island Def Jam” e apostou todas suas fichas em um novo começo para a sua carreira musical. De volta às paradas de sucesso e em evidência por sua atuação como jurada no “American Idol”, “On The Floor” foi o carro-chefe do disco “Love?”, que mais tarde marcaria a discografia da cantora como um de seus trabalhos melhor produzidos.

Acompanhada do rapper Pitbull, Jennifer já chegou mostrando ao que veio e desbancou qualquer cantora 20 anos mais jovem por conta de seu fenomenal corpo modelado. Vestindo dourado e diversas outras roupas sensuais, a norte-americana com descendência latina conquistou o mundo com o seu tão conhecido “la la la…”, repetindo a fórmula do sucesso anteriormente testada por Kylie Minogue em sua “Can’t Get You Out Of My Head”. Você já parou para pensar que os maiores sucessos que chegaram ao #1 e que sucederam o hit de Lopez mais se parecem com versões repaginadas de “On The Floor”? “Get on the floor, darling”.


8. CAROUSEL – VANESSA CARLTON

Álbum: “Rabbits On The Run” / Ano: 2011 / Diretor: Jake Davis / Comeback após: dois álbuns sem chamar a atenção do público.

Você sabia que Vanessa Carlton é muito mais que “A Thousand Miles”, certo? Liberando seu lado wicca no videoclipe de “Carousel”, o first single do disco “Rabbits On The Run”, a cantora flerta com a natureza e celebra a nova fase de sua carreira em alto estilo. Após seus dois últimos trabalhos não terem emplacado nenhum grande hit nas paradas de sucesso norte-americanas, Carlton retornou à indústria fonográfica em 2011 com o seu quarto disco de inéditas.

Inspirado nas obras literárias de Stephen Hawking (“A Brief History of Time”) e Richard Adams (“Watership Down”), este é o primeiro trabalho independente lançado por ela, gravado à época totalmente ao vivo no “Real World Studios”, em Londres. Com produção de Steve Osborne, o álbum foi bem aceito pela crítica e chegou a receber 72 votos positivos de 100 do site “Metacritic”. “Carousel” é uma refrescante música piano-pop que nos traz o melhor de Vanessa Carlton em tempos atuais: sua doce voz e os inseparáveis instrumentais estrategicamente bem colocados. “A bondade é algo que você não precisa perseguir pois ela está seguindo você”.


7. BELIEVE – CHER

Álbum: “Believe” / Ano: 1999 / Diretor: Nigel Dick / Comeback após: anos sem um grande sucesso.

Não é a toa que Cher é denominada mundialmente como a “Deusa do Pop”. Com mais de 50 anos de carreira, a veterana é conhecida por ser um ícone da cultura pop, tendo uma trajetória de sucesso na música, no cinema e na televisão. Sendo a única artista a ter um #1 nas paradas da “Billboard” nas últimas 6 décadas, ela guarda em sua estante de prêmios vencidos no “Grammy”, “Oscar”, “Emmy”, “Globo de Ouro” e “Festival de Cannes”. Contudo, apesar de seus inúmeros hits em charts mundiais, a cantora enfrentou uma maré de azar após o lançamento de diversos discos que pouco venderam ou chamaram a atenção da crítica à época.

Lançando o maduro “It’s a Man’s World”, em 1995, que teve um bom desempenho no Reino Unido, o maior sucesso musical de Cher ainda estava por vir três anos mais tarde. “Believe”, comandado pelo single de mesmo nome, estourou no mundo e emplacou o trabalho como o mais bem sucedido de sua discografia. Sendo pioneira ao utilizar do autotune para modificar sua voz na música e deixá-la mais robótica, o single foi #1 em diversos países como França, Itália, EUA e Espanha. Presenciando um caso de amor que não deu certo na balada, a diva atua como uma mística entidade que coloca o pessoal pra dançar sob as luzes de neon, beneficiando-os com sua benção suprema. É a mãe Cher sendo a melhor no que é boa.


6. HUNG UP – MADONNA

Álbum: “Confessions On A Dancefloor” / Ano: 2005 / Diretor: Johan Renck / Comeback após: polêmica com o álbum “American Life”.

Que Madonna sempre foi uma artista polêmica isso nós já sabemos, mas, a norte-americana não poupou ninguém enquanto trabalhava no álbum “American Life”. Depois do chocante e realista videoclipe para a música de mesmo nome, Madge comprou uma briga sem tamanhos ao criticar duramente o governo estadunidense e a política implantada por décadas na “Terra do Tio Sam”. Não aprovando a atitude da loira, o público acabou não comprando tanto e o disco vendeu bem menos cópias que os antecessores “Ray Of Light” e “Music”. Mas, esse não seria o fim da “Rainha do Pop”.

