#CoopGeeks: Tirando da Estante – Friends

Muita coisa mudou imensamente desde que “Friends” foi ao ar, pela primeira vez, em um longínquo setembro de 1994: uma época em que muitos de nós ainda mal sabíamos andar ou falar. Tornando-se uma referência mundial para outros programas televisivos que o sucederam, o aclamado sitcom perdurou por uma década levando até o público um material inovador que, diga-se de passagem, foi certeiro ao conquistar gerações e gerações de apaixonados telespectadores.

Relembrando diversos pontos imperdíveis, na publicação de hoje para o Co-op Geeks selecionamos um compilado de informações que não poderia passar despercebido em uma publicação tão nostálgica como esta. Tentando agradar tanto aos ressentidos órfãos de David Crane e Marta Kauffman quanto aos novatos que jamais viram um episódio sequer, vocês encontram, no link a seguir, um pouquinho mais sobre um dos melhores espetáculos já produzidos na história da televisão norte-americana. Estão prontos?

TIRANDO DA ESTANTE: FRIENDS

10 motivos inquestionáveis para você começar a assistir “Friends”, a melhor série de todos os tempos

Muita coisa mudou desde que “Friends” foi ao ar pela primeira vez em um distante 22 de setembro de 1994 – quando muitos de nós ainda éramos crianças e desconhecíamos toda a sua influência na televisão norte-americana. Contudo, se existe algo capaz de provar toda a autenticidade e criatividade características do próprio programa é o simples e duro (mas sempre eficiente) teste de resistência ao tempo: mesmo após 21 anos de existência, o sitcom criado por David Crane e Marta Kauffman permanece ditando regras e se estabelece como um exemplo seguido pelas demais séries que continuam na ativa.

Desenvolvido em um total de 236 episódios subdivididos em 10 temporadas que encerraram o seriado em 6 de maio de 2004, até hoje as divertidas histórias de Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey são reprisadas por canais de TV a cabo que não desistem de passar adiante a boa e velha palavra. Também disponível para compra (seja online, seja física) através de boxes econômicos que trazem ao telespectador tudo o que de melhor rolou durante estes 10 anos dourados, este post vem em boa hora para tentar convencê-lo do porquê começar a acompanhar “Friends” ou presentear alguém que você goste (aproveite, o Natal está quase aí) com a melhor série de todos os tempos.

Dado o recado, conheça a seguir as 10 causas incontroversas que te farão correr atrás de todo esse tempo perdido para conhecer absolutamente tudo sobre o clássico programa da “Warner Bros. Television” que permanece, até os dias de hoje, como um dos maiores nomes da empresa e do mercado televisivo:


1. Aquele com os Títulos dos Episódios:

Quem já conhece “Friends” e tenha assistido, pelo menos, dois episódios de quaisquer temporadas, deve ter notado que todo capítulo é nomeado com “Aquele com o(a)”, “Aquele em que…”, “Aquele do(a)…” (“The one with…” ou “The one where”, na versão original), mas, provavelmente nem todos entenderam o porquê desta estranha coincidência. Na verdade, a estranha coincidência nem chega a ser obra do destino ou falta de motivação da equipe por trás do espetáculo, uma vez que todos os títulos dos episódios foram propositalmente nomeados assim à escolha de David Crane e Marta Kauffman (à exceção do primeiro: “Episódio Piloto”, e dos dois finais: “O Último”). Essa escolha nada comum se dá ao fato de que os produtores descobriram que os nomes dos episódios não seriam apresentados durante a exibição dos créditos de abertura, e assim, acabariam por ser desconhecidos pela maior parte do público. Para facilitar a nomeação de cada gravação (e o desperdício de se pensar em nomes que sequer seriam lembrados), esta tática foi adotada pelos criadores e no fim se mostrou uma das mais originais de todo o sitcom.


