12 motivos para as irmãs Simpson, Ashlee e Jessica, voltarem para a música pop definitivamente

Como um bom ouvinte de música pop que está constantemente à procura de novos artistas e de novas sonoridades, devo admitir que minha biblioteca pessoal acabou se tornando muito mais eclética do que eu poderia imaginar qualquer dia. Sempre buscando me manter atualizado acerca dos lançamentos musicais que dominaram esta última década, reconheço que tive o (des)prazer de vivenciar diversas transformações no cenário atual e conhecer bastante gente talentosa sair do anonimato e partir para uma trajetória de sucesso. Entretanto, para dar uma equilibrada no cosmo e não ouvir apenas o que está tocando nos charts mundiais, criei o corriqueiro hábito de pesquisar pela internet alguns dos mais prestigiados trabalhos lançados antes mesmo de ter me transformado no afobado fãzoca dos dias de hoje.

Foi em mais uma dessas pesquisas rotineiras que tive a sorte de ser apresentado a duas das cantoras que mais gosto atualmente e que muito ouvi nesses últimos 5 anos que se arrastaram: as irmãs Simpson. Não mais gravando álbuns ou viajando o mundo com suas turnês super requisitadas, Ashlee e Jessica resolveram fazer uma pausa em suas carreiras e já estão há um bom tempo nesse hiato indeterminado que aflige muitos como este que vos escreve. A seguir, elaborei uma lista com 12 motivos que, ao meu ver, formam por si só uma sólida justificativa para que as cantoras lembrem-se do brilhante passado que tiveram e retornem de uma vez por todas para o local de onde jamais deveriam ter saído. Preparados?


1. O poderio vocal de Jessica Simpson:

Chegando ao estrelato no final dos anos 90, quando Britney Spears, Christina Aguilera e os Backstreet Boys estouraram pelos EUA afora com seus álbuns de estreia, Jessica Simpson ainda mantinha uma imagem mais reservada quando resolveu se lançar com o disco “Sweet Kisses”, em 99. Inspirando-se na grandeza de Mariah Carey e Whitney Houston, o single “I Wanna Love You Forever” foi a faixa escolhida pela irmã mais velha da família Simpson para mostrar ao mundo para o que tinha vindo. Felizmente, o first single da cantora foi apenas a primeira das diversas oportunidades em que Jessica teve de chocar o público com sua poderosa voz carregadíssima com as mais variadas técnicas de desenvoltura vocal. Se você duvida disso, talvez seja o momento de tirar a prova dos nove com estas brilhantes apresentações de “Your Faith In Me”, balada presente no primeiro disco da loira, e “Sweetest Sin”, a sensual canção do multiplatinado “In This Skin”. Se você curtiu o que viu e gostaria de acompanhar um apanhado com os melhores momentos ao vivo da Jessica, basta se ligar nesta coletânea aqui.


2. A inquestionável habilidade de compor desenvolvida por Ashlee Simpson:

Ashlee, a irmã mais nova de Jessica, sempre foi um pouco mais tímida ao compartilhar seus vocais com a gente, mas, para compensar seu talento mais simplório, aprofundou bastante a super habilidade de escrever grandes hinos de superação. Creditada como compositora em 99,9% das faixas selecionadas para entrar nas tracklists de seus álbuns de inéditas, a ex-morena resolveu tomar as rédeas de sua personalidade logo no início da carreira e nos condecorou com alguns desabafos mais do que pessoais. O primeiro deles com certeza pode ser encontrado em “Shadow”, o 2º single do “Autobiography” (2004) que narrava todo o drama de viver à sombra de Jessica, quem é representada por Ashlee no vídeo oficial da música. Como se viver sendo rejeitada pela família já não fosse o suficiente, um ano depois duas canções em especial nos trariam toda a angústia enfrentada pela moça no item 4 desta lista e entrariam no posterior disco da novata: as profundas “Beautifully Broken” e “Catch Me When I Fall”. “Sem os altos e baixos, para onde mais nós iríamos?”.


3. Querendo ou não, Jessica já foi um ícone da cultura pop:

Sabe aquele antigo papo de que o que muito incomoda pode, talvez, ser dor de cotovelo? Pois é, minha gente, Jessica Simpson teve de aturar poucas e boas vindas não apenas dos grupinhos de haters que sempre estiveram infernizando a vida de todo mundo, mas inclusive de outros populares artistas do meio musical. Acalmem-se, eu explico melhor! Fazendo uma “divertida” crítica sobre a superficialidade que está presente no universo hollywoodiano, a cantora P!nk resolveu parodiar Simpson e outras celebridades como Lindsay Lohan e Paris Hilton no clipe do single “Stupid Girls”, lá de 2006. Três anos depois, o rapper Eminem seguir o exemplo de sua colega ácida e fez o mesmo em “We Made You”, do álbum “Relapse”. Desnecessário, não?

Por outro lado, mostrando que não é só de críticas negativas que uma cantora bem sucedida vive, o ícone do country Dolly Parton apoiou Jessica em seu álbum nativo e juntas gravaram um dueto para “Do You Know”, música composta pela própria Dolly. Sempre muito bem elogiada pelos críticos musicais em decorrência de seu extenso talento vocal, Simpson emplacou diversos hits inesquecíveis dentro do top 20 da “Billboard Hot 100”, tais como “Irresistible” (#15), “With You” (#14), “Take My Breath Away” (#20), “These Boots Are Made for Walkin'” (#14) e “A Public Affair” (#14). Isso tudo sem mencionar o fato de que ela já chegou a cantar com Cyndi Lauper e Patti LaBelle em cima do mesmo palco! Como já bem dizia a pensadora contemporânea Valesca Popozuda: “desejo a todas inimigas vida longa pra que elas vejam cada dia mais nossa vitória”.


