#CoopGeeks: “Tirando da Estante: Yu-Gi-Oh!”

Depois de lhes contar um pouquinho sobre o meu mais recente projeto no post anterior, chegou o grande momento de vocês descobrirem o resultado da minha parceria com o Co-op Geeks em nossa primeira publicação conjunta. Tentando resgatar um tema legal que pudesse demonstrar todo o meu amor e carinho por esta cultura formidável, fechei os olhos por alguns instantes e vasculhei meu passado em busca de algo que se mostrasse muito marcante e digno da atenção de todos vocês. Foi dessa maneira que cheguei a “Yu-Gi-Oh!”, um dos animes mais legais que acompanhei fielmente com a inesquecível (R.I.P.) “TV Globinho”.

Completando 15 anos em abril passado, o desenho animado inspirado no mangá de mesmo nome, escrito e ilustrado por Kazuki Takahashi, continua sendo uma das franquias mais bem sucedidas de todo o mundo ao conquistar recordes e lembranças em todo o tempo que se manteve na ativa. Vinculando-se a lançamentos paralelos como videogames, filmes, spin-offs e um jogo colecionável com cartas de baralho, o “Monstros de Duelo” – que foi uma das disputas mais acirradas dos meus tempos de colégio – é hoje o post que inaugura a minha entrada ao Co-op Geeks e que vocês conferem com o link a seguir. Sem mais enrolação, vamos ao que interessa:

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Os meus 13 jogos favoritos para PSOne (Parte 1)

Foi em março do ano passado que escrevi a minha primeira publicação sobre alguns dos games mais antigos que com certeza marcaram a infância de qualquer garoto ou garota viciado no mundo dos eletrônicos. Ainda aprendendo a elaborar um texto bacana (e é claro, cometendo diversos erros gritantes), tentei, naquela época, ressuscitar algumas lembranças antigas que talvez pudessem ter feito parte da vida de outras pessoas.

Desde então, nunca mais toquei nesse assunto (games), e depois de muito refletir cheguei aos meus 13 jogos favoritos lançados para o 1º PlayStation, o de 94. Para facilitar a leitura e não deixar esta publicação muito cansativa (vocês já devem ter notado que eu tenho uma certa predisposição a escrever textos gigantescos), dividi a minha pequena lista em duas partes, contendo 7 títulos a primeira e 6 a segunda. Estão prontos? Então vamos lá.


1. THEME HOSPITAL

Criador-designer / Ano: desconhecido, 1997;

Produtora: “Bullfrog Productions” (PC), “Krisalis Software” (PS);

Editora / Distribuidora: “Electronic Arts”;

Outras plataformas: PC;

Gênero: simulador de negócios;

Modo: single-player (1 jogador) e multiplayer (vários jogadores).

É com esta raridade de 97 criada pela “Krisalis Software” e distribuída pela “Electronic Arts” que abrimos o nosso especial dos meus 13 jogos favoritos para PSOne. Sucedendo o já popular “Theme Park”, o seu objetivo em “Theme Hospital” é criar e administrar um hospital que possa atender a demanda sempre crescente de enfermos, para isso se valendo da contratação de médicos, enfermeiras, faxineiros e recepcionistas. Podendo construir consultórios, farmácias, banheiros e até mesmo salas de pesquisa, você costumeiramente é questionado a receber casos de emergência, podendo negá-los em não havendo os recursos básicos para o devido tratamento. Um ponto bem interessante de “Theme Hospital” é o senso de humor dos seus criadores, que, brilhantemente, inseriram no roteiro do game pacientes com graves problemas de invisibilidade, cabeça ou língua inchadas e pelos por todo o corpo, cabendo a você descobrir a cura para suas anormalidades. O jogo obteve um grande sucesso comercial, vendendo mais de 4 milhões de cópias no mundo.

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2. KLONOA BEACH VOLLEYBALL

Criador-designer / Ano: Yoshihiko Arawi, 2002;

Produtora: “Namco”;

Editora / Distribuidora: “Namco”;

Outras plataformas: não há;

Gênero: esporte;

Modo: single-player (1 jogador) e multiplayer (vários jogadores).