2. Aquele do Enredo:

Diferente de muitos programas televisivos que já não mais conseguem manter seu ritmo original e partem para a prática reiterada de piadas sem graça que pouco acrescentam à trama de seus personagens, “Friends” possui o privilégio de se mostrar uma das raras exceções que não se vendeu ao desespero obsessivo por dinheiro. Assim como um livro que é capaz de conectar importantes pontos de seu 1º capítulo ao derradeiro e inevitável fim, a obra de Crane e Kauffman se mostra genial ao inovar um pouco em cada temporada e, gradativamente, levar ao espectador novas situações imprevisíveis e dignas de nossa admiração. Fugindo da regra geral da maioria das demais séries que acabam por cair na mesmice e tornam-se desinteressantes com o passar dos anos, “Friends” é tão acima da média que você dificilmente encontrará uma melhor cena, um melhor episódio ou uma melhor temporada (pois todos o são da sua maneira diferente).


3. Aquele com a Química entre o Elenco:

Apesar de ter sido acertadamente composto por Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer, muitos outros atores e atrizes como Elizabeth Berkley e Leah Remini chegaram a fazer o teste para os papeis principais ocupados pelo popular sexteto – inclusive a própria Courteney Cox, a quem primeiramente foi oferecido interpretar Rachel Green (e mais tarde declinou para dar vida à Monica Geller). Em decorrência do próprio roteiro, é de se esperar que alguns personagens tenham mais química em cena do que outros (por conta do histórico escolar ou da vida regressa), mas essa primeira impressão cai por terra quando vemos Phoebe Buffay interagindo com Joey ou Rachel, por exemplo (que pela lógica do seriado não possuem nada em comum do passado). De alguma maneira naturalmente misteriosa, os atores parecem se completar quando estão atuando conjuntamente, seja em duplas, trios ou dentro do grupo completo. Imagine assistir “Friends” e ver o Ross sendo interpretado por outro ator que não seja o cativante David Schwimmer ou o Chandler Bing sem os traços do conquistador Matthew Perry? Destaque também para o elenco de apoio, especialmente pelos impagáveis Maggie Wheeler (como Janice) e James Michael Tyler (como Gunther).


4. Aquele em que Não é só Comédia:

É um fato que “Friends” possui como foco, desde a sua distante origem noventista, a comédia clássica dos sitcoms estadunidenses das duas décadas passadas, mas quanto mais o seriado foi se expandindo, mais caminhos ele passou a incorporar em seu script fenomenal. Passando por temas comuns da vida cotidiana de qualquer pessoa, Marta Kauffman e David Crane administraram com exatidão os assuntos tratados dentro da jornada de seus seis personagens principais, indo desde as dificuldades da fase adulta e a busca por independência e autoafirmação. Priorizando trazer ao telespectador valores importantes como a amizade, a confiança e a honestidade, outras vertentes como a sexualidade, a adoção e até mesmo a persistência atrás de seus sonhos podem ser encontradas ao longo de todo o programa – o qual está rotineiramente tentando passar uma imagem positiva a quem o assiste. Transmitindo uma sensação de aconchego e proximidade ao seu receptor que é capaz de encantar até mesmo o mais amargo dos homens, “Friends” faz uso de uma linguagem fácil, compreensível e saudável sem apelar para a banalização do bom humor.


5. Aquele com o Tema Musical:

Ao som de “I’ll Be There for You”, do duo norte-americano The Rembrandts, “Friends” teve suas 10 temporadas recepcionadas com a música que não demorou muito para se tornar uma das marcas registradas do seriado (e que colaborou para a sua popularização no decorrer da década 94-04). Atingindo a posição de nº 17 da “Billboard Hot 100”, a parada de sucessos que contabiliza as 100 músicas mais populares da semana nos EUA, o clipe oficial do single (assista aqui) conta com a participação do elenco principal da série que não hesitou ao brincar em frente às câmeras com Phil Solem e Danny Wilde (membros da dupla). Seja por Courteney Cox arrasando na bateria ou Matt e Matthew fazendo a dancinha engraçada já conhecida de diversos episódios, o vídeo é uma pequena amostra do que podemos ver em todas as temporadas do sitcom.


