#CoopGeeks: “Artigo – Tudo o que você precisa saber sobre Animais Fantásticos e Onde Habitam”

Quem me acompanha por aqui há mais tempo provavelmente já tem conhecimento da minha parceria com o Co-op Geeks: o site de entretenimento geek que dedica muito do seu tempo atualizando o leitor com as melhores notícias, artigos, vídeos e conteúdo informacional que pode ser encontrado pela internet. Esporadicamente, eu dou as minhas caras por lá, e como já combinado anteriormente, faço uma curta chamadinha os comunicando com o que de interessante foi publicado lá no site da comunidade Co-op.

Depois de falar bastante sobre “Yu-Gi-Oh!”, um dos meus animes favoritos dos tempos de criança, chegou o momento de deixar o passado um pouquinho de lado para discorrermos sobre as maravilhas que nos aguardam no futuro. Isso porque há algum tempo foi finalmente revelado o 1º trailer oficial de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, a nova trilogia da “Warner” que se passará no mesmo universo Harry Potter, mas há 70 anos. Contando as aventuras de Newt Scamander, o novo protagonista da trama, a superprodução que é esperada para o dia 17 de novembro de 2016 conta com roteiro da própria J.K. Rowling (a escritora e criadora da franquia) e direção de David Yates (o mesmo dos últimos quatro filmes da série).

Falando um pouquinho sobre a sinopse, a obra homônima que serviu de inspiração para o filme (e que vocês podem conferir um pouquinho mais com o nosso “Animais Fantásticos e Onde Habitam: vale a pena ler?”), o personagem principal, o elenco e outras observações gerais, o meu novo artigo já está disponível para leitura no Co-op Geeks e pode ser acessado por meio do link a seguir. Você não vai perder essa, não é mesmo?

CLIQUE AQUI PARA LER: “TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM”

Os decisivos reflexos de Harry Potter na minha vida e para onde tudo isso me levou

Acho que vocês já devem ter percebido que tem um bom tempinho que o quadro “Papo Cabeça” (o espaço no qual eu deixo as formalidades de lado e parto para uma conversa mais informal) não dá as caras por aqui em uma publicação mais completa ou intimista. Dessa forma, reforçando-o e trazendo de volta essa importante parte do Caí da Mudança, o post de hoje será o grande responsável por levar até vocês um pouquinho mais sobre mim e sobre algumas das coisas que já conduzi em minha vida. Porém, a conversa da vez não seria completamente honesta se eu não começasse nossa alucinante viagem pelos fabulosos terrenos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts com um breve (bom, quase breve) desabafo pessoal.

Confesso a vocês, caros leitores, que, desde o primeiro instante que tive a ideia de criar um blog e rascunhar sobre os mais variados assuntos envolvendo a cultura popular, Harry Potter se mostrou para mim como o maior desafio que eu poderia aceitar trazer para cá. Isso porque, diferente de qualquer outro tema já tratado e dissecado por aqui, a história do bruxinho órfão que vivia em um armário debaixo de uma escada representa muito mais do que um dos maiores fenômenos da literatura contemporânea: mas, principalmente, uma fundamental fase da minha infância/adolescência. E, para dificultar mais ainda esse obstáculo como a pessoa perfeccionista que sou, o fato é que nunca estou 100% satisfeito com o material que preparo, escrevo e publico por aqui. Todavia, depois de tanto esperar e me sentir inseguro com as minhas próprias habilidades de escrita, decidi há alguns dias enfrentar essa barreira com a melhor maneira que me veio até a mente no momento: escrevendo.

Desde que fui apresentado aos primeiros livros da série pouco tempo depois de assistir ao apaixonante “Pedra Filosofal” no colégio, há distantes 13 anos, cheguei à conclusão que consigo visualizar esse filme, hoje, como o primeiro grande divisor de águas da minha vida. É incrível o quanto pude aprender enquanto lia avidamente página atrás de página, sempre à procura do que guiava cada personagem ao seu profetizado destino final. Mais do que mero leitor, acompanhar Harry Potter deixou há muito de ser um passatempo bobo que este que vos escreve procurava para fazer quando se sentia entediado: eu não mais lia Harry Potter, eu vivia Harry Potter. Sentindo como se fosse teletransportado (ou aparatado, para os entendidos no assunto) para cada cenário mágico da trama (muitas vezes, aliás, sob a pele dos próprios personagens), é incrível tudo o que a mamãe Rowling foi capaz de propiciar a todos os seus milhões de filhos que um dia decidiram pegar os seus livros encantados e dar vida ao que havia ali dentro.

