Entre bugs, gráficos de primeira e inúmeras customizações surge a versão mobile de “Mortal Kombat X”

É indiscutível o quanto a indústria dos jogos eletrônicos expandiu-se de uns anos para cá e conseguiu, de maneira brilhante, desenvolver novas tecnologias enquanto abraçou, simultaneamente, um público cada vez mais diversificado. Partindo dos cabos de nossos videogames e chegando até as telas de nossos smartphones, não há dúvidas que facilidade e acessibilidade se tornaram palavras-chave para todo jogador que aceitou, de bom grado, as novas plataformas móveis sem torcer o nariz (ou fazer textões em redes sociais).

E, entre milhares de lançamentos que sempre chegam fazendo o maior estardalhaço por onde quer que passam, a versão mobile de “Mortal Kombat X” (mesmo que já disponível para download desde o primeiro semestre do ano passado) é uma que não poderia passar despercebida em nossa tão pouco movimentada seção de jogos eletrônicos. Assunto da nossa resenha de hoje, a seguir você conhecerá um pouco mais sobre esta nova sequência – e, ao final, descobrirá se a novidade é eficiente ao dar continuidade no legado iniciado pelo precursor game de 1992 ou se deixa a desejar em algum aspecto. Ficou curioso? Então vamos lá…


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Precedentes:

O menu inicial do game (confira o trailer oficial)

Muitos podem não saber (ou se lembrar), mas, antes de ganhar versões adaptadas para Nintendo, PlayStation, Sega e Xbox, a franquia “Mortal Kombat” já iniciara sua trajetória de maneira grandiosa nas já extintas máquinas de fliperama, em um distante outubro de 1992. Chegando até os demais consoles no decorrer dos próximos anos (e décadas) e conquistando uma legião de fãs que acompanha seus lançamentos até os dias de hoje, a marca desenvolvida e distribuída originalmente pela “Midway Games” cresceu pelos quatro cantos do mundo e fez bonito ao eternizar-se como uma das mais bem-sucedidas de todos os tempos.

Composta por 21 títulos que se dividem entre jogos principais, relançamentos, spin-offs e remakes, a série segue sob a direção da “NetherRealm Studios” (companhia fundada em 2010 após a compra da “Midway” pela “Warner Bros.”) e dá sequência ao homônimo “Mortal Kombat”, de 2011. Estreando nas plataformas móveis em abril e maio de 2015, “MKX” é o primeiro game da franquia a ser lançado para os dois sistemas operacionais mais populares entre os smartphones: iOS e Android. Descrito por seus desenvolvedores como um “jogo de luta gratuito combinado a uma batalha de cartas”, vale dizer, ainda, que a novidade também se encontra disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.


Reencontrando velhos amigos…

Jax, um personagem clássico, em uma de suas inúmeras customizações

Assim como qualquer outro título que se preze da qual consideramos ser a maior franquia de jogos deste gênero, “Mortal Kombat X” não poderia ser diferente e é feliz ao incorporar em sua lista de jogadores diversas personalidades que são inerentes à própria história do game.

Trazendo, como de costume, algumas figurinhas carimbadas como Ermac, Jax, Johnny Cage, Kano, Kitana, Kung Lao, Reptile, Scorpion, Sonya Blade e Sub-Zero (que logo de cara são jogáveis sem qualquer esforço), outros combatentes também da velha guarda voltam, em “MKX”, mas em condições um tanto quanto diferentes. Este é o caso de Liu Kang, Mileena, Quan Chi, Raiden, Shinnok e Tanya, que apenas podem ser desbloqueados através de pacotes a serem comprados com dinheiro de verdade (ou não, dependendo de cada caso concreto).


… E conhecendo alguns novos:

Um dos novos combatentes em “MKX” é o Kung Jin

Como é de praxe, este não seria um autêntico “Mortal Kombat” se não incluísse em seu elenco novos jogadores jamais vistos antes nas demais sequências já lançadas. Nos apresentando aos novatos D’Vorah, Erron Black, Kotal Kahn, Cassie Cage (filha de Sonya e Johnny Cage), Jacqui Briggs (filha de Jax) e Kung Jin (primo mais novo de Kung Lao), o game repete os acertos do passado e, assim como no reboot de 2011, pega um pouquinho dos filmes de terror e/ou ficção científica e os incorpora a um enredo fenomenal.