Mais de dois anos depois é liberado “Confessions On A Dancefloor”, um dos trabalhos mais conceituais e épicos da cantora. Estreando no topo das tabelas musicais de diversos países, recebeu 80 de 100 pontos de aprovação do “Metacritic”, sendo o trabalho liderado pela fascinante “Hung Up”. Usando sample de “Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)”, do ABBA, a música é até hoje uma das mais populares da loira. Mostrando a ótima forma física em seus plenos 47 anos, a cantora dança em seu sensual collant rosa em tributo a John Travolta e seus filmes. Vale lembrar que o vídeo para “Sorry” foi gravado como uma continuação de “Hung Up”. Dando um show de coreografias bem executadas sem perder o fôlego, Madonna volta após anos para nos reafirmar que a idade só lhe fez bem para o corpo, a mente e a carreira.


5. IT’S LIKE THAT – MARIAH CAREY

Álbum: “The Emancipation Of Mimi” / Ano: 2005 / Diretor: Brett Ratner / Comeback após: fracasso de “Glitter”, médio desempenho de “Charmbracelet” e boatos de uma tentativa de suicídio.

Conhecida pelos quatro cantos do planeta como uma das cantoras mais bem sucedidas de todos os tempos, Mariah Carey quebrou inúmeros recordes e estabeleceu seu nome como um dos mais poderosos da indústria fonográfica. Vendendo milhões e milhões de álbuns ao longo dos anos, foi lá em 2001 que a diva acordou com o pé esquerdo e passou anos na penumbra após o fracasso comercial do filme “Glitter” e o desempenho mediano de álbum “Charmbracelet”. Alguns rumores apontam que o fracasso dos trabalhos atingiu tanto a cantora que Mariah chegou a cogitar o suicídio.

Dando uma animada nas coisas, a vocalista passou anos gravando seu próximo trabalho na companhia dos mais prestigiados produtores da black music (Jermaine Dupri, Darkchild, Kanye West), e liberou, em 2005, a obra-prima chamada “The Emancipation Of Mimi”. “It’s Like That”, o primeiro single do disco, cumpriu com o prometido e nos deu uma visão geral do que seria a nova fase de Carey. Linda, loira, magra, fabulosa e com a voz poderosa de sempre, MC é a anfitriã de uma festa de arromba regada a muito luxo, champagne e cassino. É Mariah nos apresentando seu novo alter ego, Mimi, com toda a classe de que tem direito e calando todos aqueles que um dia duvidaram de seu potencial para criar hits.


4. SPINNING AROUND – KYLIE MINOGUE

Álbum: “Light Years” / Ano: 2000 / Diretor: Dawn Shadforth / Comeback após: fracasso comercial do disco “Impossible Princess” e profunda depressão.

Kylie Minogue carrega consigo a fórmula do sucesso! Com quatro álbuns lançados pela “PWL” e um pela “Descontruction”, todos com altas vendas na Austrália e Reino Unido, principalmente – público alvo da cantora -, a australiana decidiu mudar de sonoridade e tomou rumos completamente opostos para o seu sexto disco de inéditas. Abraçando o indie rock, folk e trip hop, “Impossible Princess” chocou as pessoas na época de seu lançamento por sua obscuridade e foi renegado por muitos que não aceitaram a nova Kylie, tornando o álbum um fracasso comercial – na Austrália teve um desempenho razoavelmente bom.

Respirando novos ares e deixando uma profunda depressão de lado, Minogue retorna três anos mais tarde com o hino nº 1 “Spinning Around” levando todos de volta às pistas de dança. Estreando as famosas “hot pants” – acredite, a peça foi encontrada num brechó! -, a moça fez bonito ao gravar o que seria uma de suas músicas mais populares, agora sob o selo da “Parlophone”. Foi a partir do álbum “Light Years” que a cantora adotou a imagem de símbolo sexual e retornou ao topo das paradas musicais, consolidando-se como uma das vocalistas mais populares de sua geração.


3. BOYFRIEND – ASHLEE SIMPSON

Álbum: “I Am Me” / Ano: 2005 / Diretor: Marc Webb / Comeback após: humilhação em público com playback mal elaborado.

Irmã mais nova da também cantora e atriz Jessica Simpson, Ashlee estourou no verão de 2004 com o sucesso “Pieces Of Me”. Porém, o maior hit da cantora é também o causador de um dos maiores micos da história da televisão norte-americana. Após ter sido convidada para se apresentar no “Saturday Night Live”, Ashlee subiu ao palco para cantar “Autobiography” e, logo depois dos acordes iniciais, começou a rolar estúdio afora o vocal pré-gravado de “Pieces Of Me”. Acontece que, mesmo com problemas de saúde na voz, a cantora tentou levar a performance adiante, o que claramente não deu certo – o diagnóstico chegou a ser transmitido em diversos programas de TV na época, como o “60 Minutes”, da “CBS”.

Após a humilhação pública e o fim da era “Autobiography”, Simpson platina seus cabelos e faz um grande retorno com a empolgante “Boyfriend”. Atacando a ex-amiga Lindsay Lohan na letra do novo single – Lohan teria acusado Ashlee de roubar seu namorado à época, Wilmer Valderrama – a nova loira não poderia ter escolhido música melhor pra fazer o seu comeback. Apesar do enredo simples, “Boyfriend” tem o poder de captar a atenção de quem assiste ao clipe, já começando com a louca fuga policial que leva a um show particular num galpão velho e secreto. Com vocais fortes e uma batida alucinante, Ashlee Simpson nunca esteve tão provocativa e interessante, razão pela qual abre o nosso tão concorrido top 3.