4. A “raça” de Ashlee por ter batido de frente com o público para firmar a sua imagem:

Eu já tive outra oportunidade de tocar neste assunto por aqui, mas, elaborar uma lista sobre Ashlee Simpson e não comentar o incidente ocorrido no “SNL”, em 2004, seria completamente fora de mão. Enquanto divulgava a sua primeira música de trabalho, “Pieces Of Me”, durante o verão norte-americano, a cantora foi convidada para se apresentar no maior programa de comédia da televisão estadunidense: o “Saturday Night Live”. Porém, devido a uma grosseira falha técnica, Ashlee foi pega se utilizando de playback quando os vocais pré-gravados de “Pieces Of Me” (a qual já havia sido apresentada anteriormente) apareceram na performance de “Autobiography”. Essa foi a versão que todos os tabloides reproduziram as pencas durante aquele ano, mas, o que muitos não souberam era que a jovem havia sido instruída por um médico a não cantar ao vivo devido a sérios problemas de saúde em suas cordas vocais. Taxada como a Maria Madalena do século XXI (como se nenhuma outra cantora não tivesse se utilizado da mesma técnica de sincronização labial), Simpson passou por um período de trevas que culminou no disco “I Am Me” (2005), o mais sombrio e pessoal já criado pela musicista. Dando a volta por cima, ela lutou contra a maré de fofocas e emplacou o carro-chefe “Boyfriend” em #20 na “Billboard Hot 100”, além de outras canções como “L.O.V.E.” (#22) e “Invisible” (#21), no top 30.


5. Jessica não se prende a um único estilo musical e tem as facetas de uma verdadeira diva:

Mostrando um pouquinho de suas origens com o gospel que influenciou parte do disco “Sweet Kisses” (1999), partindo para o pop que se solidificou em “Irresistible” (2001), “In This Skin” (2003) e “A Public Affair” (2006), ou até mesmo o country de “Do You Know” (2008) e a música natalina de “ReJoyce: The Christmas Album” (2004) e “Happy Christmas” (2010), Jessica jamais teve medo de experimentar novas sonoridades em sua intensa discografia. Sempre procurando focar em sua personalidade como vocalista e deixar uma marquinha de quem ela se tornou no passar dos anos, a cantora indicada 3x ao “American Music Awards” é um exemplo de profissional que jamais teve medo de se arriscar e procurar por novos horizontes sem abandonar sua verdadeira identidade. Lembrando em muito a ousadia de Madonna em suas constantes mudanças de imagem que ocorreram durante a década de 90, Simpson deixa claro que seu timbre de voz combina tanto com a festividade de “Carol of the Bells” ou com a música raiz presente em “Still Beautiful” – isso tudo sem perder a pose de grande vocalista pop.


6. Esta playlist:


7. Ashlee possui aquela pegada rockstar rara de se ver por aí:

Apesar de ter demonstrado toda sua paixão pelo pop-rock em “La La”, o 3º e último single do “Autobiography”, foi somente em 2005 que Ashlee intensificou isso e nos trouxe alguns hits inesquecíveis. O primeiro deles, por óbvio, foi “Boyfriend” (assista ao videoclipe), que de acordo com os rumores da época nasceu como uma pequena homenagem da cantora para a até então amiga Lindsay Lohan – tudo devido a um suposto desafeto amoroso envolvendo o ator Wilmer Valderrama (que atualmente namora Demi Lovato). Seguindo as músicas que formam o “I Am Me”, a faixa-título é também outro modelo de canção com uma vibe mais hardcore e que harmonicamente combina o vocal rouco de Ashlee com uma composição de peso co-escrita pelos ilustres John Shanks e Kara DioGuardi ao lado de sua intérprete. E, mesmo apostando sua fichas na música dance que se fez presente em “Bittersweet World” (2008), é inegável toda a desenvoltura digna de uma estrela do rock presente na irmã mais nova de Jessica nesta apresentação de “Boys”, por exemplo. Para encerrar com chave de ouro este tópico fenomenal, fica aqui registrada essa criativa apresentação de “Outta My Head (Ay Ya Ya)” realizada no “Bravo Supershow”. Alguém fala pra Ashlee deixar de ser loira e voltar a usar o cabelão ruivo, por favor!?


8. Os brilhantes e bem selecionados covers já reproduzidos por Jessica:

Possuindo uma vasta lista de canções gravadas originalmente por outros cantores e bandas em seu catálogo discográfico, Jessica chegou a repaginar diversos sucessos que se tornaram famosos nas vozes de aclamadas estrelas da música pop como o Robbie Williams. “Angels”, liberada pelo britânico em 1997 para o álbum “Life thru a Lens”, foi uma das escolhidas pela cantora para finalizar a promoção do disco “In This Skin”, atuando como o 4º single do material. Neste mesmo álbum ainda esteve presente o cover para “Take My Breath Away”, a popular vencedora do “Oscar” de “Melhor Canção Original” de 86 a qual fez parte da trilha sonora do filme “Top Gun” – e havia sido interpretada pela banda Berlin. Um ano depois, em 2005, “These Boots Are Made for Walkin'” da Nancy Sinatra, lançada em 1966 para o álbum “Boots”, promoveu o longa-metragem “Os Gatões – Uma Nova Balada”, o qual trazia Simpson no elenco principal. Reescrevendo a maior parte da letra e acrescentando diversos elementos inéditos, a cantora acabou injustamente não sendo creditada pelo feito devido a problemas envolvendo os direitos autorais da versão original. Por fim, liberando seu 5ª álbum de estúdio, “A Public Affair”, em 2006, foi a vez de “You Spin Me Round (Like a Record)” da banda Dead or Alive, ganhar uma nova roupagem que manteve intacto o refrão da versão liberada em 1985. Ufa!