Aprendendo a viver em um mundo difícil no qual cotidianamente somos testados a explorar nossos limites de resistência (e esperança), hoje eu posso dizer abertamente que me sinto completamente feliz por ter conhecido Harry Potter na época em que o conheci. Vivendo em uma fase complicada passada pela maior parte dos adolescentes que estranhamente não se sente segura ou completa com sua própria identidade, devo admitir que o romance escrito pela ex-professora de língua inglesa apareceu no meu caminho como um revigorante sopro de vida. De alguma maneira, além de não ter tido muitos amigos durante a infância, eu sempre me vi como um garotinho esquisito que jamais soube se encaixar em grupos muito grandes de pessoas (não que eu tenha deixado de ser esse menino em dias mais recentes). Já esgotado de tentar agradar meus colegas de classe e há muito chateado por ser rotineiramente deixado de lado (ora esquecido, ora trocado), tudo que me restou em dado momento foram duas opções completamente decisivas para uma criança emocionalmente machucada: ou eu abriria mão de tudo ou confiaria minha lealdade a outro “pessoal”.

É claro que tive a imensa sorte de ter sido criado por uma família compreensiva que jamais se negou a me dar qualquer tipo de apoio, mas, a ausência de amigos acabou por se tornar um problema muito maior para a criança perdida que eu fui há alguns anos. Já cansado de buscar auxílio em jogos eletrônicos que não mais saciavam toda minha vontade de ser ouvido por alguém, foi lendo os 7 livros principais do universo Harry Potter (emprestados de algumas primas) que todas as minhas angústias infantis puderam ser calorosamente anestesiadas página após página, livro após livro. Tornando-me melhor amigo de todas aquelas “pessoas” que a partir de então acompanharam-me ao passar da década e me viram crescer até o pequeno adulto dos dias de hoje, é incrível a quantidade de ensinamentos aprendidos graças ao dom sobrenatural conferido à J.K. e exercitados em suas obras tão milagrosas.

Os anos foram se arrastando e, conforme fui tocando minha vida adiante, alguns sentimentos acabaram sendo resfriados de uma maneira irrefreável – com a chegada do primeiro emprego meu tempo livre acabou sendo reduzido consideravelmente. Não mais relendo as obras (eu criei o hábito de ler tudo novamente do zero enquanto aguardava os lançamentos de “Ordem da Fênix”, “Enigma do Príncipe” e “Relíquias da Morte”) ou procurando por quaisquer informações voltadas à vida de Harry e seus amigos, o ápice do meu “afastamento” se deu com “Relíquias da Morte – Parte 2”, longa-metragem de 2011 que encerrava toda a trama tão bem criada e amarrada por Rowling.

Evitando ao máximo a dolorosa despedida (que era inevitável desde o começo de tudo, em 97), só tive o impulso necessário para assistir a adaptação 4 anos mais tarde, depois de tanto relutar e dizer para mim mesmo que aquilo era apenas mais um filme (o que era estranho, já que eu havia devorado o livro alguns anos atrás e sabia como tudo terminava). Contudo, por mais que a versão para os cinemas não leve até o público toda a emoção representada pelas tão bem pensadas palavras escritas pela sua criadora original, é impossível, para mim (e provavelmente para qualquer fã de longa data da franquia) não derramar lágrimas enquanto me deparo com algumas das filmagens tão bem ministradas por gênios do meio como Chris Columbus e David Yates.

Agora, em 2015 e não mais “brigado” com o Senhor Potter, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, o 1º filme da nova trilogia inspirada no livro de mesmo nome escrito pela britânica em 2001 (relembre o nosso “vale a pena ler” com a obra), surge para trazer um novo oxigênio para todos os fãs órfãos de Harry Potter (assim como eu). Com roteiro da própria J.K., o trabalho deverá seguir a já conhecida direção da escritora em suas publicações anteriores e poderá misturar muita magia com as mais inimagináveis experiências de vida dignas de serem aplicadas ao dia a dia de qualquer pessoa, como eu e você. Por mais que não seja uma sequência direta que nos narrará as aventuras do tão querido “Golden Trio” formado por Harry Potter, Ron Weasley e Hermione Granger, o simples fato de ter algo novo a ser transmitido no mesmo ambiente é, no mínimo, animador (para não dizer acalentador).

Falando muito sobre amor, lealdade, confiança e coragem (virtudes cada vez mais raras de serem encontradas na sociedade atual), tudo o que Rowling foi inserindo em seus trabalhos surgiu com o tempo como um complemento das importantes conversas que tive com minha família desde que me entendo por gente. Formando meu caráter em cima do que me foi ensinado por minhas duas mães e meu único pai, é a essas três pessoas que devo toda minha gratidão pela base que me foi dada desde muito cedo – e que, anos antes, faria toda diferença para a superação dos problemas cotidianos. Definitivamente, o Marcelo de hoje não seria o mesmo se não tivesse sido apresentado, lá atrás, ao fantástico garotinho órfão maltratado pelos tios durante sua infância criado pela brilhante J.K. Rowling.

