#CoopGeeks: Tirando da Estante – Friends

Muita coisa mudou imensamente desde que “Friends” foi ao ar, pela primeira vez, em um longínquo setembro de 1994: uma época em que muitos de nós ainda mal sabíamos andar ou falar. Tornando-se uma referência mundial para outros programas televisivos que o sucederam, o aclamado sitcom perdurou por uma década levando até o público um material inovador que, diga-se de passagem, foi certeiro ao conquistar gerações e gerações de apaixonados telespectadores.

Relembrando diversos pontos imperdíveis, na publicação de hoje para o Co-op Geeks selecionamos um compilado de informações que não poderia passar despercebido em uma publicação tão nostálgica como esta. Tentando agradar tanto aos ressentidos órfãos de David Crane e Marta Kauffman quanto aos novatos que jamais viram um episódio sequer, vocês encontram, no link a seguir, um pouquinho mais sobre um dos melhores espetáculos já produzidos na história da televisão norte-americana. Estão prontos?

TIRANDO DA ESTANTE: FRIENDS

Repleto de sensibilidade, Shawn Mendes está mais acústico do que de costume no novo “Illuminate”

Não faz nem um ano desde que decidimos escrever, pela primeira vez, um pouquinho mais sobre a trajetória de Shawn Mendes, o novato que tem feito o maior sucesso nas rádios e paradas musicais de todo o mundo (relembre). Após liberar seu primeiro disco de inéditas (o “Handwritten”, de 2015) e dominar o top 10 da “Billboard Hot 100” com o hit “Stitches” (#4), o jovem canadense que adquiriu notoriedade depois de bombar no aplicativo Vine consegue, hoje, tocar sua vida adiante sem depender das diversas gravações caseiras que o levaram ao estrelato.

Deixando os covers de lado e redirecionando todas suas energias para a própria discografia, Shawn sabe que é chegado o momento de dar continuidade à sua brilhante história e já prepara o terreno para aquilo que o futuro lhe reserva. E foi assim, de mansinho, que fomos surpreendidos no mês passado com “Illuminate”, o 2º material de estúdio de Mendes que não poderia passar despercebido em nosso blog sem uma resenha mais do que especial. Assim, e sem mais blá-blá-blá, você confere, a seguir, nossos principais apontamentos sobre esse lançamento tão aguardado que chegou na melhor hora possível para todos aqueles que mal podiam esperar por um novo trabalho do cantor!

Shawn Mendes em ensaio fotográfico para a revista “Notion” (2016)

Que o “Handwritten” acabou por cair nas graças do público isso não é novidade para ninguém – tanto que, além de debutar em #1, com vendas de 119 mil cópias na first week, até chegou a integrar a nossa lista com os meus 10 discos favoritos de 2015, em #6. Rendendo 4 singles de sucesso que deram grande suporte para as turnês “Shawn’s First Headlines” e “Shawn Mendes World Tour” (esta última, inclusive, ainda na ativa), o primeiro álbum do garoto prodígio de apenas 18 anos não falhou comercialmente e chegou a ser certificado ouro e platina em diversos países do globo, como Brasil, México, Reino Unido e EUA. Todavia, nem tudo dura para sempre e, após encerrar o projeto com o featuring “I Know What You Did Last Summer”, com a Camila Cabello (do Fifth Harmony), finalmente chegou o momento de Shawn respirar novos ares e nos entregar algumas novidades que mexeram com todas as nossas estruturas.

Liberando o carro-chefe “Treat You Better” no último 3 de junho, o canadense acertou em cheio ao selecionar sua parceria com os compositores Teddy Geiger e Scott Harris para representar a primeira música de trabalho do “Illuminate”. Sucesso instantâneo que atingiu o #6 no “Hot 100” da “Billboard”, a canção segue a linha mais pop de “Stitches” e ganha o ouvinte por utilizar-se da mesma estrutura anteriormente experimentada no 3º single do disco iniciante (estrofes lentas que gradativamente culminam em um refrão explosivo). Trazendo um emocionante clipe dirigido por Ryan Pallotta (“Wish You Were Here”, Delta Goodrem; e “Chains”, Nick Jonas) que relata um relacionamento altamente conturbado e abusivo, a gravação já ultrapassou as 230 milhões de visualizações no YouTube e é eficientemente encerrada com o telefone para contato do “National Domestic Violence Hotline”, o disk-denúncia para violência doméstica dos EUA (assista).