9. O idealismo de Ashlee para gravar álbuns consistentes e memoráveis:

Mesmo que possua apenas três discos de inéditas e ainda se mantenha quase uma novata neste meio, é interessante que a caçula da família Simpson possua uma grande liberdade de expressão que a guiou até a elaboração de projetos tão grandiosos e dignos de nossos aplausos calorosos. Obras que tiveram por objetivo nos introduzir os diversos ângulos já explorados e lapidados pela musicista, Ashlee é uma das poucas cantoras de sua geração que não se conteve em participar ativamente da composição, produção e conceitualização de tudo o que já assinou nos estúdios de gravação. Seja pelo seu lado mais selvagem  liberto em “Autobiography”, o mais sombrio descoberto em “I Am Me” ou o mais perspicaz destrinchado em “Bittersweet World”, a loira realmente possui aquela capacidade visionária de atender ao que o público necessita sem se aventurar pelos modismos passageiros dos tempos modernos. O maior exemplo de sua dedicação com certeza fica com o seu último disco, lançado em 2008, que continua, mesmo após sete anos, completamente inovador, atual e agradável para qualquer um que desconheça os seus trabalhos anteriores. Um novo single lançado em 2012 foi liberado (“Bat for a Heart”), mas, depois de não agradar muito aos fãs por conta da letra carregada de conteúdo sexual, acabou sendo deixado de lado sem ganhar quase nenhuma divulgação.


10. Estes momentos cool sisters:

 


11. Nós ainda não tivemos a oportunidade de ouvir uma grande colaboração vinda de ambas:

Por mais que Ashlee e Jessica já tenham dividido os vocais em músicas natalinas como “The Little Drummer Boy”, incluída no “Rejoyce: The Christmas Album”, e “Happy Christmas”, apresentada ao vivo num evento de fim de ano, as irmãs continuam devendo para seus fãs um dueto incrível capaz de estourar pelas rádios de todo o planeta. Claro que, quando se resolve misturar negócios com família, muitas vezes o resultado pode ser um tanto quanto desastroso (“The Siamese Cat Song”, das irmãs Duff, “Chillin’ With You”, das irmãs Spears), mas, isso não chega a ser um dogma religioso. Tanto o é que, se lembrarmos da existência de “The Winner Takes It All”, da Dannii com a Kylie Minogue, e a nova versão de “Kids” performada na “Showgirl: Homecoming Tour”, essa regra acaba sendo rapidamente derrubada por terra. Até mesmo para provar que um erro pode ser seguido por futuros acertos, importante recordarmos “Our Lips Are Sealed”, da coletânea “Most Wanted”, e o cover da clássica “Material Girl”, a qual serviu de trilha-sonora para o filme de mesmo nome estrelado por Hilary e Haylie Duff. Se todas essas super-irmãs do pop conseguiram, por que não as Simpson?


12. Juntas elas já venderam cerca de 25 milhões de álbuns no mundo:

Acumulando diversos álbuns multiplatinados certificados por instituições de prestígio como a “RIAA” (EUA), a “ARIA” (Austrália) e a “MC” (Canadá), Ashlee e Jessica distribuíram ao redor do mundo alguns milhões de cópias de todo o material que lançaram desde que fizeram sua estreia na indústria fonográfica. Para você ter uma ideia, este é o mesmo número atingido por Kelly Clarkson (25 milhões), mais do que o dobro por Katy Perry (11 milhões) e um pouco menos por Lady Gaga (28 milhões), três sensações da música pop que continuam trabalhando pesado até os dias de hoje. Dividindo os 20 milhões de Jessica e os 4 de Ashlee (dados desatualizados colhidos de 2006), não há como negar toda a influência deixada pelas irmãs Simpson por todo o caminho percorrido até onde nos encontramos atualmente.

2/7: Os meus 72 discos favoritos – LIGHTS ON

3. Lights On

Depois de todo o sucesso obtido com a 1ª parte desse especial, eis que apresento pra vocês o segundo bloco contendo mais 11 dos meus 72 discos favoritos (você pode conferir o post anterior acessando este link). Enquanto escrevia LIGHTS OFF, o meu maior objetivo foi montar uma pequena relação de álbuns que apresentasse uma temática sombria e trabalhasse com os sentimentos de seus criadores, expressando toda a dor, melancolia e demais negativismo que tanto sentimos e estamos cansados de sentir.

Em LIGHTS ON, paralelamente, meu propósito foi exatamente caminhar pelo trajeto contrário. Aqui trago álbuns que te farão – ou tentarão te fazer – sair da deprê e querer comemorar a sua vida da melhor forma possível. Bora encher o carro com os amigos e jogar papo fora! Xô preguiça, xô tristeza!


01. Headstrong11. HEADSTRONG – ASHLEY TISDALE

Gravadora: Warner Bros., 2007;

Singles: “Be Good To Me”, “He Said, She Said”, “Not Like That” e “Suddenly”;

Não deixe de ouvir também: “So Much For You”, “Goin’ Crazy”, “We’ll Be Together” e “Headstrong”.