Obrigado, Joanne Kathleen Rowling; não apenas por ter me proporcionado conhecer a melhor série de todos os tempos, mas, especialmente, por ter salvo a minha vida!

“Quadribol Através dos Séculos”: vale a pena ler?

Não faz muito tempo que estreei por aqui a nossa primeira publicação destinada ao cenário da literatura e, coincidentemente (ou não), o post de hoje que dá continuidade ao nosso especial “Vale a Pena Ler?” também foi retirado do fabuloso mundo de Harry Potter. “Quadribol Através dos Séculos” (“Quidditch Through the Ages”, no original), publicado pela “Bloomsbury Publishing” em março de 2001, foi o segundo trabalho lançado pela britânica J.K. Rowling como spin-off da série principal composta por 7 livros que ganhou o mundo em 1997.

Chegando ao Brasil no mesmo ano sob a responsabilidade da “Rocco”, a editora por trás dos lançamentos principais da franquia, a obra de Rowling traz ao leitor uma criativa viagem de volta ao passado que o introduzirá a um tempo em que bruxos e bruxas ainda possuíam um limitado sistema de locomoção e transporte. Apresentando-nos 10 capítulos que discorrerão desde “A evolução da vassoura voadora” até “O quadribol hoje”, é interessante notarmos como o esporte se fez presente na vida mágica desde os seus primórdios, da mesma forma como também esteve presente no desenrolar do universo trouxa (o mundo dos seres não-bruxos, aqueles não dotados de poderes mágicos).

Assinado sob o pseudônimo Kennilworthy Whisp, o “famoso especialista em quadribol que possui como passatempos o gamão, a culinária vegetariana e uma coleção de vassouras antigas”, o livro é uma réplica idêntica de um exemplar retirado da biblioteca de Hogwarts, pelo professor Dumbledore. Por mais que Madame Pince, a protetora bibliotecária, tenha se recusado muito a colaborar com o amado diretor, Alvo conseguiu convencê-la de que sua ação se amparava em um fim muito maior e todos os nascidos trouxas tiveram a honra de prestigiar mais uma obra-prima vinda da mamãe J.K.

Assim como “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, em “Quadribol Através dos Séculos” a autora também demonstrou todo o seu apreço às causas sociais e reverteu as vendas do livro para a “Comic Relief”, uma organização “fundada em 1985 por um grupo de comediantes britânicos” que tiveram o objetivo de “angariar fundos para projetos que promovam a justiça social e ajudem a conter a pobreza”. Segundo a instituição: “cada centavo doado a Comic Relief é encaminhado para onde é mais necessário, por intermédio de organizações internacionalmente reconhecidas como a Save the Children e a Oxfam”.

Também ganhando um prefácio escrito pelo próprio professor Dumbledore, é informado ao leitor em seu interior que “a Colic Relief é uma obra que usa o riso para combater a pobreza, a injustiça e a calamidade. A alegria que a obra espalha é convertida em grandes somas de dinheiro (174 milhões de libras desde que começou em 1985 – mais de 34 milhões de galeões). Todos os envolvidos em trazer este livro até você, desde o autor até a editora; fornecedores de papel, gráficas, encadernadores e livreiros, contribuíram com seu tempo, energia e material gratuito ou a preços reduzidos, fazendo com que os lucros obtidos com sua venda fossem destinados a um fundo aberto em nome de Harry Potter pela Colic Relief U.K. e por J.K. Rowling”.

Imagem retirada da internet

Diferente das já conhecidas anotações de Harry, Rony e Hermione que marcaram as páginas de “Animais Fantásticos…” (que a propósito, foi transladado do exemplar do próprio Harry), “Quadribol Através dos Séculos” não apresenta nenhum manuscrito feito pelo trio de bruxos ou por qualquer outro estudante de Hogwarts – até porque, conhecendo bem Madame Pince, duvido muito que tal atitude seria autorizada ou passada adiante impune. Porém, logo que abrimos sua capa é possível encontrar uma relação com 18 nomes que recorreram ao livro junto à biblioteca, tais como Cedrico Diggory, os irmãos Weasley e Olívio Wood, o capitão do time de quadribol da Grifinória que aparece em “A Pedra Filosofal” e demais volumes da saga.

Mais adiante, para sanar a ausência das brincadeiras entre Harry e Rony que nos fez amar ainda mais “Animais Fantásticos…”, são retratadas diversas gravuras que ilustram todo o livro, o qual é ainda intercalado com diversas cartas que relatam os primeiros jogos de quadribol de que se tem notícia. Seja pela imagem de uma antiga “vassoura medieval exibida no Museu de Quadribol, em Londres”, ou pela caracterização do “Pomorim Dourado” (o passarinho que antecedeu a entrada do pomo de ouro ao lado das demais bolas), a obra contém também algumas críticas dos mais populares escritores do universo bruxo, tais como Bathilda Bagshot (“Hogwarts, Uma História”) e Rita Skeeter (a mesquinha repórter do “Profeta Diário”).

Se você tem medo de comprar “Quadribol Através dos Séculos” e não entender nada sobre o que a autora está querendo lhe dizer, não se preocupe, pois além de nos ensinar as regras do esporte o registro traz uma seleta lista com os times de quadribol oficiais da Grã-Bretanha e da Irlanda, além de outros espalhados pelas Américas, África e Oceania. Você sabia que na Ásia as vassouras não são vistas com bons olhos pela sua população devidos à tradição milenar de se usar os tapetes voadores? Mas isso não impediu o Toyohashi Tengu, do Japão, de “quase vencer o Gárgulas de Gorodok da Lituânia” em uma partida de 1994.

O quadribol mostrou-se uma febre tão grande entre os admiradores de Harry Potter que em 2003 foi liberado pela “Electronic Arts” o game “Harry Potter: Quidditch World Cup”, jogo esportivo para PlayStation 2 recebido de forma mista pelos críticos profissionais. Bem semelhante ao modo “quidditch” presentes em “Sorcerer’s Stone” e “Chamber Of Secrets” para PSOne (mas desta vez mais abrangente), “World Cup” trazia não apenas a competição tradicional entre as quatro casas de Hogwarts, mas também uma copa que era celebrada a nível mundial. Dá pra acreditar que o jogo lhe possibilitava controlar não apenas os apanhadores da Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa, mas até mesmo os demais personagens em suas respectivas funções?

Imagem retirada da internet
Imagem retirada da internet

Com apenas 63 páginas, o livro pode ser adquirido atualmente por menos de R$20,00 em qualquer loja virtual do país. Recebendo a tradução da já conhecida Lia Wyler (a mesma da série principal), todos os nomes originais criados por Rowling ganharam a sua própria versão aportuguesada, desde os times profissionais até os demais esportes bruxos também praticados em cima de vassouras que são abordados pelo senhor Whisp.

Assim como já dito anteriormente, num primeiro momento “Quadribol Através dos Séculos” pode parecer uma escolha estranha para quem que desconhece as histórias de Harry Potter, mas, isso acaba se provando uma completa inverdade. Assim como o futebol conquistou o mundo como o esporte mais amado e idolatrado pelos milhões de trouxas que estão espalhados por aí, este livro surge para nos dizer que, apesar de serem tão diferentes, bruxos e muggles (no original) possuem mais semelhanças do que qualquer um poderia imaginar. Se os humanos tiveram esse direito, por que então os feiticeiros não poderiam desenvolver também a sua própria paixão esportiva estampada em um dos jogos mais emocionantes do universo da literatura?

Para encerrar, os deixo com aquela mesma conclusão que usei para encerrar o magnífico “Animais Fantásticos e Onde Habitam”: apesar de serem livros curtos que podem ser facilmente lidos em um único dia, os três spin-offs trazem a já mundialmente conhecida magia da britânica de capturar a atenção do leitor e fazer com que ele tenha vontade de devorar capítulo atrás de capítulo incessantemente. Como sempre muito inteligente, cada detalhe inserido nestas obras vêm apenas para reforçar em nosso íntimo que, mesmo após o término de sua maior série, o mundo de Harry Potter consegue superar qualquer barreira imposta pelas páginas dos livros ou os telões dos cinemas. Demonstrando que este é um trabalho completamente atemporal, sempre que quisermos poderemos pegar uma dessas obras para reviver sua fascinante história ou colocar aquele DVD esperto para matarmos as saudades dos brilhantes atores que cresceram junto com a gente. Afinal, como já dizia o sábio professor Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore: “Hogwarts sempre ajudará aqueles que a ela recorrerem”.

Wow! 7 combinações inusitadas da cultura pop que me surpreenderam bastante neste 2015

O mundo do entretenimento pode ser mesmo uma caixinha de surpresas! Depois de crescer acompanhado dos mais memoráveis ícones que marcaram a indústria da música, da televisão, do cinema, da literatura e dos videogames, reconheço que foi se tornando cada vez mais difícil a tarefa de ser surpreendido por algo que eu julgasse ser realmente bom. Me tornando cada vez mais exigente com as novidades que tomaram conta de toda a web no decorrer destes anos, podemos dizer que acabei desenvolvendo um gosto um tanto quanto apurado para diferenciar qualidade de quantidade.

Assim, resolvi fazer algo diferente desta vez e destacarei neste post algumas combinações que, num primeiro momento, podem não parecer nada coerentes – mas acreditem, no final tudo se saiu melhor que o planejado. Seja pela reunião de diversas estrelas teens tidas como rivais na capa de uma mesma revista, ou a demo de um game de terror que levou um batalhão de fãs a conhecer um dos maiores cineastas da história, hoje vocês verão diversos featurings surpreendentemente inusitados e que realmente deram certo. A começar por:


1. Esta capa da “Vanity Fair” de 2003 que quebrou o pop há 12 anos, não se contentou em ficar no passado e decidiu dar um oizinho pelas redes sociais em pleno 2015:

Da esquerda para a direita: Amanda Bynes, Ashley Olsen, Mary-Kate Olsen, Mandy Moore, Hilary Duff, Alexis Bledel, Evan Rachel Wood, Raven Symoné e Lindsay Lohan

Uma missão quase impossível… mas não para o fotógrafo Mark Seliger! Não foram apenas os fã-sites das atrizes Hilary Duff (“A Nova Cinderela”) e Lindsay Lohan (“Meninas Malvadas”) que se lembraram dessa preciosidade do começo dos anos 2000 e resolveram reviver neste ano uma das capas mais icônicas da “Vanity Fair” em suas redes sociais. A própria Mandy Moore (“Um Amor Para Recordar”), que protagonizou o ensaio fotográfico ao lado de Amanda Bynes (“S.O.S. do Amor”) e as gêmeas Olsen (“As Namoradas do Papai”), resolveu tirar a poeira de algumas lembranças e nos prestigiou em sua conta no Instagram com uma das imagens mais marcantes da cultura pop da última década. Contando com a presença da inesquecível Raven Symoné (“As Visões da Raven”), podemos encontrar na imagem, ainda, as também populares Alexis Bledel (“Gilmore Girls”) e Evan Rachel Wood (a atriz nomeada ao “Globo de Ouro” por sua atuação no drama “Aos Treze”). Talvez esse ensaio fotográfico possa parecer um tanto quanto “simples” para quem não tenha vivido naquela época, mas, só para você ter uma ideia, hoje seria o mesmo que reunir Miley Cyrus, Demi Lovato, Selena Gomez, Ariana Grande, Taylor Swift e todas as meninas de girlbands como o Fifth Harmony e o Little Mix em uma única sessão fotográfica. Tá bom ou quer mais? PS: okay, não é uma combinação atual, mas sempre vale a pena nos recordarmos dos tempos de ouro, não é mesmo?


2. O encontro de três divas pop e o ponto final em duas das maiores rixas do cenário musical em que nos encontramos:

Já que o assunto da vez é o encontro improvável de celebridades, vamos para a fotografia que congestionou todos os servidores de internet ao redor do globo terrestre neste primeiro semestre de 2015. Encerrando todo aquele falatório sobre a “Mother Monster” ter se inspirado em “Express Yourself” para criar o hit “Born This Way” (quem não se lembra dos mashups feitos pela “Rainha do Pop” na “MDNA Tour”?) e “Roar” x “Applause” que gerou o maior bafafá pelo Twitter, Lady Gaga, Madonna e Katy Perry deixaram as diferenças de lado no “MET Gaga” e deram o maior tapa na cara da sociedade em maio desse ano. Unindo-se para um dos encontros mais surpreendentes desde o “VMA” de 2003 que colocou Britney Spears e Christina Aguilera em cima no mesmo palco, o trio chocou o público ao posar junto e compartilhar a imagem em suas redes sociais como numa espécie de celebração da bandeira branca. Isso sem nos esquecermos da saidinha de Gaga com Madonna numa festa do estilista Alexander Wang que resultou em alguns momentos íntimos tão lindos quanto na imagem acima. É realmente fascinante ver uma lenda da música pop e uma hitmaker contemporânea dando o braço a torcer para selar a paz!


3. O encontro de “Crazy In Love”, da Beyoncé, com o filme “Cinquenta Tons de Cinza” que gerou essa nova roupagem bem ousada e muito misteriosa:

Que Beyoncé já criou inúmeros hinos nos estúdios de gravação isso todo mundo já tá cansado de saber, mas, regravar um clássico da sua própria discografia e deixar a nova versão tão boa quanto a original, isso não é para qualquer uma. Provando que é uma mulher de fibra, este feito foi facilmente alcançado no remix de 2014 liberado exclusivamente para o polêmico longa-metragem “Cinquenta Tons de Cinza” – que conquistou as bilheterias dos cinemas em fevereiro passado. Com um instrumental completamente novo que nos remete a todo o ambiente sombrio, clássico e sensual objetivado pelo filme, nossa “Queen B” caprichou nos vocais e fez bonito ao nos entregar um dos melhores covers já feitos de uma canção do seu extenso material discográfico. Afinal, quem melhor que a própria Beyoncé poderia relançar uma versão tão digna do hino encarregado de abrir a divulgação do memorável “Dangerously In Love”, a estreia solo da cantora no cenário musical? O poder desta música é tão grande que “Crazy In Love” é provavelmente um dos únicos hits que se encaixa perfeitamente no R&B, na música clássica ou até mesmo no funk carioca proibidão (desde que cantado pela sua intérprete original, é claro). Ouça aqui “Crazy In Love (2014 Remix)”.