Muitos não devem se lembrar ou conhecer, mas, o Klonoa já foi uma das personagens mais populares da “Namco”, sendo, inclusive, usada de mascote ao lado do tão amado Pac-Man. Ganhando a sua própria série multidisciplinar, incluindo aparições em HQs e programas de televisão, “Klonoa Beach Volleyball” é apenas mais um dos vários spin-offs de “Klonoa: Door to Phantomile”, o primeiro jogo da saga. Em “Beach Volleyball”, como o próprio nome diz, você consegue montar a sua própria dupla de jogadores, podendo enfrentar seus adversários em diversos campos inusitados, incluindo grama, um castelo mal assombrado, uma plataforma aquática e a tradicional partida na areia. Para deixar o jogo ainda mais emocionante, cada personagem possui o seu próprio poder especial, podendo ser ativado pelo jogador no momento mais oportuno. Lançado em 2002 de forma limitada apenas para o Japão e a Europa, este é o único “Klonoa” a receber um modo multiplayer, podendo ser jogado em até quatro pessoas.

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3. MORTAL KOMBAT TRILOGY

Criador-designer / Ano: Ed Boon e John Tobias, 1996;

Produtora: “Avalanche Software” (PlayStation), “Midway Games” (N64) e “Point of View, Inc.” (PC, Saturn);

Editora / Distribuidora: “Williams Entertainment” (1996), “Midway Games” (1997 adiante), “GT Interactive” (lançamentos para PC e território europeu) e “SoftBank” (lançamento japonês);

Outras plataformas: Nintendo 64, Sega Saturn, MS-DOS, Microsoft Windows, Game.com e R-Zone;

Gênero: luta;

Modo: single-player (1 jogador) e multiplayer (vários jogadores).

O que é melhor do que jogar “Mortal Kombat”, “Mortal Kombat II” ou “Mortal Kombat 3”? Isso mesmo, encontrar esses três clássicos dos anos 90 num único lançamento. Foi essa a ideia que a “Avalanche Software” teve, em 96, ao unir todas as personagens da mais sanguinária saga de jogos de luta de todos os tempos num único disco, para felicidade dos admiradores mais fanáticos. Trazendo os 32 lutadores dos combates originais (à exceção da versão para “Nintendo 64”, que tinha menos), todos eles eram realmente selecionáveis, inclusive os chefes Motaro, Shao Kahn, Goro e Kintaro. Seguindo os passos de “Ultimate Mortal Kombat 3”, este foi o último “MK” a apresentar uma jogabilidade com gráficos em 2D, diferente da triste experiência 3D vivida em “Mortal Kombat 4”. Inserindo ainda a novata Khameleon, uma espécie de fusão de todas as mulheres ninja, várias outras novidades acabaram sendo incluídas nesta versão do game, como novas finalizações e as versões clássicas de Jax, Kung Lao, Kano e Raiden.

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4. PAC-MAN WORLD

Criador-designer / Ano: Hardy LeBel e Scott Rogers, 1999;

Produtora: “Namco / Full Fat”;

Editora / Distribuidora: “Destination Software / Hip Games / Namco” e “Zoo Digital Publishing” (Europa);

Outras plataformas: Game Boy Advance;

Gênero: plataforma (3ª pessoa);

Modo: single-player (1 jogador).

Seguindo o mega sucesso do jogo que foi febre nos fliperamas de todo o planeta, “Pac-Man World” foi o 17º título da série, distribuído pela “Namco”, em 1999. Apostando todas suas fichas nos modernos gráficos da 3ª dimensão, o game já se inicia com a preparação do aniversário de 20 anos da personagem principal – que completava 2 décadas não apenas no mundo virtual, como também no real. Apresentando uma roupagem completamente nova, vários elementos clássicos ainda estavam presentes no jogo, fazendo com que passado e futuro se encontrassem e trouxessem ao jogador a indescritível experiência reviver um dos maiores nomes da história dos eletrônicos. Pela modalidade principal do jogo (quest), você tinha o objetivo de ir atrás de todos os seus amigos, os quais haviam sido sequestrados pelo maligno Toc-Man e levados até a “Ghost Island”. Além do modo quest/aventura, “Pac-Man World” trazia mazes e classic, nos quais você poderia enfrentar labirintos 3D e, também, recuperar a versão original de “Pac-Man”, a mesma do começo dos anos 80.

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5. CRASH BANDICOOT 3: WARPED

Criador-designer / Ano: Jason Rubin, 1998;

Produtora: “Naughty Dog”;

Editora / Distribuidora: “Sony Computer Entertainment” e “Universal Interactive Studios”;

Outras plataformas: PlayStation Network;

Gênero: plataforma (3ª pessoa);

Modo: single-player (1 jogador).