Antes de lançar seu grande primeiro álbum solo, “Headstrong”, de 2007, Ashley Tisdale já era conhecida por seu papel no filme “High School Musical”, então não era nenhuma novidade para o público que a loirinha já sabia cantar. Seja sensualizando no clipe de “He Said, She Said”, arrasando nos vocais de “Suddenly” ou sendo a tão adorada e brega Disney girl de “Not Like That”, Tisdale acertou em cheio com a sua estreia musical, e isso é algo que fica evidente enquanto ouvimos as faixas que compõem “Headstrong”. Sem medo de mostrar todo o seu #girlpower, a cantora foi uma das poucas novatas de sua geração que soube como transmitir sua mensagem otimista sem cair na rejeição popular. Um exemplo de confiança e transparência, Ashley é ainda um modelo de artista que costumeiramente manteve sua boa postura sem estrelar as manchetes escandalosas da imprensa marrom, postura essa nem sempre tomada por seus conterrâneos de “HSM”, não é mesmo?


02. Child Of the Universe12. CHILD OF THE UNIVERSE – DELTA GOODREM

Gravadora: Sony Music, 2012;

Singles: “Sitting On Top Of The World”, “Dancing With a Broken Heart” e “Wish You Were Here”;

Não deixe de ouvir também: “Touch”, “Hunters And The Wolves”, “Alcohol” e “No Communication”.

É engraçado porque, ao mesmo passo que a frase “jamais julgue um livro pela capa” defina perfeitamente a senhorita Goodrem para aqueles mais inseguros, a mesma frase não pode ser aplicada para aqueles mais confiantes e que se rendem ao amor à primeira vista. Em meio a tantos atributos físicos exageradamente perfeitos (loira, magra, bonita, simpática, quase uma Barbie humana), fica a dúvida acerca de seus reais talentos e qualidades. Entretanto, qualquer dúvida é facilmente sanada quando temos a oportunidade de ouvir sua boca maravilhosamente bem desenhada ser aberta e sua cristalina voz ser emanada por dois pulmões fortes e imbatíveis. “Child Of The Universe”, seu 4º álbum de inéditas, é, até a presente data, o trabalho que melhor define sua personalidade tão interessante de ser descoberta. Trazendo um mix de sons e experiências de vida, Delta se mostra uma profissional e tanto na apresentação de cada música do disco, seja pela agressividade estonteante de “Alcohol” ou pelo seu lado mais dançante de “Dancing With A Broken Heart”. Uma das melhores vocalistas da atualidade, Delta Goodrem é mais uma daquelas mulheres que integra a nossa lista de “nomes que o mundo PRECISA conhecer”.


03. Most Wanted13. MOST WANTED – HILARY DUFF

Gravadora: Hollywood Records, 2005;

Singles: “Wake Up” e “Beat Of My Heart”;

Não deixe de ouvir também: “The Getaway”, “Break My Heart”, “Fly” e “Supergirl”.

Já dissemos que o álbum “Dignity” foi um divisor de águas na carreira de Hilary Duff, mas vale relembrar que antes disso a cantora já vinha caminhando para uma imagem artística mais amadurecida. E, foi exatamente com a coletânea “Most Wanted” que Duff resolveu presentear seus fãs com uma reunião de suas músicas mais poderosas. Contando com as inéditas “Wake Up”, “Beat Of My Heart”, “Break My Heart” e “Supergirl” – essa última presente apenas na edição de colecionadores do novo álbum – Hilary já tentava dizer aos fãs que aquela seria a última vez que a veriam como a popstar adolescente mais procurada do momento. Agora quase uma mulher, Hilary brilhantemente deu um passo afrente ao emplacar “Wake Up” como um dos maiores hits de 2005 e ainda nos surpreender com os vocais consistentes de “Beat Of My Heart”, estes demonstrados ao vivo na edição de 2005 do “American Music Awards” – e que você pode conferir aqui.


04. Britney14. BRITNEY – BRITNEY SPEARS

Gravadora: Jive Records, 2001;

Singles: “I’m A Slave 4 U”, “Overprotected”, “I’m Not a Girl, “Not Yet a Woman”, “I Love Rock ’N’ Roll” e “Boys (The Co-ed Remix)”;

Não deixe de ouvir também: “Boys (Album Version)”, “Let Me Be”, “What It’s Like To Be Me” e “Before The Goodbye”.

Com apenas dois álbuns lançados e vários hits tocando sem parar nas rádios de todo o planeta, a jovem Srtª Spears já era considerada um ícone da cultura pop quando preparava o lançamento de seu 3º disco de inéditas, o autointitulado “Britney”, de 2001. Disposta a quebrar as regras do jogo logo no começo de sua bem sucedida carreira, foi com este material que a cantora explodiu pelo mundo como uma das sex symbols mais desejadas de todos os tempos. Com uma divulgação massiva e a liberação de um single atrás do outro, ouso dizer que este é sem sombra de dúvidas o material mais bem trabalhado e explorado de sua discografia, tendo inclusive sido usado como base para a estreia da “Princesinha do Pop” nos cinemas por meio do longa “Crossroads: Amigas para Sempre”. Tomando um rumo mais independente e deixando de lado as baladinhas românticas que tanto fizeram parte de “…Baby One More Time” e “Oops!…I Did It Again”, “Britney” foi o passo inicial dado pela cantora que mais tarde se tornaria conhecida pelo bordão “it’s Britney, bitch”.


05. A Public Affair15. A PUBLIC AFFAIR – JESSICA SIMPSON

Gravadora: Epic Records, 2006;

Singles: “A Public Affair”, “I Belong To Me” e “You Spin Me Round (Like a Record)”;

Não deixe de ouvir também: “B.O.Y.”, “Walkin’ ’Round in a Circle”, “The Lover In Me” e “I Don’t Want To Care”.