6. Aquele dos Cenários:

Passando-se majoritariamente no apartamento herdado por Monica de sua avó (o qual já serviu de casa para todos os demais membros do grupo em momentos distintos da história), situado no Greenwich Village, em Nova Iorque, o carismático edifício da 90 Bedford Street abriga ainda o bagunçado lar de Joey (apartamento defronte ao de Monica) e está posicionado próximo ao que Ross adquire no decorrer da série. Porém, quando não está sendo filmado nestes três locais, “Friends” se passa no acolhedor “Central Perk”, o popular café usado como set de gravações em quase todos os episódios de suas 10 temporadas. Local de encontro favorito usado por Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey para se reunirem e passar um bom tempo antes do trabalho, o estabelecimento gerenciado pelo apaixonado Gunther é sem sombra de dúvidas um dos mais nostálgicos de todo o seriado.


7. Aquele com os Convidados Especiais:

Se pelo seu elenco principal “Friends” já humilha qualquer outro programa que contenha atrizes e atores de renome da indústria hollywoodiana, o que dizer então do seu elenco de apoio, o qual foi constantemente preenchido por nomes de peso que, por vezes, deixaram os episódios muito mais divertidos. Entre a seleta lista de artistas que já participaram de um episódio ou outro ao longo dos 10 anos de espetáculo, os mais populares incluem Bruce Willis, Brad Pitt, Christina Applegate, Reese Witherspoon, Winona Ryder, Alec Baldwin, Sean Penn, Freddie Prinze, Jr., Anna Faris e Jean-Claude Van Damme.


8. Aquele com os Flashbacks:

Toda série ou franquia cinematográfica que se preze sabe como amarrar as situações do presente com as do passado para, do resultado de ambas, criar um decisivo futuro para seus personagens em geral. Porém, “Friends” vai muito mais além ao nos oportunizar descobrir como era o sexteto original durante o fim do colégio ou início da faculdade (ou no caso de Phoebe, quando esteve em vidas passadas servindo o exército durante períodos de guerra, nos anos de 1862 e 1915). Muitos desses momentos acontecem durante a 3ª temporada, a qual nos remete ao ano de 1978 e o início do trauma de Chandler pelo “Dia de Ação de Graças”, e 1988, o período decisivo para a vida de Monica e Fat Monica (a fase em que a irmã de Ross esteve acima do peso e decidiu dar a volta por cima após levar um fora de uma pessoa inimaginável).


9. Aquele com a Phoebe Buffay:

Por mais que a produção de Crane e Kauffman tenha, a todo custo, tentado não priorizar a importância de um personagem sobre o outro, Phoebe Buffay é alguém que, se não estivesse no script original escrito pela dupla dinâmica de roteiristas e produtores, teria feito toda a diferença para o que a série se tornou. A maluca massagista e cantora independente que cresceu nas ruas e desde cedo precisou lidar com o suicídio da própria mãe quando ainda criança – e a indiferença de uma egoísta irmã gêmea do mal (também interpretada por Lisa Kudrow), Ursula – é definitivamente um dos pontos altos de todas as temporadas de “Friends”. Também conhecida como Regina Phalange – o codinome que Phoebe incorpora para sair de situações complicadas que exigem muito do seu jogo de cintura –, a doce loirinha popularizou ao longo das gravações do seriado diversas músicas conhecidas por toda a cultura popular, sendo “Smelly Cat” a mais querida e lembrada pelos admiradores do programa (inclusive Taylor Swift).


10. Aquele em que Você Aperfeiçoa o seu Inglês:

Okay, com “aperfeiçoar o seu inglês” eu não quero dizer que assistir “Friends” te ajudará a falar fluentemente o idioma internacional mais popular da História, mas com certeza poderá clarear alguns pontos obscuros da sua maçante aula de inglês do cursinho ou da escola. Exatamente por adotar uma linguagem simples do dia a dia dentro de um tema habitual (amigos e família), o sitcom poderá ser usado como uma forma de auxílio para aprender/melhorar o seu “verb to be” do Ensino Fundamental que sempre te deixa na mão (desde que você deixe a preguiça do dublado de lado e assista a tudo pelo modo legendado, é claro).


Agora que você já conhece os nossos 10 motivos para começar a assistir “Friends”, eu quero que você me diga: ficou curioso ou não para descobrir tudo o que se passa na divertida vida do sexteto mais querido da televisão?