Inspirando-se na divertida inclusão de Freddy Krueger no título anterior, “MKX” deixa a encargo do temido Jason Voorhees (de “Sexta-Feira 13”) a árdua tarefa de alegrar (e aterrorizar) a galera que sempre curtiu a junção entre esses dois impérios tão distintos da cultura popular. Outros vilões vindos diretos das telonas dos cinemas (mas que não aparecem na versão mobile) são Alien (de “Alien: O 8º Passageiro”), Predador (do homônimo “Predador”) e Leatherface (de “O Massacre da Serra Elétrica”). Será que em breve teremos esses ícones do horror também no touchscreen de nossos celulares?


Moedas, almas, rubis… e dinheiro de verdade:

Almas e moedas, o “dinheiro virtual” usado no jogo que pode ser adquirido gratuitamente (em batalhas) ou comprado (com dinheiro de verdade)

Seguindo a tendência que é regra em jogos gratuitos para smartphones, a “NetherRealm Studios” não ficou nada atrás da concorrência e impôs uma maneira um tanto quanto singela de “mexer no bolso” de quem está desfrutando de sua obra. Oferecendo pacotes de cartas exclusivos que só podem ser adquiridos com dinheiro real (em operações realizadas com cartão de crédito, é claro), muitos atalhos e upgrades também podem ser acessados se você decide transformar a sua experiência não-paga em algo um pouco mais sério – uma aventura que pode chegar a absurdos R$307,31.

Entretanto, “MKX” não chega a ser tão mercenário assim e nos disponibiliza outras vias alternativas para quem não quer desembolsar da própria carteira para ter um mínimo de diversão sem comprometimento. Esse é o caso das moedas, almas e rubis, as três formas de “dinheiro virtual” processadas pelo game que nos são entregues gratuitamente conforme avançamos nas muitas modalidades de jogo presentes no título. É exatamente com esse “dinheiro virtual” que o jogador poderá adquirir novos personagens muito mais poderosos e fazer o upgrade dos seus já existentes.


Quase um torneio olímpico:

Uma representação de como são as cartas de ouro, prata e bronze

Conforme anteriormente anunciado pela sua própria empresa desenvolvedora, “Mortal Kombat X” funciona como uma combinação de jogo de luta (elaborado nos mesmos moldes dos demais títulos da série) a uma descomplicada batalha de cartas (na qual, por óbvio, vence a que tiver maior poder de ataque e/ou defesa). E, como não é muito difícil de se imaginar, quanto mais elevado o nível de uma carta (XP), maior se mostra a sua força em combate (a qual, gradativamente, vai crescendo na medida em que o jogador participa de mais e mais batalhas – ou faz o uso de cartas especiais de aumento de nível).

Subdivididos em ouro, prata e bronze, cada personagem apresenta habilidades especiais que estão relacionadas à espécie de sua carta (logo, não é preciso ser um gênio para saber que uma de ouro vale muito mais que uma de prata, e assim por diante). A partir desta importante informação, também não deve ser nenhuma surpresa que, para conseguir os tão sonhados personagens dourados (os únicos com os coreografados golpes de raio X), o jogador terá de se virar com a razoável variedade de cartas de prata e bronze oferecidas pelo jogo, as quais podem ser compradas com as moedas ganhas após a vitória em cada confronto (seja no modo batalha, seja na guerra de facções).


Como se joga:

Combate entre Mileena e Jacqui Briggs

Utilizando-se de toques na tela e movimentos repetitivos para a vertical, horizontal e diagonal, três são os principais torneios presentes em “Mortal Kombat X”: o modo batalha, a guerra de facções e os desafios.

A princípio, o modo batalha se revela ao jogador iniciante a sua principal e mais benéfica forma de combate oferecida por “MKX” (já que é a mais fácil e a única com tutoriais de ajuda). Batalhando individualmente contra NCPs que vão ficando mais fortes na medida em que seus personagens avançam no game, este é o caminho mais rápido e eficaz para se receber moedas e XP: dois requisitos que são primordiais para deixar os seus jogadores com um mínimo de poder.

Após, encontramos a guerra de facções: torneios com duração de três dias que levam em conta não apenas a sua pontuação individual, mas também a da facção escolhida na criação do seu perfil (você pode escolher entre Dragão Negro, Irmandade das Sombras, Lin Kuei, Forças Especiais e a Lótus Branca). Ao final de cada temporada – e dependendo do desempenho obtido –, o jogador é contemplado com uma quantidade X de rubis: que podem ser usados na aquisição de itens especiais que não podem ser comprados com moedas e almas, além de dois personagens exclusivos (Liu Kang Imperador Sombrio e Tanya Kobujutsu).

