Fifth Harmony pode ter perdido seu membro mais valioso, mas o mundo ganhou Camila Cabello

Há quem diga que grupos musicais, principalmente os formados apenas por vocalistas, já nascem com um destino predefinido. E, se pararmos para analisar a carreira das muitas boybands e girlbands que estouraram de The Beatles para cá, até dá para encontrar um pouco de razão em tais alegações. Entre lágrimas e risos, foi com bastante pesar que diversas fã bases tiveram de se contentar com a trajetória solo (e muitas vezes mais promissora) de alguns de seus integrantes mais queridos. Esta premissa, é claro, não poderia ser diferente com os grupos da atualidade, que certamente, assim como seus antecessores, jamais possuíram uma garantia da longevidade de seu sucesso. Foi assim com Spice Girls, Destiny’s Child, *NSYNC, RBD, Rouge, Girls Aloud, Jonas Brothers e One Direction, e por óbvio não poderia ser diferente também com o Fifth Harmony.

Já lidando com os boatos de uma carreira solo desde que integrava o quinteto formado no palco do The X Factor (principalmente após colaborar com Shawn Mendes e Machine Gun Kelly em “I Know What You Did Last Summer” e “Bad Things”), é fato que Camila Cabello percorreu um caminho nada fácil antes de ascender-se em um dos nomes mais comentados da música pop em 2018. Tentando uma abordagem levada pelo pop-dance, foi com o sample de “Genie in a Bottle” e uma sonoridade bem puxada para “Cheap Thrills” que Cabello deu voz ao seu 1º single como solista. Lançada oficialmente no mesmo dia em que seu clipe ganhou o YouTube (em um medley com a também inédita “I Have Questions”), “Crying in the Club” não fez feio no mercado internacional e rendeu à cubana alguns selos de platina e ouro por países como Austrália, Brasil e EUA.

Em dezembro passado Camila completou um ano fora do grupo que a levou ao estrelato

Porém, Camila jamais se contentou com “pouco” e, sem parar de experimentar novos sons, não teve medo algum de mergulhar de cabeça no hip-hop de “OMG”: faixa que dividiu os vocais com o rapper Quavo – e isso porque não mencionamos as muitas colaborações que assinou com Major Lazer, Pitbull e Cashmere Cat em “Know No Better”, “Hey Ma” e “Love Incredible”. Apesar de ter seu nome sob os holofotes mais luminosos da indústria fonográfica, é bem verdade que a moça demorou para repetir a atenção que conquistara com os hits “Worth It”, “Work from Home” e “All in My Head (Flex)” – todos do Fifth Harmony. Seu 1º álbum solo até então atendia pelo nome de “The Hurting. The Healing. The Loving.” e, apesar de (àquela época) não sabermos nada de oficial sobre seu lançamento, muitos já apostavam que o trabalho seria bem recepcionado pelo público.

Colhendo, a longo prazo, os bons frutos gerados pela ótima passagem de “Havana” pelos charts mundiais, a novata acertou na estratégia e não pensou duas vezes antes de conceder ao seu feat com Young Thug o acertado status de lead single. Aproveitando a febre latina criada por “Despacito” e “Mi Gente” que alavancou os nomes de Luis Fonsi e J Balvin, Cabello também nos deu uma aula de empreendedorismo (e necessidade) ao descartar muito do que já havia feito para dar continuidade à mensagem transmitida pelo seu exitoso smash hit. Confiando em sua ancestralidade caribenha, foi influenciada pelos gêneros reggaeton e R&B que Camila liberou, no dia 12 de janeiro, o homônimo “Camila”, sua 1ª experiência como solista pelos estúdios de gravação. Coescrevendo cada uma de suas novas canções ao lado dos notórios Ryan Tedder, Justin Tranter e Simon Wilcox, a moça arrancou os elogios dos críticos e acumulou, no famigerado Metacritic, satisfatórios 75/100.

Distribuído sob os selos da Epic Records, Syco Music e Sony Music, “Camila” cumpriu com o prometido e ultrapassou em muito as expectativas de vendas esperadas para a sua primeira semana em território norte-americano. Distribuindo 119 mil cópias na first week, o trabalho atingiu o #1 na Billboard 200 enquanto “Havana”, simultaneamente, também figurava em #1 em outra importante parada musical dos charts gringos, a Billboard Hot 100 (aliás, a última pessoa a atingir tal feito tinha sido Beyoncé, que em 2003 dominara o mundo com o “Dangerously in Love” e seu carro-chefe “Crazy in Love”). Contendo 11 faixas na edição standard, 12 na da Target e 13 na versão limitada japonesa, o disco recebeu as produções de nomes que vão desde Frank Dukes (“Congratulations”) a Jarami, Skrillex (“Where Are Ü Now”), T-Minus (“How Low”), Bart Schoudel, The Futuristics (“Fetish”), SickDrumz e Jesse Shatkin (“Chandelier”).

