Com reboot inesperado, Paramore celebra toda sua positividade no novo álbum “After Laughter”

É comum a toda e qualquer pessoa encontrar um momento na vida em que repaginar o visual revela-se algo necessário não apenas para a autoestima e o bem-estar, mas também para a autodescoberta de uma nova identidade. E quando esses indivíduos, em especial, trabalham com o meio artístico, é bem provável que a busca por caminhos até então inexplorados reflita direta ou indiretamente naquilo em que estão habituados a produzir, e isso não é segredo para ninguém. Seja por meio de gêneros do cinema e da TV muitas vezes intocados pela filmografia de nossos atores favoritos, essa mudança repentina de ares não poderia ser diferente e também persegue alguns dos profissionais mais populares da indústria fonográfica – e, felizmente, nos rende alguns lançamentos memoráveis que são recebidos de braços bem abertos por nossas bibliotecas musicais.

Os integrantes do Paramore em photoshoot para a revista “DIY” (foto por: Pooneh Ghana; edição: maio/17)

E, por óbvio, o Paramore jamais seria uma exceção à esta regra quase que sagrada. Após nos conquistar com “Ain’t It Fun”, a vencedora do “Grammy 2015” de “Melhor Canção Rock”, lá do álbum homônimo “Paramore” (2013), finalmente chegou o momento do trio comandado por Hayley Williams nos deixar ouvir o que aprontou nos estúdios de gravação por estes últimos quatro anos. Liberado oficialmente há menos de uma semana (12/05) – poucos dias após vazar na internet, é claro –, “After Laughter” mal saiu do forno e já tem conquistado tanto a crítica especializada quanto o público em geral. Liderado pelo carro-chefe “Hard Times” (#90 no “Hot 100” da Billboard norte-americana), o 5º disco de inéditas do Paramore é atualmente promovido por “Told You So”, a faixa super oitentista que recebeu, recentemente, um clipe totalmente vintage e recheado de referências à moda daquela época (não deixe de assistir).

Distribuído sob o selo da “Fueled by Ramen”, “After Laughter” vai direto ao ponto e, sem qualquer enrolação, nos apresenta à breves (e incríveis) 12 novas faixas, todas produzidas por Taylor York (o guitarrista da banda) e Justin Meldal-Johnsen (que já havia trabalhado anteriormente em “Paramore”). Recebendo as composições de Hayley Williams, Zac Farro (que desde o começo de 2017 voltou para a formação), Aaron Weiss (vocalista do MewithoutYou) e York, o novíssimo trabalho inspira-se bastante no new wave dos anos 80 e ainda navega pelos sempre bem-vindos pop rock e synth-pop – gêneros que já haviam marcado presença em hits passados dos álbuns “All We Know Is Falling” (2005), “Riot!” (2007), “Brand New Eyes” (2009) e “Paramore” (2013).

Demonstrando todo o simbolismo que se esconde atrás desta experiência inédita que tem transbordado positividade para todos os cantos, Williams revelou recentemente que “After Laughter” tem sido “(…) um grande passo para nós como banda e é definitivamente um novo som. Nós estamos muito orgulhosos disso. Eu sinto que [que o álbum] realmente reflete quem nós somos agora”. Contudo, você pode até já ter ouvido as novas músicas do grupo e espalhado as boas novas por aí, mas provavelmente está se questionando sobre o real significado deste título tão curioso. “After Laughter é sobre o olhar no rosto das pessoas quando elas terminam de rir. Se você olhar alguém por tempo suficiente, sempre verá aquele olhar que vem em seu rosto quando para de sorrir, e eu sempre achei isso muito fascinante, imaginar o que a trouxe de volta à realidade”.