Wow! 7 combinações inusitadas da cultura pop que me surpreenderam bastante neste 2015

O mundo do entretenimento pode ser mesmo uma caixinha de surpresas! Depois de crescer acompanhado dos mais memoráveis ícones que marcaram a indústria da música, da televisão, do cinema, da literatura e dos videogames, reconheço que foi se tornando cada vez mais difícil a tarefa de ser surpreendido por algo que eu julgasse ser realmente bom. Me tornando cada vez mais exigente com as novidades que tomaram conta de toda a web no decorrer destes anos, podemos dizer que acabei desenvolvendo um gosto um tanto quanto apurado para diferenciar qualidade de quantidade.

Assim, resolvi fazer algo diferente desta vez e destacarei neste post algumas combinações que, num primeiro momento, podem não parecer nada coerentes – mas acreditem, no final tudo se saiu melhor que o planejado. Seja pela reunião de diversas estrelas teens tidas como rivais na capa de uma mesma revista, ou a demo de um game de terror que levou um batalhão de fãs a conhecer um dos maiores cineastas da história, hoje vocês verão diversos featurings surpreendentemente inusitados e que realmente deram certo. A começar por:


1. Esta capa da “Vanity Fair” de 2003 que quebrou o pop há 12 anos, não se contentou em ficar no passado e decidiu dar um oizinho pelas redes sociais em pleno 2015:

Da esquerda para a direita: Amanda Bynes, Ashley Olsen, Mary-Kate Olsen, Mandy Moore, Hilary Duff, Alexis Bledel, Evan Rachel Wood, Raven Symoné e Lindsay Lohan

Uma missão quase impossível… mas não para o fotógrafo Mark Seliger! Não foram apenas os fã-sites das atrizes Hilary Duff (“A Nova Cinderela”) e Lindsay Lohan (“Meninas Malvadas”) que se lembraram dessa preciosidade do começo dos anos 2000 e resolveram reviver neste ano uma das capas mais icônicas da “Vanity Fair” em suas redes sociais. A própria Mandy Moore (“Um Amor Para Recordar”), que protagonizou o ensaio fotográfico ao lado de Amanda Bynes (“S.O.S. do Amor”) e as gêmeas Olsen (“As Namoradas do Papai”), resolveu tirar a poeira de algumas lembranças e nos prestigiou em sua conta no Instagram com uma das imagens mais marcantes da cultura pop da última década. Contando com a presença da inesquecível Raven Symoné (“As Visões da Raven”), podemos encontrar na imagem, ainda, as também populares Alexis Bledel (“Gilmore Girls”) e Evan Rachel Wood (a atriz nomeada ao “Globo de Ouro” por sua atuação no drama “Aos Treze”). Talvez esse ensaio fotográfico possa parecer um tanto quanto “simples” para quem não tenha vivido naquela época, mas, só para você ter uma ideia, hoje seria o mesmo que reunir Miley Cyrus, Demi Lovato, Selena Gomez, Ariana Grande, Taylor Swift e todas as meninas de girlbands como o Fifth Harmony e o Little Mix em uma única sessão fotográfica. Tá bom ou quer mais? PS: okay, não é uma combinação atual, mas sempre vale a pena nos recordarmos dos tempos de ouro, não é mesmo?


2. O encontro de três divas pop e o ponto final em duas das maiores rixas do cenário musical em que nos encontramos:

Já que o assunto da vez é o encontro improvável de celebridades, vamos para a fotografia que congestionou todos os servidores de internet ao redor do globo terrestre neste primeiro semestre de 2015. Encerrando todo aquele falatório sobre a “Mother Monster” ter se inspirado em “Express Yourself” para criar o hit “Born This Way” (quem não se lembra dos mashups feitos pela “Rainha do Pop” na “MDNA Tour”?) e “Roar” x “Applause” que gerou o maior bafafá pelo Twitter, Lady Gaga, Madonna e Katy Perry deixaram as diferenças de lado no “MET Gaga” e deram o maior tapa na cara da sociedade em maio desse ano. Unindo-se para um dos encontros mais surpreendentes desde o “VMA” de 2003 que colocou Britney Spears e Christina Aguilera em cima no mesmo palco, o trio chocou o público ao posar junto e compartilhar a imagem em suas redes sociais como numa espécie de celebração da bandeira branca. Isso sem nos esquecermos da saidinha de Gaga com Madonna numa festa do estilista Alexander Wang que resultou em alguns momentos íntimos tão lindos quanto na imagem acima. É realmente fascinante ver uma lenda da música pop e uma hitmaker contemporânea dando o braço a torcer para selar a paz!