Simpson já não era mais uma novata quando liberou “A Public Affair”, seu 5º álbum de estúdio, para os fãs que aguardavam ansiosos por novas músicas desde o natalino “Rejoyce: The Christmas Album”, de 2004. Agora experiente e conhecedora dos altos e baixos que o mercado musical pode proporcionar a qualquer um, a irmã mais velha de Ashlee Simpson decidiu chamar as amigas Christina Applegate, Eva Longoria e Christina Milian (entre outros famosos) para estrear o divertido clipe do carro-chefe, “A Public Affair” (por favor, ASSISTA). Um ponto interessante que observei e merece atenção é que este é o primeiro álbum, depois de tantos anos de carreira, no qual a cantora aparece realmente confortável consigo mesma e com a própria identidade que adquiriu no passar dos anos. Após passar tanto tempo tentando atingir as altas notas de Mariah Carey e Celine Dion, pela primeira vez pudemos ver Jessica quebrando as amarras que a fizeram famosa sendo mais Jessica e menos uma promessa de “Miss sonho americano”.


06. Breakaway16. BREAKAWAY – KELLY CLARKSON

Gravadora: RCA Records, 2004;

Singles: “Breakaway”, “Since U Been Gone”, “Behind These Hazel Eyes”, “Because Of You” e “Walk Away”;

Não deixe de ouvir também: “Gone”, “Where Is Your Heart”, “I Hate Myself For Losing You” e “Hear Me”.

Pode parecer um pouco estranho, mas, “Breakaway” não é o disco de estreia da primeira grande vencedora do “American Idol”. Por mais que “Thankful” (2003) tenha sido o responsável por levar o nome da cantora do anonimato para a popularidade musical, foi somente um 1 depois que Kelly Clarkson tornou-se uma das popstars mais conhecidas e amadas do globo terrestre. Trazendo hinos que mais tarde a consagrariam como uma das musicistas mais talentosas do novo milênio, Clarkson é uma raridade dos dias de hoje que sempre demonstrou fidelidade a suas raízes como cantora e artista. Investindo em sua voz poderosa e nas batidas pop que comumente estiveram presentes em seus trabalhos no decorrer dos anos, “Breakaway” é definitivamente um de seus trabalhos mais coesos e profundos que trouxe o melhor da voz de Kelly em sua melhor fase. É, inclusive, o trabalho que a cantora mais vendeu por aí: foram mais de 14 milhões de cópias no mundo.


07. Guilty Pleasure17. GUILTY PLEASURE – ASHLEY TISDALE

Gravadora: Warner Bros., 2009;

Singles: “It’s Alright, It’s OK” e “Crank It Up”;

Não deixe de ouvir também: “Acting Out”, “How Do You Love Someone”, “Erase And Rewind” e “I’m Back”.

Tomando por base a premissa já adotada por Madonna e Christina Aguilera de que ficar morena representa um amadurecimento da imagem artística da mulher envolvida na indústria fonográfica, Ashley Tisdale não pensou duas vezes antes de fazer o mesmo e servir de exemplo para o caso prático. Assim como sua colega da “Disney” Hilary Duff, Ashley merece nossa ovação de pé pela atitude que parece ter funcionado, já que “Guilty Pleasure”, seu 2º álbum, acabou por se provar uma obra de arte da música pop contemporânea. Por mais que os novos cabelos tenham durado só até a metade da divulgação do disco – Tisdale já estava loira mais uma vez em “Crank It Up” – é inevitável que a mudança surtiu um efeito muito positivo em como as pessoas começaram a ver nossa querida estrela de “The Suite Life Of Zack & Cody”. Agora uma mulher crescida e pronta para as novas aventuras de sua carreira musical – que atualmente encontra-se num hiatus interminável -, bem que os cabelos escuros poderiam voltar na próxima era de Ashley, vocês não acham?


08. Goodbye Lullaby18. GOODBYE LULLABY – AVRIL LAVIGNE

Gravadora: RCA Records, 2011;

Singles: “What The Hell”, “Smile” e “Wish You Were Here”;

Não deixe de ouvir também: “I Love You”, “Everybody Hurts”, “Remember When” e “Goodbye”.

Foi difícil escolher um álbum de Avril Lavigne para fazer parte deste especial que estamos acompanhando, mas eu não acredito que tenha feito a escolha errada ao apostar todas minhas fichas no 4º disco da canadense. Eu sei, é claro, que “Goodbye Lullaby” não é tão autêntico como “Let Go”, profundo como “Under My Skin” ou alto astral como o “The Best Damn Thing”, mas nenhum dos trabalhos anteriores trouxe a sensibilidade que eu tanto procurava. O que diferencia esta obra das demais é que Lavigne parece não ter se importado nenhum pouco em gravar algumas músicas boas sem se preocupar com o que poderia tocar nos rádios e fazer sucesso. É claro que temos a parte mais comercial do álbum – as três músicas escolhidas para single – mas em momento algum é desmerecida a importância de outros grandes hinos como “Everybody Hurts” e “Not Enough”, por exemplo. Um super ponto para Avril que, seguindo os seus próprios instintos, soube nos presentear com um disco sincero e positivo ao extremo.


09. Funhouse19. FUNHOUSE – PINK

Gravadora: LaFace Records, 2008;

Singles: “So What”, “Sober”, “Please Don’t Leave Me”,  “Funhouse”, “I Don’t Believe You” e “Glitter In The Air”;

Não deixe de ouvir também: “Bad Influence”, “It’s All Your Fault”, “Ave Mary A” e “This Is How It Goes Down”.