Exaustão, depressão e ansiedade são apenas alguns dos muitos temas abordados liricamente pelo “After Laughter”

Dando-nos um gostinho de tudo que vem pela frente, “After Laughter” tenta nos conquistar com a supremacia de seu alto-astral e já abre os trabalhos com a queridinha “Hard Times”, a primogênita que inicia a tracklist do 5º disco de inéditas da banda. Totalmente contagiante e com uma pegada chiclete que é típica do pop e dance lá da década de 80, o lead-single possui uma estrutura bastante simples que, em questão de segundos, entrará na sua cabeça para não sair pelo restante da semana (pelo menos). Não muito diferente, este é o caminho reafirmado por “Rose-Colored Boy” e “Told You So”, estas duas supermodernas faixas dançantes que parecem ter sido retiradas (e restauradas) de um badalado clube noturno nova-iorquino de 30 anos atrás.

Deixando a ambientação um pouco mais suave, “Forgiveness” e “Fake Happy” abrem o segundo arco do álbum, este responsável por harmonizar a sonoridade trabalhada até aqui e trazer um equilíbrio mais do que convidativo – antes, é claro, de nos encaminhar para o ápice de sua fragilidade com a intimista “26”, o verdadeiro coração de “After Laughter”. Bem crua e guiada pelas cordas de um violão poderoso que acentuam toda a honestidade da voz de Hayley Williams, a balada é comovente o suficiente para não desapontar, obviamente.

Recuperando a energia gradativamente, “Pool” cresce em nossos ouvidos e, sem muita cerimônia, revela-se uma das melhores gravações do material (e, por que não, do próprio catálogo do Paramore). Instintivamente apaixonante, a 7ª canção chega ao seu fim após nos cativar com uma inocência estrondosa que deságua na tão boa quanto “Grudges” – a qual foi memoravelmente comparada, pela crítica gringa, ao trabalho de outros grandes artistas, como o The Cure e The Bangles. Assim, chegamos a “Caught in the Middle”, que mesmo sem perder a energia inicial de “After Laughter”, fraqueja discretamente e dá indícios de que precisamos de uma nova lufada de ar fresco antes de prosseguir.

O clipe de “Hard Times” foi dirigido por Andrew Joffe (o mesmo de “Our Own House” e “Reflections”, do MisterWives)

Este novo fôlego, felizmente, nos é proporcionado pela independente “Idle Worship”, a gravação perfeita (e mais do que bem-vinda) para nos preparar para o adeus inadiável. Após abrir lugar para a brilhante “No Friend”, a única música com dedo de Aaron Weiss na composição (pasmem, é a primeira do Paramore a não apresentar vocais de Hayley Williams), não nos resta outra saída senão abraçar a melancolia imensurável de “Tell Me How” e, já com o coração na mão, aceitar a saudade e nos despedir do que se mostrou, até agora, o melhor disco internacional do ano. Como uma festa retrô carregada de boas vibrações que infelizmente chega ao seu triste fim, “After Laughter” enche o nosso peito com aquela maravilhosa sensação de “dever cumprido” que somente uma banda do patamar do Paramore seria capaz.

Por alguma razão desconhecida e bastante enigmática, esta é a primeira vez em um considerável espaço de tempo que temos o prazer de ouvir um artista das antigas (não nos esquecendo que o Paramore já está com 13 anos de estrada) soar tão revigorante para os atuais padrões do mercado fonográfico. De alguma forma quase que sobrenatural, “After Laughter” chega em nossas mãos como um saudoso reboot de tudo que já ouvimos desde o lançamento de “All We Know Is Falling”, o disco de estreia dos estadunidenses. Sem qualquer sombra de dúvidas, Williams, York e Farro souberam como amadurecer o seu som sem perder a boa mão para a música – e, assim, reinventar um dos nomes mais prestigiados do cenário musical sem o uso de falsos artifícios ou modismos escrachados. Ainda é o Paramore e ainda soa como o Paramore, apesar de não podermos esconder o fato de que esta mudança repentina de ares, apesar de nos ter pego de surpresa, fez um bem danado para os nossos ouvidos.