Por último, mas não menos importante, temos também os vantajosos desafios: torneios mais extensos que são disponibilizados por tempo limitado e, se completados em sua totalidade, rendem ao jogador a aquisição de um personagem inédito. Aliado aos objetivos diários (metas impostas pelo jogo que, se cumpridas, lhe revertem moedas e almas) e ao modo batalha, a participação nos desafios é outra importante maneira de ganhar experiência e “dinheiro virtual” – sem o quais, é claro, você não sobreviverá no game por muito tempo.


Customizações e mais customizações:

Scorpion em sua versão Guerra Fria, um dos personagens obtidos após conclusão dos Desafios

Como se já não bastasse os 16 personagens originais encontrados na versão mobile, a “NetherRealm” não poupou criatividade e foi muito além ao nos entregar uma centena de customizações e recriações que agradarão a todos os gostos. Disponibilizando nada menos que 48 jogadores padrão, esta infinidade de opções não abarca, ainda, outras dezenas de combatentes que apenas podem ser adquiridos através de pacotes de cartas ou desafios temporários.

Alterando seus figurinos, movimentos básicos, golpes especiais e características físicas, é bem interessante observar a forma como um mesmo personagem pode ser representado não somente em trajes diferentes, mas também em novas personalidades que dizem muito mais sobre sua essência do que sua mera aparência – como a Kitana, que pode ser encontrada em suas versões Klássica, Lúgubre, Assassina e Imperatriz Sombria; e o Scorpion, que aparece como padrão, Klássico, Ninjutsu, Infernal, Guerra Fria e Injustice.


Uma montanha-russa de altos e baixos:

Os gráficos são realmente muito realistas e cheios de detalhes

Não muito diferente de qualquer game lançado para as plataformas móveis, “Mortal Kombat X” não escapa ileso de alguns tropeços que, infelizmente, testarão bastante a paciência do jogador de cabeça mais quente. Apresentando bugs constantes que fecham o jogo sem mais nem menos (pelo menos o sistema de salvamento em nuvem é eficiente), o alto consumo de bateria é outro contra que, provavelmente, lhe fará repensar duas vezes se este é um aplicativo saudável para a vida útil de seu smartphone – e isso porque nem mencionamos o espaço em armazenamento do arquivo, que, no Moto X: 1ª geração, preenche 1,33GB.

Beneficiado por uma jogabilidade fácil e viciante, os bons gráficos desenvolvidos pela “Nether Realm” também são outro ponto alto em “MKX” que vêm para dar um ar sofisticado e bonito ao mais recente membro da exitosa franquia. Rico em detalhes e bastante fiel à versão produzida especialmente para PC, PlayStation 4 e Xbox One, o jogo nos ganha por suas inúmeras customizações e por nos propiciar uma infinidade de combinações que permanecem tão nostálgicas quantos nas primeiras sequências liberadas lá atrás, pela “Midway Games”, nos anos 90. Resta saber se você terá a paciência necessária para desfrutar dessas vantagens sem atirar o seu smartphone contra a parede no primeiro (ou segundo, ou terceiro) bug que interromper a sua jogatina…

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#CoopGeeks: O que achamos de “Britney Spears: American Dream”

Unindo música pop à misteriosa fórmula secreta detida por Kim Kardashian em sua bem-sucedida estreia pelo mundo virtual, ninguém menos que Britney Spears decidiu se juntar ao time de celebridades que ostenta os seus próprios joguinhos para smartphone. Caprichando em sua divertida versão cartoonizada, a “Princesinha do Pop” não hesitou ao nos apresentar, no mês passado, a “Britney Spears: American Dream”: o lançamento que foi o assunto da nossa publicação lá no Co-op Geeks e que você confere no link a seguir:

O QUE ACHAMOS DE “BRITNEY SPEARS: AMERICAN DREAM”

#CoopGeeks: Tirando da Estante – Terror em Silent Hill

Há uma semana, uma das melhores adaptações de um game para a realidade cinematográfica completou incríveis 10 anos desde que veio à tona em um distante 2006. Inspirado, majoritariamente, no primeiro “Silent Hill” lançado em 1999 pela “Konami” para PSOne, o longa dirigido por Christophe Gans foi responsável não apenas por dar continuidade na obra-prima criada por Keiichiro Toyama, mas também por levar toda a franquia para um novo horizonte muito além daquele coordenado pelo sanguinário universo dos jogos eletrônicos. Relembrando as principais informações e curiosidades que cercam essa gigante produção estrelada por Radha Mitchell, Sean Bean, Laurie Holden e Jodelle Ferland, trazemos, no link a seguir, um apanhado com tudo o que você precisa saber sobre o macabro filme sem entregar nenhum spoiler muito revelador. Curtiu? Então confira, agora mesmo, o nosso:

TIRANDO DA ESTANTE: TERROR EM SILENT HILL

ATENÇÃO: Esta publicação contém imagens perturbadoras e violentas. Se você tiver estômago fraco ou for menor de 16 anos, esse texto não é indicado para você; prossiga por sua conta e risco.

Você precisa fazer o download de “Lep’s World”, o novo “Super Mario Bros.” para os celulares

Se a nossa sessão literária esteve há um bom tempo sem receber uma atualização, quem dirá então a eletrônica, na qual recomendamos algum jogo ou desenvolvemos a resenha de um lançamento ou um clássico dos fliperamas – o último a receber destaque por aqui foi “Life is Strange”, recorde. Pensando então em lhes indicar um bom passatempo para smartphone, a dica de hoje é “Lep’s World”, o mais próximo que pudemos chegar de um “Super Mario Bros.” desenvolvido diretamente para o touchscreen dos nossos celulares (e o melhor: sem qualquer custo*).

Composto por uma franquia de três jogos liberados entre os anos de 2012 a 2014, neles acompanhamos as aventuras de Lep, um leprechaun (ou duende irlandês, para os mais leigos) que precisa passar por uma imensidão de cenários perigosos para encontrar a luz no fim do túnel: ou como é retratado no game, o outro lado do arco-íris. Coletando as tão desejadas moedas de ouro enquanto divide a sua atenção derrotando (ou desviando) dos inimigos que aparecem pela sua frente, você precisará dar o melhor de si enquanto o tempo rola solto, tomando o devido cuidado de chegar ao seu destino final em questão de poucos segundos.

O primeiro título da série já nos introduz à saga de Lep e sua busca pelo ouro perdido. Só que, como esclarecem os desenvolvedores do jogo, para encontrá-lo você precisará “correr e pular através dos reinos fantásticos de Lep’s World”, lembrando-se que “todo o lugar está cheio de monstros bestiais que farão qualquer coisa para te impedir de cumprir o seu objetivo”. As informações do game ainda nos revelam que “quando você pega uma folha de trevo, a saúde de Lep aumenta”, apesar de que “só saúde não será o suficiente para te livrar de qualquer perigo que se esconde atrás de cada cenário”. “Lep’s World” (2012) contém: 8 mundos divididos em 5 temas, cada um possuindo 8 fases (totalizando 64); 9 inimigos diferentes e capacidade multiplayer. Não há qualquer boss durante o jogo.

Captura de “Lep’s World 3”: os gráficos foram infinitamente melhorados se comparados ao primeiro jogo da franquia

Um ano depois, foi a vez de “Lep’s World 2” chegar para dar continuidade às aventuras do esperto leprechaun. Caprichando muito mais na história e na ambientação, a sequência nos conta que “era só mais um belo dia de sol na ‘Aldeia dos Duendes’ quando o céu escureceu e se encheu de terríveis relâmpagos”. Logo de imediato, “um feiticeiro maligno apareceu, roubou todo o ouro dos duendes e sequestrou os aldeões da região”, cabendo a Lep a tarefa de salvar seus amigos – e, consequentemente, impedir que o vilão “conquiste o mundo”. Incluindo muitos superpoderes ainda desconhecidos por quem havia jogado o primeiro game, em “Lep’s World 2” o jogador terá acesso a: novos gráficos mais detalhados; 8 mundos com 8 fases cada (totalizando 64); 13 inimigos e 10 itens e habilidades inéditas. Ao final de cada mundo você enfrentará um boss diferente.

Por fim, 2014 veio e trouxe consigo o capítulo final (até o fechamento desta publicação) da jornada do duende virtual. Com uma história bem semelhante a anterior, em “Lep’s World 3” o jogador é apresentado aos mesmos eventos ocorridos na sequência, com o único detalhe de que “trolls malvados” chegaram para substituir o finado feiticeiro da última versão. Cabendo a Lep, mais uma vez, o dever de resgatar seus amigos das mãos dos vilões antes que seja tarde demais, somos conduzidos a: gráficos em alta resolução; 6 mundos contendo 20 fases cada (totalizando 120); 18 itens e habilidades; 22 adversários; 4 personagens diferentes e modo multiplayer via Facebook. Ao final de cada mundo você enfrentará um boss diferente.