Apesar de ser obcecado pela voz da Pink, devo confessar que nunca fui um amante de seus álbuns de inéditas, a não ser por um grande single aqui e ali. Todavia, eu posso afirmar com todas as palavras que “Funhouse” é o disco que veio para deixar completamente de lado essa ideia e me fazer quase um grande fã de seu trabalho. Seja pelo lado “Pink de ser” esbanjado na eletrizante “So What” ou pela obscuridade tão fascinante de “Sober”, o 5º disco da loira é o que de mais pop-rock iremos encontrar em sua conceituada discografia. Trazendo os seus já conhecidos vocais fortes e raspados de uma contralto que sabe o que faz nos estúdios de gravação e nos palcos de suas turnês, Pink sempre foi uma das cantoras mais bem recebidas pelo seu público alvo e até mesmo por aqueles que pouco conhecem sua trajetória. Não é de hoje que os trabalhos da cantora com o brilhante Max Martin originam canções capazes de nos tirar o ar por horas, não é mesmo?


10. Paris20. PARIS – PARIS HILTON

Gravadora: Warner Bros., 2006;

Singles: “Stars Are Blind”, “Turn It Up” e “Nothing In This World”;

Não deixe de ouvir também: “I Want You”, “Jealousy” “Heartbeat” e “Screwed”.

Vamos tentar deixar um pouco o preconceito de lado antes de darmos início a este trabalho em particular, tudo bem? Não estou julgando as habilidades vocais de Paris Hilton ou a sua capacidade para compor grandes músicas, porém, existe aqui um fator que foi primordial para a inclusão do controverso “Paris”, de 2006, ao meu blog e a esta publicação. É claro que o trabalho dos produtores no debut album da socialite foi monstruoso – pra você ter uma ideia, Scott Storch abandonou um projeto de Christina Aguilera para trabalhar com Paris – e isso realmente produziu um resultado um tanto interessante. “Paris” tinha tudo para soar como “uma tentativa de um álbum de Britney Spears”, mas é exatamente isso que não acontece com a estreia de Hilton no meio musical. Seja pela refrescante e praiana “Stars Are Blind” ou pela motivacional – mesmo que seja só pelo videoclipe“Nothing In This World”, a herdeira do império Hilton realmente se divertiu ao jogar-se de cabeça em mais um ramo de sua multifacetada carreira. E, o mais importante: também nos divertiu, o que é o que realmente importa para mim e aos seus poucos – mas fiéis – fãs espalhados por aí.


12. Spring Break...Checkin' Out21. SPRING BREAK…CHECKIN’ OUT – LUKE BRYAN

Gravadora: Capitol Records Nashville, 2015;

Singles: “Spring Breakdown”;

Não deixe de ouvir também: “My Ol’ Bronco”, “Games”, “Good Lookin’ Girl” e “Like We Ain’t Ever”.

Já finalizando o bloco LIGHTS ON, a 2ª parte de nosso especial, é com o charmoso Luke Bryan que me despeço de vocês que têm acompanhado esta caminhada tão longa e por que não espiritual. Sei que pode ser um tanto quanto estranho a inclusão de um álbum country numa lista de álbuns dominada por discos pop, mas, como eu disse anteriormente na abertura dos meus 72 discos favoritos, a sonoridade é o que menos busquei ao elaborar tudo o que tenho escrito por aqui. Lançado há tão pouco tempo – o disco foi liberado no dia 10 de março deste ano – o trabalho vem de encontro a todo o trabalho que o cantor tem desenvolvido no desenrolar dos últimos 5 anos. Para tanto, Luke tem sido destaque nas últimas premiações musicais, tendo levado para casa diversos prêmios em categorias country de eventos como o “American Music Awards” e o “Billboard Music Awards”, além, é claro, daquelas cerimônias próprias de sua música, como o “Academy of Country Music Awards”, e o “CMT Music Awards”. Confiante de si e do som que tem produzido, essa é mais uma dica que vale a pena conferir de um dos melhores álbuns lançado neste ano.


Vamos esquentar um pouco as coisas em ¡CALIENTE!, o terceiro bloco que trará alguns discos latinos ou com uma pegada mais tropical. Você não pode perder!!!

10 coisas que você não pode deixar de ouvir nesse Natal

Natal é o nome da festa religiosa cristã que celebra o nascimento de Jesus Cristo, a figura central do Cristianismo. O dia de Natal, 25 de dezembro, foi estipulado pela Igreja Católica no ano de 350 através do Papa Julio I, sendo mais tarde oficializado como feriado ¹.

O Natal de 2013 mal passou e o de 2014 já está aí, batendo à porta de sua casa e querendo entrar para as festividades de fim de ano. Com muitas comidas típicas e decorações que deixam qualquer cidade de interior com uma aparência mais receptiva, as pessoas se preparam para enfrentar filas e comprar seus presentes de última hora: você sabe, aquele velho jeitinho brasileiro. Detalhes a parte, não é a toa que essa é a época favorita de muitas pessoas, incluindo este que vos escreve.

Claro, sempre tem aquele que adora pré-julgar tudo e vir com o clássico papinho de consumismo capitalista e hipócrita, mas, convenhamos que numa data como essa não dá pra permitir que ninguém estrague a nossa felicidade, certo? É muito bom comprar presente pra quem amamos e ver que aquele brilho nos olhos da criançada correndo pela casa com seus brinquedos coloridos e barulhentos. Pelo menos em 1 dos nossos 365 dias, tentamos esquecer tudo o que nos atormentou durante o ano e ver as coisas de uma forma diferente, mais positiva. Eu sei que deveríamos fazer isso todos os dias, mas todos nós sabemos que não é uma tarefa tão simples assim.