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Aah, os anos 2000! As melhores músicas internacionais lançadas na última década que continuam tão nostálgicas quanto antes (Parte 2)

Dando continuidade ao nosso especial que estreou por aqui na semana passada e que relacionou 8 músicas incríveis dos anos 2000 que continuam tão nostálgicas quanto antes, os deixo a seguir com mais 7 faixas também dessa era e que definitivamente merecem um pouquinho da nossa atenção. Assim, fechamos com esta publicação apenas 15 das muitas joias raras que encontram-se tão longe do atual cenário musical internacional e que pretendo trazer periodicamente aqui para vocês.

Lembro a todos, a propósito, que sempre estou aberto a críticas e elogios, inclusive em se tratando de sugestões para futuras publicações. Se existe algo que você gostaria de ver muito aqui pelo Caí da Mudança e que ainda não tive a oportunidade de discorrer sobre, não se sinta envergonhado de me contatar pois atenderei seu pedido o mais breve possível. Sem mais enrolação, os convido ainda para conferir a playlist que se encontra ansiosamente os aguardando no final desta matéria. Se jogue no play e mate toda a saudade que existe dentro de você antes que ela o consuma por completo!


9. A Thousand Miles – Vanessa Carlton

Álbum / ano de lançamento: “Be Not Nobody”, 2002;

Gravadora: “A&M Records”;

Composição: Vanessa Carlton;

Gênero musical: pop;

Posição nas paradas de sucesso: #1 na Austrália, #5 nos EUA, #6 no Reino Unido, #8 na França.

Por mais que eu já tenha falado recentemente sobre esta canção em uma publicação dedicada a cantora e compositora Vanessa Carlton, elaborar uma lista com as melhores músicas da última década e não incluir “A Thousand Miles” seria o pior dos crimes que eu poderia cometer. Intitulada originalmente “Interlude”, foi por meio de “Miles” que a novata norte-americana foi muito bem recepcionada pelo público e pela crítica especializada, recebendo merecidas 3 indicações ao “Grammy” de 2003 nas categorias “Gravação do Ano”, “Música do Ano” e “Melhor Arranjo Instrumental Acompanhado por um Vocalista” (das quais não venceu nenhuma). Tema da comédia “As Branquelas” juntamente com “Crazy In Love” da Beyoncé e a faixa que ocupa nossa 10ª posição desta lista, “A Thousand Miles” possui com certeza um dos instrumentais mais geniais de todos os já criados na história da música pop. Mestra no que faz, Carlton liberou recentemente o extended play “Blue Pool” e se prepara para o lançamento de seu quinto disco de inéditas, o “Liberman”.


10. Let’s Get It Started – The Black Eyed Peas

Álbum / ano de lançamento: “Elephunk”, 2004;

Gravadora: “A&M Records”, “will.i.am Music Group” e “Interscope Records”;

Composição: William Adams, Allan Pineda, Jaime Gomez, Terence Yoshiaki, Michael Fratantuno e George Pajon, Jr.;

Gênero musical: hip hop, funk;

Posição nas paradas de sucesso: #2 na Austrália e Canadá, #11 no Reino Unido, #21 nos EUA.

Encerrando com chave de ouro o “Elephunk”, o 3º álbum de estúdio do BEP, “Let’s Get It Started” deu continuidade ao sucesso atingido por “Shut Up” e abriu o que seria a melhor era do grupo em sua discografia: o disco “Monkey Business”, que traria os hits “Don’t Lie”, “My Humps” e “Pump It”. Certificado 3x platina nos EUA e 1x na Austrália, venceu “Melhor Performance de Rap por um Duo ou Grupo” na 47ª edição do “Grammy”, nas quais havia sido nomeada, ainda, por “Gravação do Ano” e “Melhor Música Rap”. A música é tão querida pelos integrantes do grupo e pelos seus fãs que chegou a fazer uma aparição no álbum de 2009 “The E.N.D.”, em um remix chamado de “Let’s Get Re-Started”.