3. O encontro de “Crazy In Love”, da Beyoncé, com o filme “Cinquenta Tons de Cinza” que gerou essa nova roupagem bem ousada e muito misteriosa:

Que Beyoncé já criou inúmeros hinos nos estúdios de gravação isso todo mundo já tá cansado de saber, mas, regravar um clássico da sua própria discografia e deixar a nova versão tão boa quanto a original, isso não é para qualquer uma. Provando que é uma mulher de fibra, este feito foi facilmente alcançado no remix de 2014 liberado exclusivamente para o polêmico longa-metragem “Cinquenta Tons de Cinza” – que conquistou as bilheterias dos cinemas em fevereiro passado. Com um instrumental completamente novo que nos remete a todo o ambiente sombrio, clássico e sensual objetivado pelo filme, nossa “Queen B” caprichou nos vocais e fez bonito ao nos entregar um dos melhores covers já feitos de uma canção do seu extenso material discográfico. Afinal, quem melhor que a própria Beyoncé poderia relançar uma versão tão digna do hino encarregado de abrir a divulgação do memorável “Dangerously In Love”, a estreia solo da cantora no cenário musical? O poder desta música é tão grande que “Crazy In Love” é provavelmente um dos únicos hits que se encaixa perfeitamente no R&B, na música clássica ou até mesmo no funk carioca proibidão (desde que cantado pela sua intérprete original, é claro). Ouça aqui “Crazy In Love (2014 Remix)”.


4. Este vídeo fan-made de “Perfume” que harmonicamente uniu cenas de Britney Spears com Justin Timberlake e se saiu melhor que a versão oficial:

Quando Britney Spears apareceu segurando uma arma nas filmagens do clipe para o single “Perfume” e foi vazada a informação que haveria uma versão do diretor bem diferente da publicada em seu canal oficial no YouTube, vocês devem ter imaginado o tamanho da decepção sofrida pelos milhares de fãs da cantora. Coberto de edições que esconderam o verdadeiro desfecho pretendido pelo diretor Joseph Kahn (o mesmo de “Womanizer”), o resultado final de “Perfume” acabou passando batido e pouco ajudou na divulgação do 2º single do “Britney Jean” nas paradas de sucesso. Porém, um fã resolveu recordar o antigo namoro da “Princesinha do Pop” com o astro Justin Timberlake e fez justiça com as próprias mãos ao recriar o que poderia ter sido os planos iniciais de Kahn (mesmo que com outro protagonista masculino). Combinando as cenas do vídeo de Spears com o de “TKO”, de Timberlake, o ex-casal mais badalado dos tapetes vermelhos aparece em momentos envolventes que poderiam ter originado uma trágica (mas bonita) história de amor a ser retratada nas telonas dos cinemas.

TheSQvids, obrigado por ter salvo o nosso dia com esse “Romeu e Julieta” dos tempos modernos!