E como não deveria deixar de ser, a música também abriu um espacinho para comemorarmos o nascimento do menino Jesus e nos presenteou com diversos trabalhos natalinos. Seja com inspirações do pop ou do jazz, são inúmeros os discos que exaltam essa data e pipocam nas prateleiras das lojas mais que lançamento de álbum novo da Taylor Swift. Abaixo, relacionei 10 coisas que não podem faltar no meu Natal musical, e espero que aproveitem as dicas as colocando em prática. É isso, Feliz Natal a todos vocês, Feliz Ano Novo e tudo de melhor a cada um de vocês. É tempo de esquecermos as tristezas do passado e nos prepararmos para mais um recomeço ao lado de quem amamos, então, bola pra frente.


ÁLBUNS:

MERRY CHRISTMAS – MARIAH CAREY:

É com a “Rainha do Natal” que abrimos o nosso especial de fim de ano. Lançado no novembro de 1994, o álbum foi liberado no ápice da carreira de Mariah, quando tudo o que a cantora tocava automaticamente virava ouro. Vendendo 15 milhões de cópias mundiais, é o disco natalino mais vendido de todos os tempos, tendo originado o mega sucesso “All I Want For Christmas Is You”, top 5 nas rádios norte-americanas. Com inspirações na música pop, natalina, R&B e gospel, Carey dá um show com seus vocais bem trabalhados e não deixa de marcar presença anualmente em diversas apresentações públicas, como a desse ano em Nova Iorque. O álbum ganhou uma segunda parte em 2010, quando Mimi gravou e lançou “Merry Christmas II You”, seu segundo disco natalino, e o single inédito “Oh Santa”.

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MY KIND OF CHRISTMAS – CHRISTINA AGUILERA:

Christina Aguilera mal havia estourado pelo globo com o single “Genie In A Bottle” e o seu álbum homônimo, em 1999, quando viu que sua vida se resumia a fazer shows, dar entrevistas e não sair dos estúdios de gravação. Lançando seu primeiro álbum latino, “Mi Reflejo”, e o primeiro natalino, “My Kind Of Christmas”, quase que simultaneamente, ela subiu ao palco e divulgou seus três primeiros discos no especial da “ABC”  que mais tarde originou o VHS/DVD “My Reflection”. Mesclando música pop com R&B e natalina, Aguilera nos revela um pouco mais da poderosa voz anteriormente escondida nas batidas pop de seu disco debut, consolidando-se aos poucos como uma forte vocalista. Com covers de “O Holy Night”, “Have Yourself a Merry Little Christmas” e muitas outras, o trabalho já se inicia com a inéditas “Christmas Time”. “My Kind Of Christmas” estreou em #28 na “Billboard 200” e vendeu cerca de 1,2 milhão de cópias em todo o planeta.

ASSISTA A PERFORMANCE DE “CHRISTMAS TIME” AO VIVO!


HAPPY CHRISTMAS – JESSICA SIMPSON:

Já familiarizada com a música natalina depois do lançamento de seu primeiro disco inspirado no tema, “ReJoyce: The Christmas Album”, que inclusive vinha com um EP também natalino em sua versão deluxe, foi lá em 2004 que a cantora estreou em #14 na “Billboard 200”, vendendo 152 mil cópias na primeira semana. Seis anos mais tarde, com uma roupagem mais madura, a loira retorna à indústria musical com seu segundo trabalho festivo, “Happy Christmas”. Bem aceito pela crítica, Simpson foi elogiada pelo “New York Times” por conta de seus “vocais harmônicos que muito combinaram com o estilo abordado no álbum”, decretando ainda que a cantora “nunca soou tão focada em anos”. “Carol Of The Bells” e “Merry Christmas Baby” foram duas das regravações que muito chamaram a atenção do público e que você não pode deixar de conferir.

ASSISTA A PERFORMANCE DE “MY ONLY WISH” AO VIVO!


SANTA CLAUS LANE – HILARY DUFF:

Foi assim que Hilary Duff deu início à sua carreira na música: lançando um álbum natalino em outubro de 2002. “Santa Claus Lane”, gravado quando Hilary tinha apenas 15 anos e lançado sob o selo da “Walt Disney Records”, incluía duetos com Christina Milian e Lil’ Romeo nas faixas “I Heard Santa On The Radio” e “Tell Me a Story (About The Night Before)”, respectivamente. Regravando ainda “Wonderful Christmastime”, composta e lançada originalmente por Paul McCartney, o disco foi razoavelmente aceito pelos críticos, que ora criticavam “a sonoridade pouco natalina” e ora elogiavam “a presença de uma voz por trás de um rosto tão jovem”. “Santa Claus Is Coming To Town” e “Jingle Bell Rock” são, com certeza, os grandes destaques do disco que serviu para inserir Duff no mercado norte-americano e um ano mais tarde ser um hit com as músicas “So Yesterday” e “Come Clean”.

ASSISTA A PERFORMANCE DE “WHAT CHRISTMAS SHOULD BE” AO VIVO!


WRAPPED IN RED – KELLY CLARKSON:

Foi vestida de vermelho que a nossa “ex-American Idol” favorita liberou o seu sexto disco de inéditas, “Wrapped In Red”, em outubro de 2013. Já começando com a inédita faixa-título, o trabalho foi aclamado pela crítica, recebendo 73 de 100 pontos do site “Metacritic”, a melhor pontuação da loira até agora. Debutando em #3 na “Billboard” com vendas de 70 mil cópias na primeira semana, o álbum gerou dois singles com direito a três clipes oficiais, um lançado há um mês. Como parte de divulgação do álbum, foi ao ar na TV, em dezembro passado, um especial natalino exclusivo da cantora pelo canal “NBC”, o qual recebeu as participações especiais de Blake Shelton, Robin Williams e Whoopi Goldberg. “In Red” foi influenciado pela música pop, pelo jazz, soul e country.