Liberado pela “Naughty Dog” em 98, este foi o 3º jogo da série “Crash Bandicoot”, o qual deu continuidade ao jogo homônimo (1996) e “Cortex Strikes Back” (1997). Acompanhando a jogabilidade do 2º game, em “Warped” também encontramos a já conhecida “warp room”, sala de controle que permite ao jogador optar pela fase a ser jogada (no 1º “Crash Bandicoot” isso não era possível) e salvar o seu êxito com maior facilidade. Apresentando, ainda, cenários mais bem elaborados, este foi o primeiro jogo da saga a inserir a irmã de Crash, Coco, como uma personagem jogável, deixando de ser uma mera coadjuvante sem muita importância. Trazendo de volta alguns dos vilões já enfrentados em “Cortex Strikes Back” como o marombado Tiny Tiger, o biônico Dr. N. Gin e o cientista do mal Dr. Neo Cortex, agora o Sr. Bandicoot está altamente munido com novos poderes que lhe serão atribuídos após derrotar cada um dos chefes que protegem os cinco portais principais. Apesar de muitos acreditarem que Crash é uma raposa, a verdade é que ele é um bandicoot, uma espécie de marsupial que, de acordo com a linguagem do povo indiano, quer dizer “rato porco”.

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6. YU-GI-OH! FORBIDDEN MEMORIES

Criador-designer / Ano: desconhecido, 1996 (Japão) e 2002 (EUA e Europa);

Produtora: “Konami Computer Entertainment Japan”;

Editora / Distribuidora: “Konami”;

Outras plataformas: não há;

Gênero: tabuleiro;

Modo: single-player (1 jogador) e multiplayer (vários jogadores).

Aaah, os monstros de duelo! Depois de Kazuki Takahashi ganhar o mundo escrevendo e ilustrando o seu mangá de mesmo nome, em 96, a magia do seu jogo de tabuleiro chegou até “Forbidden Memories”, a primeira adaptação de “Yu-Gi-Oh!” para os consoles de vídeo-game. Desenvolvido pela “Konami” e distribuído pela primeira vez em 1999, no Japão, o enredo de nossa história se inicia já no Antigo Egito, quando você, na pele do faraó Atem, enfrenta seus adversários no tão popular “Yu-Gi-Oh! Trading Card Game”. Obviamente, sua única finalidade era invocar as melhores cartas de seu baralho de 40 unidades para vencer o jogador oponente, para isso se valendo de monstros de variados gêneros, cartas-mágica, cartas-amardilha e as raríssimas cartas de ritual. Utilizando-se da técnica da fusão, você podia, ainda, unir dois monstros em um novo e mais poderoso, desde que, é claro, eles possuíssem alguma similaridade. Durante sua jornada, automaticamente eram inseridas em seu caminho as imbatíveis “Relíquias do Milênio”, 7 ferramentas mágicas criadas para afugentar a antiga magia dos “Jogos das Trevas” praticados no Antigo Egito.

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7. HARRY POTTER AND THE SORCERER’S STONE

Criador-designer / Ano: desconhecido, 2001;

Produtora: “KnowWonder” (PC), “Argonaut” (PS), “Warthog” (GC, PS2, Xbox), “Griptonite” (GBC, GBA) e “Aspyr” (Mac OS X, parte da versão para PC).

Editora / Distribuidora: “Electronic Arts”;

Outras plataformas: Microsoft Windows, Game Boy Color, Game Boy Advance, Mac OS X, Nintendo GameCube, PlayStation 2 e Xbox;

Gênero: aventura com elementos de plataforma (3ª pessoa);

Modo: single-player (1 jogador).

Baseado no primeiro grande livro da saga “Harry Potter”, escrito por J.K. Rowling, e no primeiro filme, dirigido por Chris Columbus, “Sorcerer’s Stone” é a estreia do bruxinho mais popular da literatura no universo eletrônico. Convidado para estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Harry deverá assistir algumas aulas de magia para dominar a arte de enfeitiçar diversos objetos e criaturas espalhados pelos terrenos de seu novo lar. Podendo colecionar as “Cartas de Bruxas e Bruxos Famosos” e os “Feijõezinhos de Todos os Sabores”, não vai demorar muito para o jogador perceber que a vida em Hogwarts não é tão simples assim, devendo, costumeiramente, enfrentar alguns desafios propostos pelo cenário do jogo. Convocado como apanhador do time de quadribol da Grifinória, a casa a qual lhe foi nomeada pelo Chapéu Seletor, você pode neste game participar da divertida experiência de voar numa vassoura ponta de linha em busca do pomo de ouro, a bolinha dourada que encerra a partida e lhe garante a vitória. Apesar de não ter os melhores gráficos se comparado a outros jogos da “Electronic Arts” também lançados em 2001, “Sorcerer’s Stone” para PSOne é uma ótima dica para os fãs da série que gostariam de passar algumas horas no mundo mágico criado por J.K Rowling (por mais que seja de uma forma tão limitada assim).

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