“Ruin”, o primeiro single promocional do lançamento, também chegou a ganhar um clipe. Assista

Disponível para compra desde o dia 23 de setembro, “Illuminate” foi gravado entre os anos de 2015 e 2016. Predominantemente pop, o álbum abraça a vertente mais acústica que é própria de Shawn e pouco se distancia do que pudemos conhecer em sua primeira experiência pelos estúdios de gravação. Distribuído sob os selos da “Island Records” e “Universal Music Group”, além de “Treat You Better” (o único single oficial anunciado até o fechamento deste post) também foram liberadas anteriormente (mas como faixas promocionais) as bem emotivas “Ruin”, “Three Empty Words” e “Mercy”. Conseguindo seu segundo #1 na “Billboard 200”, o novo material do moço estreou direto no topo dos charts norte-americanos, com vendas de 145 mil cópias na primeira semana. Segundo a própria “Billboard”, apenas 5 artistas (incluindo Shawn) conseguiram emplacar seus dois primeiros álbuns #1s em tão pouca idade – Justin Bieber (com 17 anos), Miley Cyrus (com 14 anos), Hilary Duff (também com 14 anos) e LeAnn Rimes (com 15 anos).

Contendo 12 canções na edição standard e 15 na deluxe, Mendes assina todas as músicas presentes no disco e divide os créditos de composição com Geoff Warburton (-), Scott Harris (“Life of the Party”, “Something Big”), Teddy Geiger (“Stitches”), Danny Parker (“Chains”, Nick Jonas), Ilsey Juber (“Man on the Moon”, Britney Spears), Laleh (“Stone Cold”, Demi Lovato) entre outros. Já o trabalho de produção, por sua vez, acabou por ficar sabiamente sob a responsabilidade de ninguém menos que Jake Gosling (“Thinking Out Loud”, Ed Sheeran), Dan Romer (“Say Something”, A Great Big World com Christina Aguilera), DJ “Daylight” Kyriakides (-) e os já mencionados Geiger e Harris.

“Illuminate” foi majoritariamente bem-recebido pela crítica especializada (3,5/5 pelo “AllMusic”, “Idolator” e “Rolling Stone”)

Completamente uniforme, “Illuminate” não foge muito da temática trabalhada pelo disco antecessor e, como dito acima, foca bastante em uma roupagem mais acústica – um som que, felizmente, casa muito bem na doce (e por vezes imperiosa) voz de seu intérprete. Trazendo as vulneráveis “Ruin”, “Don’t Be a Fool”, “Like This” e “Bad Reputation”, são nestas faixas que encontramos, logo de cara, o gigantesco amadurecimento que Shawn passou em tão pouco tempo, ainda mais se considerarmos que este é apenas o segundo material de seu catálogo. Distanciando-se muito da tendência mais adolescente que pudemos conferir em canções como “Something Big” e “Believe”, esta pequena parcela do sucessor de “Handwritten” nos soa bem promissora e, provavelmente, influenciará em muito os próximos trabalhos de estúdio do moço.

Assista ao emocionante clipe para a promocional “Mercy”

E como não poderia deixar de ser, é claro que o “Illuminate” não erraria tão feio a ponto de não incluir, ao menos, uma gravação ou outra sem pender para um som mais comercial. Nesse sentido encontramos o lead single “Treat You Better” – que, como dito acima, se assemelha em muito à estrutura musical de “Stitches” –, e a possível candidata para próximo single “No Promises” (isso ao nosso ver, é claro, pois nada foi confirmado pela equipe de Mendes até o momento). Com um instrumental não menos que original e viciante, o único defeito deste hino incomparável é sua duração nem alcançar os comuns 3 minutos, o tempo padrão da maioria das músicas liberadas pelos artistas do mainstream (“No Promises” é a mais curta da tracklist, com 2 minutos e 46 segundos, seguida de “Patience”, com 2 minutos e 55 segundos).

Mendes e sua equipe já preparam a “Illuminate World Tour”, a terceira turnê do canadense prevista para começar em março de 2017, nas Filipinas

Intercalando entre suavidade e animação, “Three Empty Words” abre o arco mais positivo de “Illuminate” – o qual é, nos moldes de “Handwritten”, composto também pelas cativantes “Lights On”, “Honest” e “Patience” (estas foram certamente gravadas para todos aqueles que tanto gostaram do debut do canadense e muito torceram por uma segunda parte). Muito bem posicionadas no álbum, as canções amarram-se firmemente umas às outras e nos redirecionam para o segmento final que encerra o disco com chave de ouro. Ao som de “Understand”, a última faixa da edição standard explora muito bem a vulnerabilidade a que fomos introduzidos no início da tracklist, por “Ruin” – mas, desta vez, de forma bem menos obscura. Repleta de uma vivacidade resplandecente, assim também prosseguem as duas bônus da edição deluxe: “Hold On” e “Roses”, que não apenas dão uma conclusão para a sua antecessora (“Understand”) como ganham vida própria e brilham por uma singularidade própria.