2. YOUR BODY – CHRISTINA AGUILERA

Álbum: “Lotus” / Ano: 2012 / Diretor: Melina Matsoukas / Comeback após: fracasso do álbum “Bionic”, divórcio, perseguição da mídia, haters e corpo acima do peso.

Planejando o que seria o seu maior projeto musical, Christina Aguilera já flertava com a música eletrônica desde as faixas inéditas da coletânea “Keeps Gettin’ Better: A Decade Of Hits”. Planejando uma nova turnê mundial de verão, dois novos álbuns (um de inéditas e um de remixes), uma linha de produtos de beleza e até mesmo uma de joias (leia mais sobre), a loira discípula de Madonna viu seu mundo desabar após o fracasso do novo disco e o cancelamento e engavetamento de todos os outros trabalhos secundários. Foi então que ela lançou seu primeiro filme ao lado de Cher, “Burlesque”, e começou a ganhar peso enquanto seu casamento de mais de 5 anos chegava ao fim.

Rotulada como uma pessoa orgulhosa e egocêntrica, Aguilera passou por tudo isso em silêncio enquanto blogs da cultura pop a apedrejavam pelo flop de “Bionic” – a propósito, foi graças a Perez Hilton que o termo pegou e “manchou” a carreira brilhante de nossa loira. Dando um jeito de contar às pessoas tudo o que aconteceu em 2 anos, essa foi a tarefa que o próximo álbum da cantora, “Lotus”, tentou transmitir ao ouvinte por meio de letras profundamente pessoais: tudo o que a cantora sentiu e passou na época mais obscura de sua carreira.

Com o single debut “Your Body”, Christina abraçou seu novo corpo e não poupou recursos para agradar seus fãs na super produção de 2012. Uma serial killer divertida e exótica, a moça usa e abusa das perucas e roupas multicoloridas, sempre sendo sensualmente elegante. Vale destacar ainda um dos visuais que Aguilera usou em uma das cenas do clipe e que com certeza fez seus fighters ficarem loucos: as tranças que nos remetem à era “Stripped”. É a primeira vez em anos que vemos Xtina tão espontânea e criativa mostrando-nos seu poder vocal sem entediar ninguém. The one and only, there never will be another, Christina Aguilera, that’s how music should sound!


1. WOMANIZER – BRITNEY SPEARS

Álbum: “Circus” / Ano: 2008 / Diretor: Francis Lawrence / Comeback após: drogas, vida conturbada, humilhação no “VMA” de 2007, problemas judicais, perseguição da mídia e paparazzi.

Chegamos ao que eu considero a maior volta de um artista pop ao cenário musical e sim, a “cantora que não canta” é a grande merecedora do topo do nosso especial e vocês entenderão porquê. Britney sempre teve uma carreira de sucesso, lançando diversos álbuns em #1 na “Billboard” e singles que a consolidaram como uma das artistas mais influentes de todos os tempos. Porém, após o casamento nada feliz ao lado de Kevin Federline e o nascimento dos lindos Sean Preston e Jayden James, a vida particular da “Princesa do Pop” virou do avesso.

Lançando a “Bíblia do Pop”, vulgo “Blackout”, em 2007, o álbum agradou a crítica e o público, mas a performance de divulgação no “VMA” virou motivo de chacota. Acima do peso e usando uma peruca estranha pra cobrir o episódio no qual raspou todo o seu cabelo num momento de descontrole, a loira mais desejada dos EUA passou a ser a mais rejeitada do mundo. Perseguida por fotógrafos e pelos tabloides, a moça viu tudo desmoronar diante de seus olhos enquanto perdia a guarda de seus filhos para o ex-marido, K-Fed. Isso, é claro, sem mencionarmos o envolvimento com drogas pesadas e as noitadas desenfreadas ao lado de Paris Hilton e Lindsay Lohan.

Sob a curatela de seu pai, a estrela de “Crossroads” voltou ao estúdio após os eventos turbulentos e em 2008 libera “Circus”, seu mais novo disco de inéditas. Com a liderança de “Womanizer”, o novo trabalho foi um sucesso de vendas e deixou todos boquiabertos com o retorno da loira às paradas de sucesso. Conseguindo mais um #1 para a sua lista de singles que chegaram ao topo dos charts ianques (o último tinha sido “…Baby One More Time”, em 1999), Britney calou todos aqueles que um dia a chamaram de gorda fora de forma.

Brincando com diversos personagens, em “Womanizer” ela se torna uma dona de casa e motorista loira, uma secretária morena e uma garçonete ruiva, repetindo o feito de “Toxic”, quatro anos antes. Já começando no quente cenário da sauna, a cantora aparece nua deitada numa posição estratégica e o clipe rola no maior climão de sensualidade e comédia – detalhe ainda para a intro mara idêntica à de “Stronger”. Agora você realmente quer um pedaço dela, não é?

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