ASSISTA AO CLIPE OFICIAL DE “WRAPPED IN RED”!


EP’s:

A KYLIE CHRISTMAS – KYLIE MINOGUE:

É com apenas duas canções, “Let It Snow” e “Santa Baby”, que a australiana Kylie Minogue liberou o seu quinto extended play em novembro de 2010, pela “Parlophone”. Um dia depois, o material foi relançado incluindo as faixas “Aphrodite” e “Can’t Beat The Feeling”, recebendo o nome de “A Christmas Gift”, músicas essas extraídas do 11º disco de inéditas da cantora. “Santa Baby”, já lançada nas vozes de Madonna, Shakira e Taylor Swift, é na verdade uma regravação antiga de Kylie, inclusa como b-side no single de 2000 “Please Stay”. Para promover o material, Minogue performou os dois clássicos do Natal há quatro anos, na cerimônia anual de iluminação da Árvore de Natal do “Rockfeller Center”.

ASSISTA A PERFORMANCE DE “SANTA BABY” AO VIVO!


THE TAYLOR SWIFT HOLIDAY COLLECTION – TAYLOR SWIFT:

Você já imaginou ouvir os maiores clássicos de fim de ano com uma roupagem country? Foi isso que Taylor Swift fez há sete anos com o seu primeiro EP, lançado pela “Big Machine Records”. Quando ainda não se aventurava pelo caminho pop, a loira nascida na Pensilvânia compôs e deu voz às inéditas “Christmases When You Were Mine” e “Christmas Must Be Something More”, aproveitando da oportunidade para gravar quatro grandes covers, entre eles a fantástica “Last Christmas”. Bem aceito pelo público, o EP chegou a #20 posição na “Billboard 200” e #1 no “Holiday Albums”. Deixando muitos com um gostinho de quero mais, grande parte das pessoas que ouviu o material não se conformou com um simples extended play e preferiu um álbum completo vindo de Swift (o que infelizmente não aconteceu).

ASSISTA A PERFORMANCE DE “CHRISTMASES WHEN YOU WERE MINE” AO VIVO!


SINGLES:

CHRISTMAS (BABY, PLEASE COME HOME) – LEIGHTON MEESTER:

Essa é para aqueles que gostam do Natal mas não curtem as típicas músicas natalinas que bombam em novembro e dezembro. “Christmas (Baby, Please Come Home)”, lançada originalmente por Darlene Love, em 1963, é um hit natalino já gravado também por Mariah Carey, U2 e Michael Bublé. A versão de Leighton, mais pop que cânone, foi incluída na coletânea “A Very Special Christmas 7” ao lado de covers de Miley Cyrus, Carrie Underwood e Ashley Tisdale. Divulgada em 08 de dezembro de 2009, foi um dos primeiros trabalhos de Meester em carreira musical, o que culminou anos mais tarde em seu primeiro disco de inéditas, “Heartstrings”, liberado esse ano.

OUÇA  “CHRISTMAS (BABY, PLEASE COME HOME)” NA VOZ DE LEIGHTON MEESTER!


MY ONLY WISH (THIS YEAR) – BRITNEY SPEARS:

Pois é, você pode não saber, mas nem a “Princesinha do Pop” escapou do clima natalino! Entretanto, ao contrário da maioria dos cantores que adoram regravar clássicos de décadas e décadas atrás, Britney resolveu focar em sua paixão pelo Papai Noel e liberou a inédita “My Only Wish (This Year)”, no inverno de 2000. Compondo ao lado de Brian Kierulf e Josh Schwartz, a canção entrou para a tracklist da coletânea “Platinum Christmas”, que ainda trouxe músicas de Christina Aguilera, Backstreet Boys e Whitney Houston. Comparada à Mariah Carey, “My Only Wish” recebeu críticas mistas e teve um desempenho moderado nas tabelas musicais, atingindo o #49 na “US Holiday Songs”.

OUÇA “MY ONLY WISH (THIS YEAR)”, CANÇÃO DE BRITNEY SPEARS!


CINEMAS:

JINGLE BELL ROCK –  LINDSAY LOHAN E ELENCO DE “MEAN GIRLS”:

Todos estamos cansados de ler que “Mean Girls” (“Meninas Malvadas”) entrou de cabeça na cultura pop e se consolidou como um dos filmes que mais ditou regras entre adolescentes de 2004 pra cá. Também, não é pra menos, já que Lindsay Lohan esteve no auge de sua carreira e novatas como Amanda Seyfried se preparavam para uma trajetória brilhante nos cinemas. Entre as inúmeras cenas que nos fizeram rolar no chão de tanto rir, uma merece destaque, e por isso inclui nesta publicação. Sim, estou falando da hilária cena na qual o quarteto de garotas sobe ao palco para uma apresentação colegial da épica “Jingle Bell Rock”. Após um problema técnico com a aparelhagem de som, cabe à Cady Heron (Lohan) a difícil tarefa de recuperar o controle da situação e dar uma palhinha do poder vocal de sua intérprete – que mais tarde veríamos nos álbuns “Speak” e “A Little More Personal (Raw)”.

ASSISTA A CENA DE “JINGLE BELL ROCK” EM “MEAN GIRLS”!