Entretanto, não poderíamos concluir a nossa resenha se deixássemos de mencionar o que é, aos nossos olhos, não apenas a melhor canção do “Illuminate”, como também a que melhor define o projeto como um todo. Composta pelo Shawn ao lado de Teddy Geiger, Danny Parker e Ilsey Juber (e produzida por Gosling e Geiger), “Mercy” transborda em nossos ouvidos desde sua primeira audição e revela-se uma das maiores músicas do ano. Carregando uma intensidade que não cabe dentro de si e explode em um ápice de muita sensibilidade, o single promocional mistura drama com naturalidade sem parecer forçado, soando até mesmo comercial na medida certa. Trazendo uma letra bastante expressiva, os seus versos inesquecíveis funcionam bem tanto na versão padrão (presente na edição standard) quanto na versão acústica (exclusiva para aqueles que adquirirem a deluxe).

Crescendo sem perder o rumo da identidade que vem lapidando em tão pouco tempo, por diversas vezes Shawn nos faz relembrar, em seu “Illuminate”, do trabalho primoroso que foi feito no “Handwritten”. Recheado de produções simplistas que realçam o melhor da voz, carisma e composições de Mendes, o novo álbum amadurece consideravelmente sem pôr um ponto final ao que já conhecíamos desde o lançamento do primeiro single “Life of the Party”, lá de 2014. Sem mudanças bruscas ou radicais de imagem, o novato parece se encontrar no caminho certo para a longevidade de sua carreira, mostrando que, por mais que continue dominando os charts, o vem fazendo da maneira mais saudável possível (para si e para o público). E assim torcemos para que o pequeno-grande Shawn continue ao longo dos próximos anos, conquistando-nos com uma honestidade sem fins que tem tudo para elevar seu nome cada vez mais alto.

Para mais conteúdo como este, não deixe de curtir a nossa página no Facebook e nos seguir no Twitter e no Instagram para não perder qualquer novidade.

“Stranger Things” (1ª temporada): vale a pena assistir?

Se você não esteve em coma nos últimos dois meses então provavelmente já ouviu falar sobre “Stranger Things”: a nova série da “Netflix” que se tornou um fenômeno de imediato. Seguindo a linha de outros espetáculos transmitidos pelo que é hoje uma das maiores plataformas de streaming do planeta, “Things” repete o sucesso de suas antecessoras e, assim como tudo o que tem sido exibido com exclusividade pelo site, se sobressai com um nível de qualidade por vezes inacreditável. Combinando elenco a roteiro, direção, fotografia, temática, trilha sonora e muito mais, o tema do nosso “Vale a pena assistir?” de hoje está imperdível – e você precisa conferir, a seguir, tudo o que é necessário saber sobre uma das novidades mais comentadas do ano. Estão preparados?

Texto livre de spoilers (claro que algum ou outro necessário para o bom entendimento deste artigo será mencionado mais cedo ou mais tarde, mas de forma sucinta e segura). Boa leitura!

2016 é o novo 1986… o retrô está de volta:

Ao lado de Eleven, o trio formado por Mike, Dustin e Lucas (da direita para a esquerda) é, com certeza, um dos maiores motivos para você conhecer “Stranger Things”

Esqueça tudo o que você conhece e que tenha acontecido após o início da década de 90! Totalmente ambientada nos anos 80, “Stranger Things” se passa na pacata cidade de Hawkins, Indiana: um lugar onde os registros policiais praticamente não existem – e o mais grave que pode acontecer a alguém é o furto de anões de jardim.

Nos introduzindo a um grupo de garotos comuns que divide o seu tempo entre tarefas de escola e partidas de RPG (jogo que foi auge na época e popularizou-se graças ao pioneiro “Dungeons & Dragons”), a trama ganha forma quando Will Byers (Noah Schnapp) misteriosamente desaparece sem deixar maiores vestígios. Impulsionando um sistema de buscas auxiliado pelos próprios moradores da região, a polícia – e toda a cidade – se vê paralisada diante do incidente enquanto a mãe do menino, Joyce (Winona Ryder), tenta fazer tudo que está ao seu alcance para encontrar o caçula da família.

Paralelamente, uma agência secreta governamental que opera nas redondezas acaba perdendo o controle de seus experimentos e faz com que as falhas de seus estudos se esbarrem no cotidiano normal dos habitantes de Hawkins. Interceptando ligações telefônicas e “dando um jeito” em todos aqueles que entram em seu caminho (mesmo que involuntariamente), caberá aos poderosos chefões do governo norte-americano a difícil missão de encobertar a infinidade de segredos que, gradualmente, nos é revelada ao longo de cada intenso episódio.

O nascimento de alguns… e a ascensão para outros:

Millie Bobby Brown e Winona Ryder, o encontro de duas gerações tão promissoras

Protagonizado por um time de atores mirins que, até o momento, não havia participado de muitos outros projetos de renome, a superprodução acerta ao redirecionar toda sua atenção para os novatos que ganham nossa empatia instantaneamente. Narrando a nostálgica aventura de Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Dustin Henderson (Gaten Matarazzo) e Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin) atrás do melhor amigo desaparecido, a trajetória do trio muda radicalmente com a chegada de Eleven/Onze (Millie Bobby Brown), uma garota bastante incomum que parece saber mais do que aparenta – e que, é claro, não demorará para roubar todos os holofotes para si.

Também nos entregando as atuações brilhantes de Natalia Dyer (Nancy Wheeler) e Charlie Heaton (Jonathan Byers), irmãos mais velhos de Mike e Will, respectivamente, “Stranger Things” conta com os recorrentes – e bem convincentes – Joe Keery (Steve Harrington) e Shannon Purser (Barbara Holland), namorado e melhor amiga de Nancy.

Sob a pele do chefe de polícia Jim Hopper, o destemido David Harbour divide o elenco adulto com Cara Buono (Karen Wheeler), Matthew Modine (Dr. Martin Brenner) e ninguém menos que Winona Ryder, o nome mais experiente e consagrado de toda a série. Conhecida por ter estrelado diversos clássicos da cultura popular como “Os Fantasmas Se Divertem” (1988), “Edward Mãos de Tesoura” (1990) e “Garota, Interrompida” (1999), a veterana se destaca por uma singularidade que lhe é inerente, convencendo-nos com uma interpretação cheia de paixão e honestidade. Ryder, definitivamente, não brinca em serviço!

Um pouco de História não faz mal a ninguém:

MKULTRA, um programa clandestino (e real) da CIA, serve como uma das influências para a série

Flertando com o sobrenatural e com o passado, a produção dos Duffer Brothers é precisa em sua narrativa e aproveita-se de todos os recursos históricos da época em busca de exatidão e credibilidade. Passando-se, como dito, em uma América dos anos 80, o enredo aproveita o plano de fundo da Guerra Fria (que ainda se movimentava a todo vapor e só foi perder velocidade com o fim da União Soviética, em 1991) e traz à tona algumas teorias de conspiração que frequentemente são reafirmadas por programas e séries de TV. Uma dessas teorias foi o real MKULTRA, um programa clandestino da CIA (o Serviço de Inteligência dos EUA) que chegou a fazer experimentos em seres humanos com drogas e inúmeros meios de tortura, abuso e procedimentos cirúrgicos. Haja fôlego para tanta informação!

Transbordando temáticas e inspirações:

Dá pra acreditar que “Stranger Things” já virou até um joguinho para PC? (Compatível com Windows, MAC e Linux)

Vindo até nós como “uma homenagem à cultura dos anos 80”, “Things” não nega suas origens e revela-se um verdadeiro tributo ao trabalho dos gigantes do cinema Steven Spielberg, John Carpenter e George Lucas. Driblando entre a ficção científica, o sobrenatural, o terror, o mistério e o drama, a série ainda toma por influência as obras literárias de Stephen King e diversos cults como “Alien” (1979), “Poltergeist” (1982), “E.T.: O Extraterrestre” (1982), “A Hora do Pesadelo” (1984), “Os Goonies” (1985) entre outros. A gama de inspiração é tão extensa que sobrou até para alguns títulos do survival horror a função de contribuir para o que conhecemos do programa – como o lendário “Silent Hill” (1999) e o recente “The Last of Us” (2013)

Falando sobre bullying e preconceito, os diálogos que encontramos por toda a série são bem fieis à linguagem oitentista, um período em que a liberdade sexual costumava ser bastante oprimida desde a infância (e adjetivos como “bicha” corriam de boca em boca da forma mais pejorativa possível). Trazendo exemplos clássicos da perseguição sofrida por milhares de crianças e adolescentes durante o período escolar, “Stranger Things” também divide a concentração do telespectador para abarcar outros temas recorrentes como divórcio, família, amizade, violência, opressão estatal, ciência, parapsicologia e a moderna representatividade. De nerds a negros e inúmeros outros grupos rejeitados pelas grandes massas (e rotulados como “desajustados”) – tem até espaço para a displasia cleidocraniana, uma doença que atinge um dos personagens/atores do programa –, o espetáculo critica com veemência os padrões impostos pela sociedade e tenta ser o mais diversificado possível (com toda a razão do mundo, é claro).

A 2ª temporada vem aí:

A sequência que todos estão esperando…

Construída em uma única temporada disponível desde julho passado com 8 episódios que variam de 42 a 55 minutos, “Stranger Things” conta com a produção executiva dos Duffer Brothers (os criadores da série) auxiliados por Shawn Levy e Dan Cohen. Produzido pela “21 Laps Entertainment” e pela “Monkey Massacre” (e claro, distribuído exclusivamente pela “Netflix”), o show já foi confirmado para uma season 2 que tem estreia agendada para 2017, em 9 novos episódios. Bem recebida pela crítica especializada, a sua estreia acumulou 95% de aprovação pelo Rotten Tomatoes e 76/100 pelo Metacritic.