4. Este vídeo fan-made de “Perfume” que harmonicamente uniu cenas de Britney Spears com Justin Timberlake e se saiu melhor que a versão oficial:

Quando Britney Spears apareceu segurando uma arma nas filmagens do clipe para o single “Perfume” e foi vazada a informação que haveria uma versão do diretor bem diferente da publicada em seu canal oficial no YouTube, vocês devem ter imaginado o tamanho da decepção sofrida pelos milhares de fãs da cantora. Coberto de edições que esconderam o verdadeiro desfecho pretendido pelo diretor Joseph Kahn (o mesmo de “Womanizer”), o resultado final de “Perfume” acabou passando batido e pouco ajudou na divulgação do 2º single do “Britney Jean” nas paradas de sucesso. Porém, um fã resolveu recordar o antigo namoro da “Princesinha do Pop” com o astro Justin Timberlake e fez justiça com as próprias mãos ao recriar o que poderia ter sido os planos iniciais de Kahn (mesmo que com outro protagonista masculino). Combinando as cenas do vídeo de Spears com o de “TKO”, de Timberlake, o ex-casal mais badalado dos tapetes vermelhos aparece em momentos envolventes que poderiam ter originado uma trágica (mas bonita) história de amor a ser retratada nas telonas dos cinemas.

TheSQvids, obrigado por ter salvo o nosso dia com esse “Romeu e Julieta” dos tempos modernos!


5. Essa versão extraordinária para piano do clássico tema de “Super Mario Bros”:

O tema musical mais popular criado para um jogo de video-game já ganhou diversas homenagens de grandes fãs que resolveram fazer a sua própria versão da trilha sonora de “Super Mario Bros.”, mas esta executada pela Sonya Belousova é definitivamente uma das melhores. Liberada em comemoração aos 30 anos do jogo (sim, o jogo foi lançado em 85), e em uma forma de tributo ao Satoru Iwata, presidente da “Nintendo” que faleceu em julho deste ano, Sonya não decepcionou ao casar duas das melhores coisas já criadas pelo homem moderno: video-games e pianos. Customizando por completo o seu instrumento de trabalho como se fosse um console original do “NES” (“Nintendo Entertainment System”), até mesmo o banquinho usado pela moça ganhou uma super personalização para combinar com todo o conjunto e nos deixar em total estado de nostalgia. Se o vídeo por si só já merece uma ovação de pé pelo excelente trabalho desenvolvido por Belousova, os 10 segundos finais com certeza vieram para encerrar tudo com chave de ouro. É que, em uma referência a todo o tempo gasto pelos antigos amantes do “NES” que assopravam os cartuchos dos jogos para tirar a poeira deles e assim facilitar a sua rodagem, a própria moça assopra as teclas do piano em uma forma de respeito a essa prática milenar.

Outros vídeos tão bons quanto esse podem ser vistos no canal PlayerPiano, do YouTube.


6. O featuring “Silent Hills” com Norman Reedus, Hideo Kojima e Guillermo Del Toro que mal foi anunciado e engavetado em menos de 1 ano:

Quando foi anunciado pela “Konami” que a série de terror psicológico “Silent Hill” ganharia uma sequência e a demo “P.T.” (Playable Teaser) foi confirmada como uma prévia do que veríamos do sucessor de “Silent Hill: Downpour” (2012), muitos seguidores da saga entraram em total estado de choque, positivamente falando. Entretanto, para desespero de muitos, esta felicidade não durou mais de 1 ano e a empresa por trás do jogo voltou atrás ao cancelar o projeto. Além de Hideo Kojima (“Metal Gear”), o designer de games esteve acompanhado do diretor de cinema Guillermo Del Toro (“O Labirinto do Fauno”) e de Norman Reedus (o Daryl Dixon de “The Walking Dead”), o que certamente aumentou toda a pressão em cima do game e rapidamente o transformou em um dos lançamentos mais aguardados da década. Nomeado “Silent Hills” (assim mesmo, no plural), o projeto teria chegado ao fim por conta do término do contrato entre a “Konami” com Reedus (o que foi anunciado pela empresa), porém, especula-se que conflitos de interesse envolvendo Kojima, o seu próprio selo (a “Kojima Productions”) e a grande produtora teriam sido os responsáveis pela ruptura da produção (entenda mais). Todavia, talvez como uma forma de consolar todos os órfãos de “P.T.”, Hideo e Guillermo já avisaram que ainda possuem planos de continuar trabalhando juntos “fora de Silent Hills” – será que rola um lançamento do game sob outro nome e outra produtora? Assista aqui a um dos melhores trailers de “P.T.”.