5. Essa versão extraordinária para piano do clássico tema de “Super Mario Bros”:

O tema musical mais popular criado para um jogo de video-game já ganhou diversas homenagens de grandes fãs que resolveram fazer a sua própria versão da trilha sonora de “Super Mario Bros.”, mas esta executada pela Sonya Belousova é definitivamente uma das melhores. Liberada em comemoração aos 30 anos do jogo (sim, o jogo foi lançado em 85), e em uma forma de tributo ao Satoru Iwata, presidente da “Nintendo” que faleceu em julho deste ano, Sonya não decepcionou ao casar duas das melhores coisas já criadas pelo homem moderno: video-games e pianos. Customizando por completo o seu instrumento de trabalho como se fosse um console original do “NES” (“Nintendo Entertainment System”), até mesmo o banquinho usado pela moça ganhou uma super personalização para combinar com todo o conjunto e nos deixar em total estado de nostalgia. Se o vídeo por si só já merece uma ovação de pé pelo excelente trabalho desenvolvido por Belousova, os 10 segundos finais com certeza vieram para encerrar tudo com chave de ouro. É que, em uma referência a todo o tempo gasto pelos antigos amantes do “NES” que assopravam os cartuchos dos jogos para tirar a poeira deles e assim facilitar a sua rodagem, a própria moça assopra as teclas do piano em uma forma de respeito a essa prática milenar.

Outros vídeos tão bons quanto esse podem ser vistos no canal PlayerPiano, do YouTube.


6. O featuring “Silent Hills” com Norman Reedus, Hideo Kojima e Guillermo Del Toro que mal foi anunciado e engavetado em menos de 1 ano:

Quando foi anunciado pela “Konami” que a série de terror psicológico “Silent Hill” ganharia uma sequência e a demo “P.T.” (Playable Teaser) foi confirmada como uma prévia do que veríamos do sucessor de “Silent Hill: Downpour” (2012), muitos seguidores da saga entraram em total estado de choque, positivamente falando. Entretanto, para desespero de muitos, esta felicidade não durou mais de 1 ano e a empresa por trás do jogo voltou atrás ao cancelar o projeto. Além de Hideo Kojima (“Metal Gear”), o designer de games esteve acompanhado do diretor de cinema Guillermo Del Toro (“O Labirinto do Fauno”) e de Norman Reedus (o Daryl Dixon de “The Walking Dead”), o que certamente aumentou toda a pressão em cima do game e rapidamente o transformou em um dos lançamentos mais aguardados da década. Nomeado “Silent Hills” (assim mesmo, no plural), o projeto teria chegado ao fim por conta do término do contrato entre a “Konami” com Reedus (o que foi anunciado pela empresa), porém, especula-se que conflitos de interesse envolvendo Kojima, o seu próprio selo (a “Kojima Productions”) e a grande produtora teriam sido os responsáveis pela ruptura da produção (entenda mais). Todavia, talvez como uma forma de consolar todos os órfãos de “P.T.”, Hideo e Guillermo já avisaram que ainda possuem planos de continuar trabalhando juntos “fora de Silent Hills” – será que rola um lançamento do game sob outro nome e outra produtora? Assista aqui a um dos melhores trailers de “P.T.”.


7. Essa abertura linda de “Friends” inspirada nos personagens principais dos filmes “Harry Potter”:

Chegando ao fim de nossa pequena lista, é com dois dos títulos mais marcantes da minha vida que encerro este pequeno especial sobre as “7 combinações mais inusitadas da cultura pop que me surpreenderam neste 2015”! Apenas consolidando todo o impacto deixado por estes gigantes da televisão e do cinema no coração de cada fã leal que conquistou entre os anos 90 e 2000,  “Friends” e “Harry Potter”, mesmo sendo tão diferentes, merecem uma menção honrosa nesta publicação tão singela. Contudo, você já imaginou ver os dois juntos em um único vídeo? Foi essa a ideia que Jeremiah Rivera teve antes de recriar a famosa intro do seriado produzido pela “Warner” depois de “ficar entediado” e publicar a fan art em seu canal do YouTube. Ao som de “I’ll Be There For You”, da banda The Rembrandts, Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger), Rupert Grint (Ron Weasley), Matthew Lewis (Neville Longbottom), Evanna Lynch (Luna Lovegood) e Bonnie Wright (Ginny Weasley) estrelam as cenas já regravadas pelo elenco original de “Friends” inúmeras vezes no decorrer de suas 10 temporadas. Não que Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer possam ser substituídos tão facilmente, mas, que os bruxinhos mandaram bem (mesmo que involuntariamente), isso não há como negar!

Se você gostou da intro e gostaria de ver mais, se liga só nessa outra inspirada na abertura de “Buffy, A Caça-Vampiros”.