Vídeo hilário da apresentadora Xuxa gravado especialmente para divulgação da primeira temporada no Brasil

Um começo mais do que perfeito, mas um final…

A trilha sonora de “Stranger Things”, que tem de The Clash a New Order e Dolly Parton, é sem sombra de dúvidas outro grande acerto da produção (confira)

Conquistando crianças e adultos sem visar um público específico, a novidade é certeira em sua proposta e não apenas homenageia a infância de muitos como também é eficaz ao trazer para as novas gerações todo o brilho de uma das melhores décadas passadas. Apesar de destacar-se por toda sua parte visual que é bastante fiel ao cinema e TV oitentistas (o que inclui cenário, figurino e, é claro, esbarra no próprio lado cultural e histórico de nossos parentes mais velhos), “Things” possui uma história muito bem amarrada que, em momento algum, deixa a desejar. Com um roteiro digno de um clássico infantil bem ao estilo de “Os Goonies” e “E.T.: O Extraterrestre”, a série desencadeia-se em uma sequência louca de eventos que acontece de forma paralela – mas que, da maneira mais coesa possível, culmina em um mesmo caminho derradeiro.

Todavia, por mais que administre tudo isso em doses perfeitas de pura nostalgia que solidificam-se nos 7 primeiros (e maravilhosos) capítulos de sua grade, a produção comete o desculpável deslize de fechar o ciclo de modo demasiadamente apressado, deixando o telespectador um tanto quanto confuso. Não que a season finale coloque os pés entre as mãos e deixe muitos furos na história (claro que a maioria destes foram propositais e deverão ser fechados com as próximas temporadas), mas, é como se não tivéssemos o tempo necessário para digerir todas as informações que nos bombardeiam em apenas 53 minutos de duração – se divididos em dois episódios finais, provavelmente ficaríamos mais bem à vontade.

Progredindo como as páginas de um bom livro que consegue nos emergir em sua narrativa e nos desconectar do plano físico, “Stranger Things” é uma ótima dica para todos aqueles que há muito esperavam por uma série que fosse capaz de tirar o fôlego sem muito blá-blá-blá. Mais um título entre os diversos dos últimos anos que foram lançados fora da TV e conseguiram, por vezes, se sobressair à plataforma mais clássica que nos acompanha desde a década de 40, a obra-prima dos Duffer Brothers surge para nos corroborar que o futuro está cada vez mais próximo e inadiável. Após passarmos longos 70 anos debruçados em frente aos antiquados televisores de tubo que foram, aos poucos, substituídos pelas telas de LCD e LED, cada vez mais o amanhã se torna imprevisível – e, por que não, até um pouco assustador…

Para mais conteúdo como este, não deixe de curtir a nossa página no Facebook e nos seguir no Twitter e no Instagram para não perder qualquer novidade.

Precisamos falar sobre “Grey’s Anatomy”

Texto livre de spoilers (claro que algum ou outro necessário para o bom entendimento deste artigo será mencionado mais cedo ou mais tarde, mas de forma sucinta e segura). Boa leitura!

Bad news. I’m just bad news.” (Portions for Foxes”, Rilo Kiley)

Se auto anunciando como “notícia ruim” ao fundo, Grey’s Anatomy estreava na TV americana em 27 de março de 2005, enquanto Meredith Grey se apresentava a Derek Shepherd e ao público, por um encontro de apenas uma noite, que se tornaram 269 – e contando.

Meredith, Alex, George, Izzie e Cristina formavam o quinteto “M.A.G.I.C.”, internos no Seattle Grace Hospital.

Criada por Shonda Rhimes, a série estreou como um surpreendente sucesso de crítica e audiência, contando a história de Meredith Grey (Ellen Pompeo), filha da renomada cirurgiã geral, Elis Grey (Kate Burton), iniciando sua vida profissional como interna ao lado de Cristina Yang (Sandra Oh), Izzie Stevens (Katherine Heigl), George O’Malley (T.R. Knight) e Alex Karev (Justin Chambers), sob o comando da residente Miranda Bailey (Chandra Wilson), no fictício Seattle Grace Hospital, localizado em Seattle, Washington.

Tendo seus episódios nomeados a partir de músicas, Grey’s Anatomy faz um paralelo entre os casos médicos da semana e a vida pessoal de seus cirurgiões. Colocando em pauta assuntos que vão desde causas sociais, como espaço da mulher na sociedade, discriminação e diversidade sexual, a luto, superação e ética de trabalho, a série não apenas se mantém atual e relevante, mas também passa a ser uma obra de efeito edificante para sua audiência.

“A audiência realmente se identifica com a personagem de Ellen Pompeo. Estamos seguindo a jornada desta mulher e de todas as pessoas que estão ao lado dela. Não é sobre um grande número de truques, é sobre assistir a pessoas evoluindo.” (Shonda Rhimes)

CAST

Elenco original de “Grey’s Anatomy”.

Com roteiro ágil e boa linha de desenvolvimento, o desempenho do elenco é frequentemente descrito como “fenomenal” pela crítica especializada e fãs do show.