7. Essa abertura linda de “Friends” inspirada nos personagens principais dos filmes “Harry Potter”:

Chegando ao fim de nossa pequena lista, é com dois dos títulos mais marcantes da minha vida que encerro este pequeno especial sobre as “7 combinações mais inusitadas da cultura pop que me surpreenderam neste 2015”! Apenas consolidando todo o impacto deixado por estes gigantes da televisão e do cinema no coração de cada fã leal que conquistou entre os anos 90 e 2000,  “Friends” e “Harry Potter”, mesmo sendo tão diferentes, merecem uma menção honrosa nesta publicação tão singela. Contudo, você já imaginou ver os dois juntos em um único vídeo? Foi essa a ideia que Jeremiah Rivera teve antes de recriar a famosa intro do seriado produzido pela “Warner” depois de “ficar entediado” e publicar a fan art em seu canal do YouTube. Ao som de “I’ll Be There For You”, da banda The Rembrandts, Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger), Rupert Grint (Ron Weasley), Matthew Lewis (Neville Longbottom), Evanna Lynch (Luna Lovegood) e Bonnie Wright (Ginny Weasley) estrelam as cenas já regravadas pelo elenco original de “Friends” inúmeras vezes no decorrer de suas 10 temporadas. Não que Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer possam ser substituídos tão facilmente, mas, que os bruxinhos mandaram bem (mesmo que involuntariamente), isso não há como negar!

Se você gostou da intro e gostaria de ver mais, se liga só nessa outra inspirada na abertura de “Buffy, A Caça-Vampiros”.

“Animais Fantásticos e Onde Habitam”: vale a pena ler?

Se você conhece o universo Harry Potter com certeza já deve ter ouvido falar em “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (“Fantastic Beasts and Where to Find Them”, em inglês), apenas um dos três spin-offs da saga escrita pela britânica J.K. Rowling. Lançado originalmente em março de 2001, pela “Bloomsbury”, a versão brasileira deste clássico nos foi adaptada no mesmo ano pela “Rocco”, a mesma editora responsável pela publicações nacionais de o primeiro “A Pedra Filosofal” até o derradeiro “As Relíquias da Morte”.

Por mais improvável que pareça, em “Animais Fantásticos…” encontramos uma verdadeira enciclopédia que correlaciona as 75 criaturas mágicas que fazem parte do mundo de Harry e seus amigos – muitas das quais podem ser vistas não apenas nas páginas da saga principal como também nos filmes levados para o cinema. Utilizando-se do pseudônimo Newt Scamander, o autor por trás da obra (no lançamento bruxo, é claro), J.K. não poupou criatividade ao trazer para os fãs um pouquinho de toda a magia que acompanhou cada um dos feiticeiros ocupantes das prestigiadas cadeiras da fabulosa Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Além do glossário, que é a parte mais legal da obra, “Animais Fantásticos…” traz uma nota sobre o autor, um prefácio escrito pelo próprio Alvo Dumbledore, uma aprofundada introdução sobre o estudo da magizoologia e a classificação elaborada pelo Ministério da Magia com a periculosidade de cada criatura. Indo de X a XXXXX, o “Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas” classificou os animais em: X. tedioso; XX. inofensivo/pode ser domesticado; XXX. bruxo competente pode enfrentar; XXXX. perigoso/exige conhecimento especializado/bruxo perito pode enfrentar; e XXXXX. mata bruxos/impossível treinar ou domesticar (ou como acertadamente diz uma anotação rabiscada na página: “ou qualquer coisa que Hagrid goste”, hahahahha).

Livro essencial para qualquer estudante do colégio mágico, a versão que podemos comprar em qualquer livraria ou loja virtual do país é uma cópia autêntica da usada por Harry nos seus dias de aprendiz em Hogwarts. Compilando até mesmo algumas das anotações manuscritas por ele, Rony e Hermione (com muita relutância, conforme frisou o diretor em seu prefácio), logo na primeira página já encontramos uma divertida discussão entre o casal de bruxos mais querido da literatura falando sobre a prioridade na compra de algumas bombas de bosta. Duas páginas depois, não muito diferente, Rony provoca seu melhor amigo com um hilário “Harry gosta da Murta que Geme” logo depois de brincarem de jogo da velha e forca (hahahhaha, mais alguma dúvida de que J.K. é um gênio no que faz?). Saca só a imagem a seguir:

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Com apenas 63 páginas (bem diferente de “A Ordem da Fênix”, o maior volume da série, com suas modestas 702), o livro pode ser adquirido atualmente por menos de R$20,00 e foi lançado conjuntamente com “Quadribol Através dos Séculos”, de autoria do Kennilworthy Whisp (J.K. nunca negou sua paixão por nomes “estranhos”, não é mesmo?).