Como não poderia deixar de ser, não é apenas na aparência que “Lep’s World” nos faz recordar do tão querido jogo onde dois encanadores italianos tinham como missão percorrer uma infinidade de fases para derrotar o vilão Bowser e salvar a Princesa Peach. Resgatando as principais características dos games de plataforma, assim como no clássico dos anos 80, aqui você também encontrará uma jogabilidade bem similar à que conhecemos quando ainda éramos crianças – na qual toda a história se desenrolava pela magia dos gráficos 2D e na vasta gama de possibilidades ofertadas pelo jogo.

Contudo, se “Lep’s World” pouco inova na questão visual, ele muito acerta ao caminhar por uma direção bem diferente da seguida pela maioria das franquias de games que produzem um grande jogo de estreia e depois se comprometem em meio a um fiasco de sequências mal projetadas. Melhorando consideravelmente de um título para outro, é indescritível o quanto o terceiro lançamento da empresa superou o segundo e este o primeiro – um protótipo ainda não finalizado que provavelmente deixou muita gente nervosa ao introduzir cenários falhos e quase impossíveis de serem contornados. Na medida que os gráficos foram refeitos e novos personagens entraram em cena em “Lep’s World 2 e 3”, a aventura de Lep parece ter pulado de “uma tentativa de um jogo de plataforma” para um “um dos mais viciantes games já liberados para smartphone”.

O trailer oficial de “Lep’s World 3” (este vídeo foi adicionado ao YouTube e pode ser removido a qualquer momento)

No geral, por adotar o estilo, a jogabilidade e os gráficos de um dos maiores (se não o maior) jogos já produzidos pela indústria dos consoles, “Lep’s World” não se mostra o título mais criativo ou chamativo do mercado. Todavia, ao se distanciar dos tão batidos lançamentos de corredores infinitos e optar pelo esquema de side scrolling (rolagem lateral) dos games oitentistas, ele se mostra uma ótima dica que talvez agrade os fãs menos exigentes do inesquecível “Super Mario Bros.”. Obviamente, esta franquia não traz a mesma nostalgia concedida pelas primeiras sequências do promissor de 1985, mas é, sem sombra de dúvidas, um nome que se destaca entre os incontáveis jogos dos últimos anos que tanto se inspiraram na saga do encanador baixinho e pouco conseguiram fazer.

* Desenvolvida pela “NerByte”, a franquia “Lep’s World” está disponível para download gratuito (é claro que o aplicativo permite compras online adicionais, mas que são de longe o foco do jogo) nas três principais plataformas mobile: iOS, Android e Windows Phone. A indicação é livre para todas as idades.

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#CoopGeeks: “Tirando da Estante: Yu-Gi-Oh!”

Depois de lhes contar um pouquinho sobre o meu mais recente projeto no post anterior, chegou o grande momento de vocês descobrirem o resultado da minha parceria com o Co-op Geeks em nossa primeira publicação conjunta. Tentando resgatar um tema legal que pudesse demonstrar todo o meu amor e carinho por esta cultura formidável, fechei os olhos por alguns instantes e vasculhei meu passado em busca de algo que se mostrasse muito marcante e digno da atenção de todos vocês. Foi dessa maneira que cheguei a “Yu-Gi-Oh!”, um dos animes mais legais que acompanhei fielmente com a inesquecível (R.I.P.) “TV Globinho”.

Completando 15 anos em abril passado, o desenho animado inspirado no mangá de mesmo nome, escrito e ilustrado por Kazuki Takahashi, continua sendo uma das franquias mais bem sucedidas de todo o mundo ao conquistar recordes e lembranças em todo o tempo que se manteve na ativa. Vinculando-se a lançamentos paralelos como videogames, filmes, spin-offs e um jogo colecionável com cartas de baralho, o “Monstros de Duelo” – que foi uma das disputas mais acirradas dos meus tempos de colégio – é hoje o post que inaugura a minha entrada ao Co-op Geeks e que vocês conferem com o link a seguir. Sem mais enrolação, vamos ao que interessa:

CLIQUE AQUI PARA LER “TIRANDO DA ESTANTE: YU-GI-OH!”.