De personalidades marcantes e distintas, os personagens de Grey’s Anatomy tendem a ser carismáticos e cativantes, à sua própria maneira. Há Cristina em seu perfil sarcástico e competitivo, seu brilhantismo e excelência em cardio, que recobrem sua vulnerabilidade – que numa sequência hilária, a faz implorar para ser sedada. Há o admirável e encantador amadurecimento de Alex Karev. Os sábios conselhos de Richard Webber (James Pickens, Jr.), que costuram a história entre o passado e o presente. A autenticidade de Callie (Sara Ramirez) dançando em suas calcinhas, em tom de liberdade. A amabilidade e memória fotográfica de Lexie Grey (Chyler Leigh).

Amelia Shepherd teve sua primeira aparição na série em 07.03 “Superfreak”, sendo adicionada ao elenco fixo na 11ª temporada, após o fim de “Private Practice”.

Mesmo com algumas despedidas durante suas 12 temporadas no ar, fosse com bombas, tiroteios, acidentes aéreos ou um simples adeus, o elenco permanece como um dos pontos de destaque da série. Adicionada ao fim da primeira temporada, Addison Montgomery (Kate Walsh), planejada apenas para um arco de poucos episódios, foi tão bem recebida que acabou entrando para o elenco fixo da série e, posteriormente ganhando seu próprio show: “Private Practice” (2007 – 2013), mostrando a vida de Addison após sua partida de Seattle. Mais recentemente, Amelia Shepherd (Caterina Scorsone), personagem originada de Private Practice, foi adicionada ao elenco fixo de Grey’s entre as temporadas 10 e 11 e rapidamente tornou-se uma das favoritas entre fãs e críticos do show, trazendo frescor e se ajustando bem à dinâmica da série. Maggie Pierce (Kelly McCreary) também foi uma grata surpresa (literalmente!).

A química entre os personagens também é um ponto de aclamação. O relacionamento de Meredith e Derek (Patrick Dempsey) é visto como um dos mais memoráveis da TV. A amizade das Twisted Sisters (apelido carinhosamente dado por Owen (Kevin McKidd) à Meredith e Cristina) foi considerada como o fio condutor do show. Grande parte dos relacionamentos explorados ao longo do show foram bem recebidos, graças ao duo de esforços por parte do elenco e dos roteiristas, estes, [quase] sempre bem sucedidos nos planos para os personagens.

É tudo sobre Meredith Grey

“Se você estivesse na sala dos roteiristas, você provavelmente me diria que o tema é Meredith, porque é o que eu continuo dizendo: ‘A série é apenas sobre Meredith Grey!'” (Shonda Rhimes, sobre Grey’s Anatomy e sua 11ª temporada)

Meredith Grey é, sem dúvidas, uma das personagens de trajetórias mais marcantes da TV. Seu desenvolvimento e linha evolutiva são tão bem trabalhados, que, mesmo que não fossem o plano inicial para a série e sua protagonista, considerando a longevidade do show, são impecáveis.

Desde o primeiro momento, nos damos com uma personagem extensa, com representação tão fiel da complexidade do ser humano, que nossa empatia é algo quase que instantâneo. A jornada de Meredith passa por diversos estágios. O início de sua carreira, seguindo medicina sob a sombra do legado de sua mãe, lidando com questões internas nunca antes resolvidas. A personificação de Cristina como sua “pessoa”, George e Izzie como companheiros de casa e o atribulado relacionamento com Derek. O abandono pelo pai e a eventual projeção da figura paterna em Richard, que em dado momento, chega a cantar para ela: I’ve got sunshine on a cloudy day.” (My Girl”, The Temptations). Os traumas trazidos da infância (retratada em flashbacks) e como isso influenciou sua formação. Meredith era o eterno paradoxo da pessoa ferida que tinha como trabalho curar pessoas feridas.

A trajetória da personagem e daqueles que a cercam soa interessante exatamente por não ser milimetricamente planejada para “dar certo”, mas para o que quer que aconteça. A vida não segue um script. Não há uma receita definitiva para a felicidade. Eventualidades acontecem e cada um reage a sua própria maneira. Meredith tem sua própria forma de reagir e encarar os acontecimentos. Aqui, ela é a representação de uma pessoa comum vivendo no mundo.

Ao longo do show, Meredith foi construída sobre pilares que a faziam quem era. Os mais evidentes foram sua mãe, Elis Grey, Cristina Yang e Derek Shepherd. Eis então, que entre suas temporadas 10 e 11, Grey’s Anatomy decide que é hora de se reinventar, criar novo fôlego, e não havia melhor forma de fazer isso que não fosse através de sua protagonista – ou melhor, através da desconstrução dela.

“Eu posso viver sem você. Mas eu não quero. Eu jamais vou querer.” (Meredith Grey)

Com sua [brilhante] décima primeira temporada, a série trouxe de volta o enfoque na personagem que dá nome ao show, servindo como uma lupa por onde pudemos assistir sua desconstrução. Família e amizade são elementos realmente importantes na vida de uma pessoa. Quando se constrói alguém, como um castelo de cartas, o que acontece quando se tira as cartas de baixo, uma a uma?

A dinâmica usada pelos roteiristas em desconstruir Meredith não só consolidou sua humanização, deixando-a mais próxima do público, como revitalizou a essência do show. A pergunta lançada pela temporada de “Quem é você sem tudo o que você se tornou?” foi sábia e essencial para o desenvolvimento da personagem e do show.

“Ele é muito sonhador, mas ele não é o sol. Você é.” (Cristina Yang)

A temporada seguinte trata do renascimento de Meredith e de como ela lida com sua própria história. “Você leu minha ficha?”, pergunta ela, em dado momento. A essência nostálgica da nova fase não é mera coincidência. Recriar um ambiente familiar para a personagem junto à suas irmãs e ter Karev como sua nova “pessoa”, foi um meio realmente esperto que Shonda encontrou para representar o recomeço, utilizando o passado da série como referência – como se tudo voltasse para o início, mas agora, de forma mais madura e adulta, sem deixar para trás as lições aprendidas ao longo do percurso. A adaptação, as sequelas, a cura, os aprendizados, a moldagem da nova visão de mundo de Meredith Grey – está tudo primorosamente registrado ali, mostrando que evoluir nunca é uma tarefa fácil.

We’ll do it all. Everything. On our own.(Chasing Cars”, Snow Patrol)

Grey’s Anatomy estará de volta para sua 13ª temporada em 22 de setembro, nos Estados Unidos, pela rede ABC.

Nota do autor

Escrever este texto foi uma das coisas mais difíceis que já fiz. Talvez por, como tantos outros fãs do show, ter uma relação estritamente pessoal com a série e seus personagens. São como pessoas próximas, que estão comigo; que por tantas vezes me ajudam a clarear as ideias. Então um agradecimento especial ao Marcelo, pelo convite de escrever algo para o blog e por todo o apoio e encorajamento. Outro para aquela que não deve ser nomeada Shonda Rhimes, por ter criado algo tão brilhante e edificante para tantas pessoas.

Eu não sei se a vida é sobre um carrossel que nunca para de girar, mas eu realmente acredito que, de alguma forma, para todo final com Chasing Cars”, há um novo começo com Portions for Foxes.

Não importa o quão escuro esteja… O sol vai surgir de novo.” (Meredith Grey)

Lady Gaga retorna cheia de atitude em “Perfect Illusion”, o seu novo hit que em nada nos ilude

Pois é, pessoal, quem é vivo sempre aparece! Após passarmos quase um ano sem qualquer novidade (considerando, é claro, que “Til It Happens to You” foi liberada em setembro do ano passado), Lady Gaga finalmente decidiu pôr um fim ao hiato de sua carreira musical e protagonizou um dos maiores comebacks de 2016 nesta última sexta-feira, dia 9. Despedindo-se da era jazz que tanto marcou sua trajetória – quando do lançamento de “Cheek to Cheek” (2014), álbum que gravou em parceria com o Tony Bennett –, a novata mais querida da década passada cedeu aos pedidos de populares e liberou, na íntegra, o novo carro-chefe de seu 5º disco de estúdio (o primeiro lançamento pop desde “ARTPOP”, de 2013). Nomeada “Perfect Illusion”, a canção causou o maior burburinho pelos seis continentes e, hoje, ilustra a nossa publicação do dia.

Desde que o sucessor de “Born This Way” (2011) teve sua divulgação encerrada com “G.U.Y.”, em março de 2014, e a norte-americana redirecionou toda sua atenção para projetos paralelos como a série “American Horror Story: Hotel”, muito se falou (e cogitou) sobre o que seria produzido pela moça em um futuro não muito distante. Vencendo categorias importantes no “Grammy Awards” e no “Globo de Ouro”, Lady Gaga não poderia estar na fase mais positiva de sua carreira após a recente perseguição sofrida pelos tabloides e haters que tanto pegaram em seu pé após o desempenho morno de seu último material de inéditas. Deixando as críticas negativas de lado e unindo suas forças a outros profissionais de respeito da indústria fonográfica, nascia o que seria um novo começo para uma das artistas mais multifacetadas de nossa geração.

Comparecendo à rádio britânica “BBC1”, Lady Gaga não perdeu a oportunidade e nos agraciou com um trechinho ao vivo de “Perfect Illusion” que pode ser conferido neste link

Gravado nos estúdios “Shangri La”, localizado em Malibu, Califórnia, o lead-single do “LG5” permanece sob a supervisão e distribuição da “Interscope Records”, selo que administra a carreira da cantora desde a sua estreia, com o “The Fame” (2008). Composta e produzida pela própria Gaga em parceria com Kevin Parker (vocalista da banda Tame Impala), Mark Ronson (“Rehab”, Amy Winehouse) e BloodPop (“Better”, Britney Spears; “Sorry”, Justin Bieber), “Perfect Illusion” orienta-se tanto pelo pop quanto pelo disco-rock, gêneros que deverão se mostrar bastante presentes nesta nova era que acaba de içar velas. Majoritariamente aclamada pelos fãs e pela crítica especializada, a canção recebeu inúmeros elogios por sua produção singular e pelos expressivos vocais da musicista que jamais estiveram tão crus (leia-se desprovidos de auto-tune) em um trabalho dirigido ao público mainstream. Nos charts, atingiu o #1 no iTunes de mais de 60 países (a “Billboard” ainda não divulgou os seus números oficiais).

Despindo-se de todo o glamour que tanto marcou presença em seus lançamentos principais, a nascida Stefani Germanotta reaproveitou os resultados da “limpeza de imagem” conduzida por suas aventuras pelo jazz e surge, agora, mais descontraída do que nunca. Aposentando (pelo menos por ora) as roupas extravagantes que tanto galgaram sua carreira há não menos que 7 anos, a própria capa de “Perfect Illusion” revela-se um perfeito tapa na cara de todos aqueles que jamais imaginaram ver a nova-iorquina em modelitos “consideradas normais” – se bem que, em se tratando de Gaga, qualquer figurino feito de tecido, e não carne, pode ser considerado normal. Usando uma camiseta preta básica, shorts jeans e coturnos escuros, a moça tem sido fotografada em todos os cantos assim, bem menos produzida e com um visual digno de uma verdadeira estrela do rock. E já que estamos falando em rock…

Relembrando os velhos tempos experimentais de artista iniciante – lá por volta de 2007, quando se apresentava em concertos menores ao lado de Lady Starlight –, a “Mother Monster” decidiu mais uma vez repaginar a sonoridade de suas músicas e, deixando o pop para segundo plano (mas sem esquecê-lo), trouxe uma significativa influência rock para o lead-single de seu próximo álbum. Já nos introduzindo a batidas insanas que poderiam muito bem pertencer a qualquer trabalho de uma banda dos anos 80 ou 90, Gaga não economizou na criatividade e foi completamente feliz ao convidar Parker, Ronson e BloodPop para extrair do quarteto uma das canções mais surpreendentes do ano. Distanciando-se do pop mais mainstream que Britney Spears e Gwen Stefani priorizaram em seus últimos discos e do R&B tradicional que Beyoncé vem reaproveitando desde 2013, “Perfect Illusion” dá um tiro no escuro e, repleta de coragem, reafirma a posição de sua intérprete como uma criadora de tendências, e não seguidora (diferente do genérico “ARTPOP” que tanto pecou pela falta de originalidade).

Em apenas quatro dias o áudio oficial de “Perfect Illusion” ultrapassou 10 milhões de visualizações no YouTube (imagine quando o clipe for liberado?)

Exibindo vocais poderosos que se revezam com trechos que são narrados de maneira suave e provocante (similares aos das eras “The Fame” e “The Fame Monster”), por todo seu catálogo a vocalista jamais esteve tão à vontade com seu timbre natural de voz (até mesmo em comparação às inesquecíveis “Bad Romance”, “Born This Way” e “Yoü And I” – que, como já é sabido, também apostaram no vozeirão que é característico da moça). Falando sobre as desilusões no amor, a música encaixa melodia a instrumental de forma bastante confortável  ao longo de seus três minutos e dois segundos de duração e surpreende em muito o ouvinte que jamais parara para reparar no quão multifacetada Gaga consegue soar – uma artista que consegue se dar bem em qualquer gênero que embale os seus singles, desde o eletrônico para o jazz, pop e, agora, disco-rock (cantar, definitivamente, é o seu maior talento). Reproduzindo um comentário humorístico que foi feito na internet, mas que, resguardadas as devidas proporções, até que chega a fazer algum sentido… “não bastasse salvar o pop, ela também voltou para salvar o rock”.

Sobre o novo álbum:

Já nos adiantando que o “LG5” (ainda sem nome definitivo) “está quase pronto”, a loira revelou em recente entrevista à “BBC1” que “trabalhou com o Mark Ronson por todo o CD”, sendo que o ex-parceiro musical de Amy Winehouse também será creditado como produtor executivo – fãs de RedOne, acalmem-se, pois o popular hitmaker também já foi confirmado como produtor em uma das futuras faixas. Contendo, ainda, uma parceria com a Florence Welch (a vocalista do Florence + the Machine, a quem Gaga foi só elogios), o sucessor de “Cheek to Cheek” será lançado ainda neste ano. Sobre o atual single de trabalho, a cantora acrescentou que “‘Perfect Illusion’ fala sobre as coisas falsas que parecem ser reais do nosso dia a dia, como nas redes sociais, por exemplo” – você confere muitas outras informações sobre o processo criativo da música acessando este link.

Para mais conteúdo como este, não deixe de curtir a nossa página no Facebook e nos seguir no Twitter e no Instagram para não perder qualquer novidade.