Demonstrando que tem um grande coração e que se preocupa com as causas sociais, Rowling reverteu as vendas de “Animais Fantásticos…” para a “Comic Relief”, uma organização “fundada em 1985 por um grupo de comediantes britânicos” que tiveram o objetivo de “angariar fundos para projetos que promovam a justiça social e ajudem a conter a pobreza”. Segundo a instituição: “cada centavo doado a Comic Relief é encaminhado para onde é mais necessário, por intermédio de organizações internacionalmente reconhecidas como a Save the Children e a Oxfam”. O trabalho beneficente realizado pela instituição é tão importante que até mesmo o Professor Dumbledore, ocupadíssimo diretor de Hogwarts, cedeu um pouco do seu tempo para falar um pouquinho sobre isso na contra-capa do livro: “a renda apurada com a venda deste livro reverterá para a Comic Relief, o que significa que os reais e galeões que você paga por ele realizarão mágicas que ultrapassam os poderes de qualquer bruxo. Se você achar que essa razão não é o suficiente para separar-se do seu dinheiro, só me resta desejar que se um dia uma manticora atacá-lo, os bruxos que passarem e virem sejam mais caridosos e queiram ajudá-lo”.

Contudo, as curiosidades por trás deste livro não terminam por aqui! Você sabia que um filme adaptado em “Animais Fantásticos…” tem sido gravado neste exato momento nos estúdios da “Warner”, não é? Apesar de não sabermos muito sobre o seu enredo, já foi revelado que “a história se passará 70 anos antes das aventuras de Harry Potter começar” e “narrará as aventuras de Newt Scamander”. Sob a direção de David Yates (o mesmo que dirigiu os quatro últimos filmes da série) e com roteiro da J.K., a sua previsão é que chegue para os cinemas no dia 19 de novembro de 2016. Para você ter uma ideia, o ator ganhador do “Oscar” Eddie Redmayne (“A Teoria de Tudo”) é quem dará vida a personagem principal da trilogia (sim, já foi confirmado que três novos filmes serão liberados para esta nova franquia). Você confere muitas outras informações técnicas sobre o longa-metragem acessando este link.

Apesar de muitos criticarem o seu trabalho, o livro recebeu a tradução da já experiente Lia Wyler (a mesma dos “Harry Potters” principais), e assim como já é de se imaginar, todos os nomes originais das criaturas mágicas ganharam a sua própria versão aportuguesada, facilitando em muito o nosso entendimento – convenhamos que arpéu (graphorn) e furanzão (jarvey) foram boas escolhas, vai!?

Num primeiro momento, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” pode parecer uma escolha um tanto quanto incoerente para um leitor que desconhece as histórias do bruxinho mais popular de todos os tempos, mas acredite: não o é. É claro que, para compreender alguns dos comentários rabiscados por Harry, Rony e Hermione você deve, no mínimo, assistir aos primeiros filmes e captar alguns detalhes importantes, como a fobia de Rony por aranhas ou a dedicação de Hagrid por animais demasiadamente perigosos. Assim como os seus equivalentes, “Quadribol Através dos Séculos” e “Os Contos de Beedle, o Bardo” (sim, não demorará muito para eu escrever sobre eles por aqui), “Animais Fantásticos…” se mostra um item indispensável para um verdadeiro admirador da maior obra já criada pela mestra J.K. Rowling.

E, o melhor de tudo nem é o fato de todos esses livros terem um custo baixo, já que podem ser facilmente adquiridos pela internet por menos de R$30,00 em alguns sites (isso mesmo, os três), mas para onde esse dinheiro será destinado. Quantas pessoas gostariam de estender uma mão aos menos favorecidos mas não sabem como fazê-lo. Você já pensou em comprar um grande presente para um amigo e, mesmo involuntariamente, ajudar crianças do mundo todo que se sujeitam a condições precárias e desumanas de vida?

Apesar de serem livros curtos que podem ser facilmente lidos em um único dia, os três spin-offs trazem a já mundialmente conhecida magia da britânica de capturar a atenção do leitor e fazer com que ele tenha vontade de devorar capítulo atrás de capítulo incessantemente. Como sempre muito inteligente, cada detalhe inserido nestas obras vêm apenas para reforçar em nosso íntimo que, mesmo após o término de sua maior série, o mundo de Harry Potter consegue superar qualquer barreira imposta pelas páginas dos livros ou os telões dos cinemas. Demonstrando que este é um trabalho completamente atemporal, sempre que quisermos poderemos pegar uma dessas obras para reviver sua fascinante história ou colocar aquele DVD maroto e matarmos as saudades dos brilhantes atores que cresceram conosco. Afinal, como já dizia o sábio professor Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore: “Hogwarts sempre ajudará aqueles que a ela recorrerem”.