11. All The Things She Said – t.A.T.u.

Álbum / ano de lançamento: “200 km/h in the Wrong Lane”, 2002;

Gravadora: “Universal Music Group” e “Interscope Records”;

Composição: Sergio Galoyan, Trevor Horn, Martin Kierszenbaum, Elena Kiper e Valeriy Polienko;

Gênero musical: pop-rock, electronica;

Posição nas paradas de sucesso: #1 na Austrália, Áustria, Alemanha, Irlanda, Reino Unido e Suíça, #2 na França e #20 nos EUA.

Anunciadas no começo dos anos 2000 como a primeira dupla de cantoras lésbicas do cenário pop, as meninas do t.A.T.u. fizeram uma grande estreia mundial com a sua primeira gravação na língua inglesa, a versão americanizada de “Ya Soshla S Uma”. Atingindo o topo das paradas de sucessos de diversos países (principalmente da Europa), Lena Katina e Yulia Volkova polemizaram bastante ao encenar alguns momentos bem quentes debaixo de um chuvão que foram incluídas no videoclipe do single. Trocando beijos e abraços enquanto um grupo de pessoas observa a tudo com um olhar conservador, parte dessa polêmica foi levada até o palco do “The Tonight Show with Jay Leno”, ocasião em que Lena e Yulia se beijaram sem permissão da emissora (olha só o corte de edição que censurou a apresentação a partir de 1min e 28s). Bom, a estratégia das meninas parece ter dado certo, já que a dupla adquiriu massivo apoio da comunidade LGBT pelos anos que se seguiram e outros hits acabaram sendo alavancados, dentre os quais devo citar “Not Gonna Get Us”, “How Soon Is Now?” e a também gigante “All About Us”.


12. Since U Been Gone – Kelly Clarkson

Álbum / ano de lançamento: “Breakaway”, 2004;

Gravadora: “RCA Records”;

Composição: Max Martin e Lukasz Gottwald;

Gênero musical: pop-rock, power-pop;

Posição nas paradas de sucesso: #2 nos EUA e Canadá, #3 na Austrália e Áustria, #4 na Irlanda e #5 no Reino Unido.

Deixando para trás o passado de aspirante a cantora profissional, a grande vencedora da primeira edição do “American Idol” resolveu inovar em sua carreira e chamou alguns produtores de peso como Max Martin e Dr. Luke para trabalharem em “Breakaway”, o seu 2º disco de inéditas. Liderado pelo first single “Since U Been Gone”, a qual acabou sendo incluída na lista das “500 Maiores Músicas de Todos os Tempos” da “Rolling Stone”, a faixa foi aclamadíssima pelos críticos da época que insistentemente a chamaram de “um dos mais belos hinos pop da década”. Vencendo a 48ª edição do “Grammy” na categoria “Melhor Performance Vocal Pop Feminina”, essa foi a primeira vitória de Kelly na premiação, a qual já a havia nomeado dois anos antes por “Miss Independent”. Provando que é uma verdadeira e digna estrela do rock, a loira interpreta a pior ex-namorada do mundo e resolve se vingar de seu antigo amado invadindo a casa do atual casal e destruindo tudo o que vê pela frente. Flawless victory, Miss. Clarkson.


13. Say OK – Vanessa Hudgens

Álbum / ano de lançamento: “V”, 2007;

Gravadora: “Hollywood Records” e “EMI Music”;

Composição: Arnthor Birgisson e Savan Kotecha;

Gênero musical: R&B, pop;

Posição nas paradas de sucesso: #61 nos EUA, #124 no Reino Unido.