Latina da cabeça aos pés: o ensaio fotográfico de “Camila” evidencia bastante as origens da cantora cubana

Indo direto ao ponto, podemos dizer, a grosso modo, que “Camila” explora três vertentes bem distintas entre si, mas que, graças ao bom trabalho de seu time de produtores, fundem-se numa só com uma homogeneidade sem precedentes. A mais evidente, é claro, não poderia ser outra senão aquela já mencionada logo acima, a grande responsável por fazer Cabello mudar de planos bem no meio do caminho. Trazendo um pouquinho mais da sonoridade de sua terra natal, o sucesso de “Havana” foi tamanho que Camila não teve escolha senão encaixar na tracklist do disco outras faixas também tropicais e capazes de dar prosseguimento ao legado iniciado pelo imbatível lead single. Assim, é com bastante desenvoltura que a morena nos apresenta às também maravilhosas “She Loves Control” e “Inside Out”, gravações que, arriscamos dizer, não deverão demorar para chamar a atenção da mídia graças a seu impactante poder radiofônico.

Nem tudo, porém, são rosas! Acompanhando os comentários que seguiram sua saída do 5H (e aqui incluímos a cruel indireta protagonizada pelas meninas do grupo no palco do último VMA), é claro que Camila dedicaria muito do seu tempo livre para dar vida a composições mais intimistas que tivessem a ver com sua personalidade. Desabafando sobre desilusões amorosas e até mesmo a “falta de amigos de verdade”, “Consequences”, “Real Friends” e “Something’s Gotta Give” dão uma pausa no alto astral do bloco anterior e especializam-se em curar algumas feridas até então super expostas. Bem afinada e confiante sobre seus versos melodramáticos, Cabello supera em muito sua anterior tentativa de emplacar uma balada memorável (com “I Have Questions”) e entrega-nos três das mais honestas composições para uma jovem musicista de sua geração.

A estrela (felizmente) solitária

Por fim, todo artista pop que se preze sempre encontra uma maneira, mesmo que discreta, que incorporar as tendências do mainstream aos seus principais trabalhos de estúdio, por mais autorais que sejam suas intenções. Pegando um pouquinho de Lorde em “Into It” e de Hailee Steinfeld em “All These Years” (compare), Camila brinca com a nossa intimidade na desafiadora “In the Dark” antes de fechar o terceiro arco do disco com a já conhecida “Never Be the Same”, a balada mid-tempo com elementos de R&B que atualmente promove o disco como 2º single. Convenhamos que um disco pop não seria tão pop sem a presença de uma gravação ou outra mais clichê, não é mesmo?

(Re)construindo sua imagem do nada apoiada apenas pelo suporte de sua fã-base, é impressionante ver o quanto Camila cresceu em um espaço de tempo tão curto, mas muito bem aproveitado. Aliás, se voltarmos para 2016, podemos notar que a saída da moça do Fifth Harmony se deu num momento um tanto quanto inesperado, pois a girlband jamais estivera em tamanha evidência em toda sua carreira. Caminhando a esmo sem sequer ter uma noção do som que gostaria de criar para sua aguardada estreia como solista, as muitas faixas liberadas antes de “Havana” são a prova de que, se não tivesse “deixado a metade de seu coração” em Cuba, talvez as coisas estariam um pouquinho diferentes agora. Dando as costas para os materiais sem personalidade que consolidaram seu ex-grupo como um dos mais amados da década, também nos surpreende ver que, costurando o pop chiclete com a música latina, Cabello conseguiu encontrar seu diferencial sem soar forçado ou aproveitador.

O clipe oficial de “Havana”

Quem acompanhou todo o bafafá que foi a novela Camila x 5H sabe que indiretas brotaram por toda a internet, principalmente as vindas do quarteto – e aqui abrimos um parêntese não para criticar as demais integrantes do grupo, mas a equipe por trás de sua marca, que não poupou esforços de deixar bastante claro que a ausência de sua quinta integrante jamais faria falta. Descartada como se nunca tivesse existido, a cubana viu-se abandonada por aqueles que, a princípio, deveriam ter apoiado (ou ao menos respeitado) sua procura por independência; mesmo que de sua boca tenham saído apenas agradecimentos. Agora sem precisar dividir os vocais com Lauren, Normani, Ally e Dinah, até percebemos que, de fato, a voz de Camila não casava tão bem com as das demais garotas, apesar de fluir bem natural em suas músicas solo (vide a avalanche de críticas negativas que acompanharam as primeiras performances ao vivo de “Work from Home”).

Não podemos afirmar que a provável imagem de vítima tenha colaborado para a bem sucedida estreia de Cabello; mas, também não dá pra negar que voltas por cima são um afrodisíaco especial entre o público norte-americano (como Britney após 2007 ou Kesha após Dr. Luke). Talvez sensibilizados e empáticos com as persistentes tentativas de Camila de emplacar uma trajetória solo, os EUA tenham finalmente deixado seu patriotismo conservador de lado – mesmo que por apenas alguns meses – para abraçar a capital de Cuba como sua mais velha e querida amiga. Mas também, convenhamos que os próprios esforços da morena merecem ser valorizados! Sempre simpática, extrovertida e com um sorriso no rosto, não é difícil de entender o amor que a moça desperta entre seus mais assíduos fãs, comunidade esta que vem crescendo gradual e espontaneamente. Metade do seu coração pode estar em Havana, Camila, mas o nosso está inteiramente com você!

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Hora de se atualizar – Pt 5: conheça os últimos lançamentos da música pop internacional

Se você tem acompanhado o nosso blog já há algum tempo, sabe que no finalzinho de março rolou por aqui a volta do “Hora de se atualizar”, o especial que destaca os melhores e mais comentados lançamentos da música em geral. E, depois de darmos bastante atenção às novidades do pop nacional que dominaram todo o país por estes últimos dois meses (relembre a publicação), chegou o momento de descobrirmos tudo que tem feito a cabeça do resto do mundo e não para mais de tocar nas melhores rádios internacionais.

A seguir, selecionamos apenas alguns dos muitos trabalhos divulgados recentemente e que, sem sombra de dúvidas, merecem um lugarzinho especial na sua playlist gringa. Ficou curioso pra descobrir de quais músicas e videoclipes estamos falando? Então vem com a gente e se liga nestas seis dicas imperdíveis:

Após meses sem novidades, Tove Lo nos surpreende com “Scars”, o misterioso carro-chefe da trilha sonora de “Convergente”:

Depois de encerrar seu debut album com a dançante “Moments”, em outubro do ano passado, 19 de fevereiro foi a data escolhida pela sueca Tove Lo para dar continuidade à sua tão promissora trajetória musical. Composta pela própria moça ao lado de Jakob Jerlström e Ludvig Söderberg (a dupla que já havia trabalhado com ela no “Queen of the Clouds”), “Scars” funciona como o lead single de “Convergente”, o penúltimo filme da saga “Divergente”. Se, por um lado, os críticos acabaram por não receber muito bem o terceiro longa-metragem da série baseada nos livros de mesmo nome, “Scars” não falha ao agradar os fãs da cantora com uma letra tocante e um instrumental misterioso, dignos de qualquer outro trabalho assinado pela musicista. Produzida pelos The Struts (o duo formado por Jakob e Ludvig), a canção que combina dream-pop com electropop foi lançada sob o selo da “Universal Music Group”.

OUÇA “SCARS”


O Fifth Harmony está trabalhando pesado em “Work from Home”, novo featuring com o Ty Dolla $ign que abre o “7/27”:

Não que as meninas do Fifth Harmony já não tivessem um grande hit em sua crescente discografia (sim, estamos falando de “Worth It”), mas, pelo visto, a nova era iniciada pelo ainda inédito “7/27”, o segundo álbum do grupo, começou da melhor maneira possível. Guiado pelo carro-chefe “Work from Home”, o novo trabalho previsto só para daqui um mês (20 de maio) não só é um dos lançamentos mais aguardados de 2016 como também é o esperado para decolar, de uma vez por todas, a carreira das discípulas do Simon Cowell. Atingindo (até o fechamento deste post) a 10ª posição da “Billboard Hot 100”, o single produzido por Ammo e DallasK foi liberado no último 26/02 (pela “Epic Records” e “Syco Music”) para as rádios de todo o mundo no mesmo dia em que seu videoclipe ganhou espaço no canal VEVO, do YouTube. Com uma vibe que mistura hip-hop com electropop, Ally, Normani, Lauren, Camila e Dinah podem ser vistas sensualizando muito em uma construção durante o desenrolar do vídeo que foi dirigido por ninguém menos que Director X (o mesmo de “Hotline Bling”, do Drake, e “Work”, da Rihanna).

ASSISTA AO CLIPE DE “WORK FROM HOME”


Em dueto cheio de energia e poder vocal, Adam Lambert convida Laleh para dividir o brilho de “Welcome to the Show”:

Incluindo o grande sucesso “Ghosttown”, o álbum “The Original High” não falhou ao trazer o nome de um dos mais talentosos exs-“American Idol” de volta ao estrelato e o consolidar como um dos artistas mais queridos do gosto popular. Agora, já pensando no futuro de sua carreira como solista (atualmente, ele também tem saído em turnê com o eterno Queen), “Welcome to the Show” é a novíssima aposta de Adam para o mercado mainstream. Convidando a cantora iraniana/sueca Laleh para dividir os vocais da nova música, o trabalho foi produzido por Max Martin e escrito por Ali Payami, produtor e compositor que já havia trabalho com o cara na composição de 6 das 14 faixas do seu terceiro material de estúdio. Liberado em 17/03 sob o selo da “Warner Bros. Records”, ainda não se sabe se o featuring fará parte do próximo disco do cantor ou de um relançamento do “The Original High”. As informações de um vídeo oficial também são desconhecidas, mas, enquanto nada é informado, você pode se deliciar com esta grande apresentação que a dupla protagonizou no palco do “American Idol”.

OUÇA “WELCOME TO THE SHOW”


Iggy Azalea não precisa de mais ninguém em “Team”, o poderoso lead single do “Digital Distortion”:

Convenhamos que após um freestyle ou outro malsucedido e o desempenho aquém do esperado de “Pretty Girls” (música que gravou em parceria com a Britney Spears), Iggy Azalea teve bons motivos para voltar aos estúdios de gravação e preparar o grande sucessor do “The New Classic” – material ainda inédito que só deverá sair em junho deste ano. E, é com a nova “Team” que uma das rappers mais polêmicas dos últimos anos decidiu movimentar seu tão comentado retorno ao cenário fonográfico. Colocando os haters de lado e caprichando na autoconfiança, o single de abertura da era “Digital Distortion” (para quem não sabe, a faixa “Azillion” nem chegou a ser lançada oficialmente pela gravadora da Iggy, a “Def Jam”) não poderia ser melhor representado senão por esta canção. Lançado oficialmente no dia 18 do mês passado, “Team”, assim como “Work from Home”, também combina hip-hop com música eletrônica (o que tem sido chamado no meio musical de electro hop) e foi composta pela própria australiana ao lado de Bebe Rexha, Lauren Christy, Juvenile, Lil Wayne e Mannie Fresh. O vídeo oficial da música já se encontra disponível na web desde o dia 31/03 e foi dirigido por Fabien Montique.

ASSISTA AO CLIPE DE “TEAM”


Depois de pegar fogo em nossa resenha especial, Ariana Grande finalmente revelou o primeiro clipe da sensual “Dangerous Woman”:

Se você ainda não conferiu a nossa publicação exclusiva sobre o mais recente single da Srtª Grande, então, talvez este seja o momento ideal para descobrir tudo o que tivemos a dizer sobre a faixa-título “Dangerous Woman”. Atingindo o top 10 da “Billboard Hot 100”, na 10ª posição, o hit produzido pelo sempre competente Max Martin foi liberado na íntegra no dia 11 de março pela “Republic Records” – apesar de que, inevitavelmente, foi após muita espera que tivemos a oportunidade de conferir a primeira versão do clipe gravado pela moça. Dirigido pela companhia The Young Astronauts, o chamado “Visual 1” já se encontra adicionado ao VEVO da cantora desde 31/03 e deverá ser sucedido por um segundo vídeo ainda sem data de lançamento definida (mas que deverá sair muito em breve). Sobre o próximo projeto, ela já adiantou que “esse é bem cinematográfico e esquisito. É bem diferente do primeiro. Eu queria fazer algo mais simples, sexy e glamoroso, que é o visual 1, e o segundo é bem diferente desse”. “Dangerous Woman”, o terceiro álbum da carreira de Ariana, estará disponível nas lojas no dia 20 de maio.

ASSISTA AO PRIMEIRO CLIPE DE “DANGEROUS WOMAN”


Bem próximos um do outro, Nick Jonas e Tove Lo estão extravasando intimidade em “Close”, o primeiro single do novo álbum do cantor:

Finalizando a primeira parte do nosso “Hora de se atualizar”, é com o mais recente dueto encabeçado por Nick Jonas e Tove Lo que fechamos com chave de ouro esta singela lista com os melhores lançamentos da música pop internacional do último bimestre. Disponível para o público desde 25/03 sob o selo da “Island” e “Safehouse Records”, tanto single como vídeo não economizaram no romance/intimidade e vêm para abrir “Last Year Was Complicated”, o terceiro álbum da carreira solo do ex-Jonas Brothers. Recebendo a composição de Robin Fredriksson, Mattias Larsson, Julia Michaels, Justin Tranter e Tove Lo, foi produzida pelos dois primeiros e se orienta bastante pelo funk e acid-jazz, além da já conhecida música pop que nos foi apresentada pelo último disco de Nick. Atingindo a 27ª posição da “Billboard Hot 100”, o single foi recebido bem pela crítica e teve seu clipe dirigido por Tim Erem (para quem não o conhece, é o mesmo por trás de “Lean On”, do Major Lazer com a MØ).

ASSISTA AO CLIPE DE “CLOSE”


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