Não há problema algum se, assim como eu, você nunca chegou a assistir qualquer filme da franquia “High School Musical”, mas não pense que as coisas ficaram numa boa se você me disser que nunca ouviu “Say OK”, o 2º single da Vanessa Hudgens para o seu debut album. Composta por Arnthor Birgisson (“Irresistible”, da Jessica Simpson) e Savan Kotecha (“Love Me Like You Do”, da Ellie Goulding), a faixa entrou em cena de última hora e substituiu “Let Go”, a maior pretensão da gravadora para dar continuidade ao caminho já trilhado pelo single “Come Back to Me”. Ganhando um clipe bem fofinho que destaca Baby V com seu affair de “HSM”, Zac Efron, Hudgens chamou suas BFFs para jogarem boliche enquanto flerta com o eterno Troy Bolton, o sonho de consumo de 9 a cada 10 garotas nascidas nos anos 90. Um primeiro videoclipe que mostrava cenas da cantora em uma apresentação da “High School Musical: The Concert” acabou estreando no “Disney Channel” em janeiro de 2007, mas foi pouco veiculado pelas emissoras de TV e a versão com o Zac acabou se tornando a mais conhecida (e querida) pelo público.


14. Suddenly I See – KT Tunstall

Álbum / ano de lançamento: “Eye to the Telescope”, 2005;

Gravadora: “Relentless Records”;

Composição: KT Tunstall;

Gênero musical: alternative rock;

Posição nas paradas de sucesso: #6 na Austrália, #12 no Reino Unido, #21 nos EUA, #25 na Irlanda.

Foi ao som de “Suddenly I See” que um dos filmes mais queridos de todos os tempos, “O Diabo Veste Prada” (estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway), fez uma das aberturas mais icônicas na história dos cinemas. Amplamente divulgada em séries de TV como “Ghost Whisperer” e “Ugly Betty”, o 3º single do “Eye to the Telescope” fez tanto sucesso na “Terra da Rainha” que se arrastou por incríveis 26 semanas dentro do “Top 75 Singles”, uma das paradas de sucesso mais relevantes do Reino Unido. Liberando três clipes para a música (uma versão britânica, uma norte-americana e uma animação), KT chegou a performar sua canção em diversos programas televisivos, como o “The Tonight Show with Jay Leno”, e até mesmo em eventos bem consagrados em nosso globo terrestre, como o “Prêmio Nobel da Paz”, em 2007 (assista porque vale muito a pena). A cantora escocesa causou tanto impacto naquela época que chamou a atenção até mesmo da Secretária de Estado Hillary Clinton, quem usou “Suddenly I See” em sua campanha publicitária para a presidência dos EUA nas eleições de 2008. Parece que a Srtª Tunstall sabe mesmo como espalhar seu nome pelos quatro cantos do planeta!


15. That’s What You Get – Paramore

Álbum / ano de lançamento: “Riot!”, 2008;

Gravadora: “Fueled by Ramen”;

Composição: Hayley Williams, Josh Farro e Taylor York;

Gênero musical: pop-rock, pop-punk, power-pop;

Posição nas paradas de sucesso: #35 na Nova Zelândia, #55 no Reino Unido, #66 nos EUA, #92 no Canadá.

Não adianta vir com essa cara de quem nunca curtiu a era emo que rendeu algumas boas músicas há uns 10 anos que comigo não cola, tudo bem (hahahh)? Brincadeiras a parte, “That’s What You Get” seguiu as bem sucedidas “Misery Business” e “Crushcrushcrush” e marca a discografia do Paramore como o 2º single australiano, 3º estadunidense e 4º britânico do 2º disco de inéditas da banda, o “Riot!”. Nomeado ao “Fuse Awards” de 2008 na categoria “Melhor Vídeo do Ano”, o grupo ainda possuía em sua formação os irmãos Farro quando do lançamento de “That’s What You Get” lá atrás, em 2008. Atualmente composta apenas por Jeremy Davis, Hayley Williams e Taylor York, o trio continua apresentando a faixa em suas mais recentes turnês, como a “Brand New Eyes World Tour” (2009-2012) e a “The Self-Titled Tour” (2013-2015). Dá pra acreditar que a Hayley tinha apenas 19 primaveras quando gravou o clipe junto com o pessoal da banda? Também, aquela carinha de molecona não dá pra enganar muita gente, não é mesmo?


Se ligue na playlist a seguir para deixar essa viagem de volta ao passado ainda mais vibrante e emocionante: